Algumas pessoas pensam que ser nerd é assistir todos os episódios da série de televisão The Big Bang Theory. Mas ser nerd mesmo é ficar por horas com a cara enfiada entre livros apenas para provar ao seu professor de física do quinto ano que seu método para resolver os problemas é mais rápido e eficiente.
Claro, esse tipo de atitude pode atrair inimizades dos alunos que não sejam capazes de acompanhar seu ritmo em sala de aula. E também a hostilidade de professores que não gostam de ter seus métodos de ensino contrariados.
Mas não importa, se você for esse tipo, não sinta vergonha de si mesmo por ser mais inteligente que os outros ao seu redor. Em algum momento na sua vida irá encontrar outros como você.
E com sorte poderá ser uma linda garota de olhos azuis, cabelos dourados e sorriso capaz de derreter o Ártico. Esse fora o ensinamento de Diogo para seu terceiro filho, Leonel, que seguira cada palavra à risca.
Hoje, o rapaz, agora com vinte e cinco anos, acreditava na sabedoria do pai.
Trixie St. Luna, a beldade mais conhecida do colégio Delphine, encarava um dos três monitores da enorme mesa ao lado do sujeito. Leonel sempre se sentia incomodado quando concordava em estudar com ela. A loira de vinte e dois anos tirava sua concentração frequentemente.
Com seu charme e sua beleza quase incomparáveis, ela o excitava apenas com sua presença e sabia disso. Nunca haviam namorado nem tido qualquer tipo de relacionamento mais sério, mas sempre transavam casualmente.
Não oficialmente eram um casal que se completava em tudo, fosse por sua beleza, pelas famílias ricas e influentes, por sua inteligência ou na cama.
—Pare de me fitar assim – dissera o sujeito para a garota que havia parado o encarando enquanto explicava sobre o código que analisavam – Você acaba com a minha concentração.
—Te faço se concentrar em algo melhor ou pior? – indagara Trixie.
—Muito melhor, mas estou lhe ensinando nesse momento. Sexo entre aluna e professor é antiético – dissera Leonel ironizando a situação.
—Eu não conto se você não contar – sorrira a garota.
Aqueles joguinhos eram comuns entre os dois. A moça enganava bem com seu jeito de quem não levava os projetos a sério, mas era quase tão inteligente quanto Leonel. E ambos sempre acabavam fodendo quando se encontravam.
—Eu não entendo essas equações que os professores apresentam – dissera o rapaz apontando para a tela maior com uma caneta – Eles pedem a solução para um problema e apresentam uma fórmula rasa e vaga, limitando o potencial dos alunos. Eu acrescentaria diversas variantes para dividir melhor conjuntos específicos, funcionários casados, solteiros, com ou sem filhos, registros para férias, promoções, bônus. Como podemos elaborar um aplicativo de controle de RH com o mesmo número de opções que peças num tabuleiro de damas?
—Nunca vou entender por que está cursando no Delphine – murmurara a garota – Você é mais capacitado que alguns dos nossos professores, tem sua própria empresa e sabe mais que muitos vão saber a vida toda. Não faz sentido passar por tudo isso para estudar tudo o que já sabe.
—O Delphine é um colégio com renome. Eles só aceitam alunos com nossos status sociais. Ser um estudante por lá garante uma boa vantagem nas relações com diversas agências. E tenho reuniões com acionistas preocupados com isso toda semana – explicara.
—Hum… entendo – dissera a garota – Status gera status. É preciso um bom nível social para ser parte do Delphine, mas o reconhecimento por isso também confere mais pontos aos olhos de todos. Interessante.
—Você está na mesma posição. É uma modelo linda e reconhecida – Leon adorava elogiá-la, ainda mais por saber que Trixie amava ser bajulada por todos – Sua família a apoiou em suas escolhas e você conquistou seu status sozinha. Poderia estar em uma faculdade ou mesmo desfilando onde desejasse. Por que está no Delphine senão para ser reconhecida por todos que já passaram por ali e que podem alavancar ainda mais seus sonhos?
—Acredite, quando criança meu sonho era morar em um castelo na Europa, ter um homem maravilhoso ao meu lado, meia dúzia de filhos e ainda ter esse corpinho que conhece tão bem – Trixie sorrira descontraída com a lembrança – Mas agora posso dizer que não tenho mais esse tipo de fantasia. Sou o tipo de pessoa que pode afirmar já ter realizado todos os sonhos possíveis com apenas vinte e dois anos, meu amor, tudo o que vem a seguir eu chamo de bônus.
—Então não tem um propósito? – Leonel erguera uma sobrancelha por trás das lentes dos óculos encarando o azul profundo nos olhos de Trixie – Deve haver algo que você deseja. Algo que ainda não conquistou.
—Gosto de me divertir. Se for divertido, então eu faço. Se houver lucro ainda melhor – explicara a garota parecendo sincera – Por exemplo, desejo você e aqui estamos. Viver apenas de estudo e trabalho é uma chatice, precisamos ser criativos se não quisermos morrer de tédio. Você nunca se diverte?
—É claro que me divirto – respondera o rapaz tirando os óculos – Considere esse momento, você está aqui. Como poderia não desfrutar de cada segundo ao seu lado? Chamo isso de diversão, independente do que estamos fazendo.
—Então sou sua diversão? – sussurrara a loira mordendo o lábio inferior.
—Uma delas – respondera Leonel esboçando um sorriso.
—Uma delas? – a garota colocara as duas mãos dos lados da face fazendo sua melhor expressão de surpresa.
—Bom… – o sujeito colocara o óculos que tinha em mãos ao lado do teclado e se afastara, abrindo os braços e expondo a sala – Quantas pessoas podem ter um escritório exatamente como sonharam quando crianças? Olhe à sua volta, está bem diante de uma mesa no formato da Tie Fighter clássica e sobre ela tem um computador de última geração. E no centro temos uma maravilhosa mesa de reuniões desenvolvida no formato da Millenium Falcon com todos os detalhes originais desenhados sob a superfície lisa em acrílico.
Quanto tempo homens levavam para chegar à idade adulta?
—Nerd – comentara a garota vendo o entusiasmo do rapaz em ostentar sua poderosa e caríssima coleção – Eu só tenho aquelas canecas com o Darth Vader e o Stormtrooper que você vive oferecendo como brinde aos clientes. Mas sabe que a minha praia é mais Terminator, não é? Sarah Connor clássica será sempre minha inspiração de mulher, Linda Hamilton detonando nos anos 90.
—E você me chama de nerd, não é?
Enquanto a garota ria, Leo fora até a mesa no centro e removera todos os pequenos objetos que haviam sobre ela, blocos de anotações, canetas e outros objetos de escritório. Então ficara em silêncio por alguns segundos observando e admirando os detalhes da Millenium Falcon abaixo da superfície lisa e gelada.
Ao contrário das mesas comuns, com a placa superior quadrada, redonda ou retangular com cantos em ângulos de noventa graus ou arredondados, a face principal da mesa diante do rapaz havia sido cortada no exato formato da famosa nave de batalha da franquia Star Wars.
Era uma peça de colecionador caríssima e encomendada por um apreciador que podia pagar por um luxo como aquele.
—O que ainda está fazendo aí? – indagara Leonel – Venha cá – emendara gesticulando para a garota com o indicador.
—Não vamos terminar o código? – sorrira Trixie sabendo a resposta.
—Me deixou muito e******o com toda essa conversa – argumentara o rapaz batendo de leve com uma das mãos na mesa onde a queria – Não vou conseguir me concentrar se não cuidarmos desse t***o entre nós.
—Está falando a minha língua – respondera a loira, desfilando na direção do amante.
A linda mulher naquela sala tinha um metro e setenta e cinco, apenas quatro centímetros a menos que seu companheiro, diferença equilibrada pelos saltos que usava. Os s***s e bumbum médios combinavam com o corpo magro e alto.
Trixie fora controlada pela mãe durante toda sua infância, inicialmente uma bailarina exemplar, então uma modelo de passarelas e por fim, atriz de teatro. A garota tinha sangue artístico e sabia como atuar em qualquer situação.
Entretanto, não era preciso fingir que estava louca de t***o naquele instante. Leonel sempre causava esse efeito. Ambos se conheciam desde crianças por conta de suas famílias e embora sempre dissessem a todos que eram apenas amigos, já haviam transado dezenas de vezes.
Tão logo se aproximara, o sujeito a tomara pela cintura, a puxando para perto de si e colando seus lábios aos dela. Trixie erguera os braços e o abraçara, suas línguas ávidas de desejo se roçando, brincando em sintonia.
Era assim que funcionava entre eles, havia harmonia, cumplicidade. Amigos com benefícios bem utilizados.
Imediatamente as mãos do amante adentraram por debaixo da blusinha rosa que a garota usava e subiram explorando a maciez e o calor de sua pele. Trixie sabia onde ele pararia, onde sempre parava. Quando os dedos experientes do sujeito e o soutien da moça se encontraram, Leonel movera as mãos para trás, alcançando o fecho e o abrindo.
Voltando à posição anterior, agora com a peça íntima livre e solta, a garota suspirara ao sentir as mãos do companheiro segurando seus s***s. Leon tinha mãos grandes e fortes, embora a pele fosse macia e sedosa como as de uma mulher. Era fato que aquele homem nunca havia feito qualquer trabalho braçal em sua vida. Cada minuto fora dedicado a transformá-lo em um líder empresarial com conhecimento sobre tecnologias e administração de empresas.
No entanto, era difícil se concentrar em um único ponto. Leonel era alguém experiente no que fazia e ao mesmo tempo que suas mãos quentes e hábeis acariciavam os s***s da moça, os dedos lhe tocando os m*****s durinhos, sua boca tomava a dela em um beijo profundo e apaixonado.
Descendo as mãos até a cintura da garota, Leonel a segurara com firmeza e carinho, a levantando e a colocando sentada à margem da mesa. Por um breve instante, Trixie imaginara uma piada sobre estar com o bumbum colado à nave de batalha tão querida pelo rapaz, mas resistira ao impulso de dizer.
O sujeito descera distribuindo beijos por seu pescoço. A barba por fazer há poucos dias roçava por sua pele branca e delicada deixando marcas vermelhas que sumiriam em alguns minutos. Trixie gemia alto, não conseguia se controlar e aquele homem sabia seus pontos fracos.
A moça erguera os braços para que ele pudesse tirar sua blusinha rosa por cima, a jogando em um sofá próximo. Em seguida ela mesma removera o soutien e o lançara para trás. Independentemente de onde caísse, aquela sala toda era acarpetada e extremamente limpa. Aproveitara a deixa para puxar a camisa do amante para o alto também. Leonel tinha o corpo definido, a pele clara e pelos escuros.
Trixie não gostava de homens com o corpo todo depilado tipo aqueles caras bombados de academias. Gostava do sexo depilado, mas não o corpo todo. E Leonel era aquele tipo de amante latino perfeito.
—Som. Aumentar volume. Playlist número dois – dissera o rapaz quase em um sussurro. O dispositivo de reconhecimento de voz, ao identificar o comando, acionara o player ligado ao computador e às caixas de som pela sala. No mesmo instante o som de Otherside, da banda Red Hot Chilli Peppers começara a tocar. A loira adorava aquela música e ele sabia disso.
♫♪ How long, how long will I slide
♫♪ Separate my side, I don't
♫♪ I don't believe it's bad
♫♪ Slittin' my throat
♫♪ It's all I have
Enquanto o som inundava a sala, Leon descia os beijos em direção ao colo da moça, lhe mordendo de leve, avançando pelos s***s até chegar nos m*****s rosados e durinhos. Dobrando os joelhos, o sujeito agachara e enlaçara a cintura da moça, abocanhando os s***s expostos.
Trixie sabia que teria de vestir uma peça de roupa escura àquela noite, algo que escondesse as chupadas de Leonel. Com a pele clara que tinha e aquele fogo emanando do companheiro, era óbvio que ficaria toda marcada, mas não tinha como negar cada capricho que lhe era oferecido.
Aproveitando-se de um instante em que o amigo se afastara apenas poucos centímetros, a garota colocara o pé direito sobre o peito do mesmo agachado diante de si e empurrara, o fazendo cair sentado.
Um sorriso sedutor se desenhara em seus lábios enquanto ela ficara em pé e descera o zíper lateral da saia n***a que usava. Deixara que a peça caísse por sua cintura e escorregasse até seus pés. Não retirara a calcinha vermelha de rendas que usava, sabia que o amante adorava remover ele mesmo ou em muitas ocasiões, a manter durante o ato.
Leo avançara e a abraçando pelas pernas, a beijara nas coxas e subira lhe cobrindo de beijos por completo até estar em pé frente a ela novamente, quando tomara seus lábios e sua língua uma vez mais.
A tomando pela cintura, a erguera e a colocara sobre a mesa, porém, dessa vez, inclinara seu corpo sobre o dela, a fazendo deitar-se. Segurara as mãos da jovem com as dele próprias e levara os braços da menina para o alto, seus lábios a possuindo pelo pescoço, mordendo de leve a orelha, sentindo o perfume da colônia e do xampu que Trixie usava ao mesmo tempo.
Enquanto era beijada e acariciada, a loira gemia sem se conter. Estavam na cobertura do Plaza Del Rey, um hotel que pertencia a Diogo, o pai de Leonel. Os três últimos andares eram de propriedade do sujeito. A cobertura servia como escritório, o andar de baixo era seu apartamento e o de baixo seu estúdio. Havia até mesmo um elevador exclusivo para as áreas que pertenciam ao rapaz.
Naquele lugar a mulher sabia que poderia berrar o quanto quisesse sem ser ouvida nem gravada por ninguém, não havia no mundo todo lugar mais seguro e discreto que aquele.
Quando Leo descera lhe beijando os s***s e a barriga, arrancando suspiros e arrepios, a garota de olhos azuis, se contorcendo de t***o, lembrara das vezes em que o amante comentara seus desejo de t*****r naquela mesa.
—Pense no quão sortudo você é – comentara ela em meio aos gemidos – Quantos homens já tiveram o prazer de t*****r na Millenium Falcon?
—Han Solo? – respondera o amante em um impulso sem parar o que fazia, se referindo ao personagem de Star Wars qual a nave pertencia.
—Hum… – a menina sorrira em meio a um pensamento malicioso – Harrison Ford… – comentara, lembrando o ator que imortalizara o personagem citado nos cinemas do mundo inteiro.
—Hey, não vá t*****r comigo pensando em outros homens, v***a – o sujeito erguera os olhos procurando ver a reação de Trixie, mas da posição em que se encontrava, agora puxando a calcinha da garota para o lado, só podia ver seus s***s logo acima.
—É claro que não tenho razões para fantasiar outros homens enquanto você me fode, amor – respondera esticando os braços para os lados, segurando nas bordas da mesa com força enquanto sentia a língua do amante começando a lhe acariciar o g***o – …mas confesso que transaria com vocês dois sem pensar, dois belos homens me dando prazer ao mesmo tempo…
Trixie era ousada e determinada. Leonel sempre soubera de sua fantasia em f***r com dois homens ao mesmo tempo, mas nenhum deles confiava em trazer um terceiro m****o para a relação que não comprometesse suas posições. Era o m*l em ser rico e reconhecido. A privacidade era muito mais importante que para as pessoas comuns.
Leonel continuara chupando aquela b****a molhada e pequena por quase vinte minutos. Trixie sequer tentara se segurar, gozando logo no começo. Sabia que outros orgasmos viriam e não tinha motivos para se conter.
Era incrível – pensara Leo por um momento, se afastando enquanto fitava a b****a encharcada da garota a poucos centímetros de seu olhar. Todas as vezes que se encontrava com aquela mulher, fosse antes, no meio ou mesmo depois dos estudos e trabalho, sempre havia sexo.
E quantas não tinham sido as vezes que a levara para jantar e depois motel?
Ela o enlouquecia, o dominava, o comprometia. Mesmo que a visse como a amiga de infância e jamais tivesse se apaixonado por ela, Trixie tinha controle sobre seu lado obsessivo por sexo.
Ela também era assim. Essa paixão incontrolável pelo ato. A cumplicidade, o sigilo, a necessidade de não deixar as emoções fluírem e dominarem.
Em outra ocasião a faria chupar muito, mas naquele momento, além de não estar mais resistindo, tinha pouco tempo livre para aproveitar. Trixie levava uma vida menos atribulada, mas ele tinha não apenas de ajudá-la a concluir uma linha de códigos simples do curso, como também analisar detalhes sobre uma reunião no dia seguinte. Isso antes de ir para a aula!
Levantando-se e ficando em pé, segurara a calcinha da moça pelos lados e a removera delicadamente. Então desabotoara a calça, a baixando até metade da coxa, já descendo a cueca junto.
Encaixara a cabeça do p*u na entrada da b*******a molhada da garota e a encarara deitada na Millenium Falcon com os braços abertos como uma musa. A vontade de a f***r ficara ainda maior. Não acreditava que aquela b****a tão pequena e apertada suportasse todo seu p*u, mas já havia comprovado diversas vezes o que aquela menina era capaz de fazer.
Penetrara lentamente até a metade. Trixie abrira os olhos, o fitando enquanto gemia baixo. Se sentando na borda da mesa, a garota colocara os braços para a frente e segurara no amante pelos ombros.
—Fode com força – sussurrara em seu ouvido. De alguma forma, Leonel já sabia que ela pediria aquilo.
Passando as mãos por debaixo de seu bumbum, o sujeito a erguera no colo. A loira dobrara as pernas por suas costas e soltara o peso do corpo, sentindo quando o p*u grande e grosso do rapaz escorregara de uma vez para dentro de sua b****a.
Trixie gritara de dor e t***o ao ser invadida daquela forma. Mordia e beijava o pescoço do amante enquanto o mesmo, a segurando pelos quadris, fazia seu corpo subir e descer rápido, fodendo com vontade. Os corpos suados escorriam e se colavam. Ambos estavam tão ofegantes que era impossível dizerem alguma coisa enquanto trepavam daquela forma.
Leonel dera dois passos à frente e a deitara de lado sobre a mesa, erguendo uma das pernas da moça para encaixar novamente o p*u na gruta que escorria sem parar. Trixie agora se sentia completamente dominada. Naquela posição não via onde se segurar ou apoiar, sendo totalmente conduzida pelo amante.
—Gosta desse p*u, não é, sua p**a? Quer mais? – berrara o companheiro, possuído por alguém que normalmente não aparecia, um lado dominador que poucas conheciam. Que poucas aguentavam.
—Quero! Quero tudo! Fode com mais força! Me come! Me arromba, seu puto safado! Me mostra como um macho de verdade faz! – respondera a v***a com a mesma intensidade. Ali ambos podiam ser quem eram de verdade.
Desenterrando a p**a de dentro da mulher, Leo se agachara e lambera sua b****a novamente, uma lambida com gosto de cima a baixo, sugando cada gota que conseguia. No mesmo ritmo lhe lambera o cuzinho rosado e liso.
Não era surpresa para a garota que ele fosse f***r seu r**o. De acordo com o que dizia, e ela acreditava ser verdade, eram poucas as que conseguiam fazer anal com ele da forma que gostava, com força, agressividade, violência, desejo.
Virara de barriga para cima e erguera as pernas enquanto ele fora até uma mesa e apanhara um frasco de gel em uma gaveta. Voltara e lubrificara o cuzinho da garota. Trixie teve outro orgasmo apenas por sentir o dedo do rapaz adentrar seu buraquinho anal enquanto era lubrificada.
A segurando pelas coxas, Leonel encaixara a cabeça e começara a penetrar. A menina esticara os braços para os lados novamente, segurando nas laterais da mesa. Gritava alto enquanto o cu abria para alojar aquele p*u enorme.
Mesmo que já tivesse dado o cu para o amigo tantas vezes, não havia como evitar a dor para aquilo tudo entrar no começo. O homem que tinha junto de si a segurava com força pelas coxas, impedindo que ela se mexesse e escapasse de sua investida. Levara menos de um minuto até que tudo entrasse, apenas o saco de fora, batendo as bolas em seu bumbum.
—Adora meu cu, não é, seu cachorro? – balbuciara quase sem voz.
—Eu sei que não sou o único que entra dessa forma nesse r**o, admita, sua v***a. Quantos andam comendo esse cuzinho quando não vem f***r comigo?
—Sabe que nunca vou te responder isso – a garota rira alto, mesmo com a dor enquanto seu cu relaxava naquela p**a toda – Não pergunto quantas você traz para f***r aqui quando não venho – provocara.
—Isso é simples – respondera o amante – Várias. Não é a única p**a que adora meu p*u e sabe disso. Por que me negaria o prazer de experimentar as outras também? Mas poucas fodem tão gostoso como você e não tenho porque mentir sobre isso.
—Você é muito safado, Leo. Como é que caí nessa rede que armou tão fácil? – sussurrara a garota enquanto gemia.
—Não seja hipócrita, sua cachorra. Desde quando eu precisaria te iludir para te f***r? – dissera o nerd puxando o p*u até a metade para fora – O destino nos colocou próximos, sentimos vontade, descobrimos muitas coisas juntos e…
—…E por que não continuar, certo? Isso não muda o fato que é um cachorro safado e se aproveita do t***o que sinto com você – emendara Trixie fechando os olhos e gemendo mais alto enquanto Leonel a penetrava com mais força.
—Exatamente – concordara o rapaz ofegando começando a f***r rápido – Nós dois queremos isso. Você ainda vai voltar muitas vezes e vou te f***r todas.
—É claro que sim! Come esse r**o, arromba meu cuzinho gostoso!
O amante fodera com mais força, era o que ela queria e ele também. Após alguns minutos, tirara o p*u e pedira que a garota virasse de costas. Claro, ele adorava a f***r na posição de cachorrinho.
E quem não gostaria?
Trixie descera da mesa e arrebitara o bumbum, mas o sujeito a fodera menos de um minuto naquela posição, a segurando pela cintura e a colocando de volta sobre a mesa, de barriga para baixo.
Subira e deitara o corpo sobre o dela, seu p*u já atolado no cu novamente. À essa altura a loira sequer sentia dor. Tinha o esfíncter completamente aberto, o r**o largo e as bombadas com força apenas lhe davam mais e mais t***o.
Naquela posição, Leo puxara seus cabelos para o lado e lhe beijava a face, o pescoço, a orelha. A garota apenas retribuía tudo que seu dominador exigia, já havia gozado mais de meia dúzia de vezes e o corpo mole agora era apenas o objeto de desejo de seu amo.
—Vou gozar – sussurrara o rapaz ofegando ao ouvido da loira.
Descera rápido ficando em pé ao lado da mesa e antes que ela descesse, a puxara pelas pernas e a colocara de joelhos em sua frente. Trixie caíra de boca no saco, lambendo tudo que podia.
Finalmente Leonel a afastara enquanto gemia alto, quase gritando. Apontara o p*u na direção de sua face e lançara um farto jato de p***a grossa e quente. Trixie ficara com o rosto completamente lambuzado, nariz, boca, as maçãs.
A garota limpara os olhos com os dedos das duas mãos e olhara para o alto, o encarando. Era incrível que mesmo com a face toda salpicada com o líquido branco que escorria, a menina continuasse sexy e linda, com aqueles olhos que se pareciam com um par de joias azuis.
—Meu deus – dissera ela se lambendo a p***a nos lábios e se limpando com os dedos enquanto ele apanhava uma toalha e lhe entregava – Vamos concordar que hoje você se superou.
—Estava precisando disso – respondera Leo, se agachando perto dela e a beijando.
—Será que algum dia esse fogo vai se apagar? – indagara Trixie, limpando os s***s com a toalha branca e florida – Quero dizer, será que um dia vamos nos casar com outras pessoas e esquecer isso tudo?
—Sinceramente? – respondera o sujeito – Espero que não e se acontecer, tomara que ainda demore muito.
Ambos riram. Até naquilo concordavam.
—Vamos tomar um banho e terminar os exercícios? – sugerira a loira.
—Claro. Usamos o banheiro do apartamento no andar de baixo. Vera já foi embora à essa hora – aceitara o rapaz. Vera era a chefe de desenvolvimento do estúdio, dois andares abaixo e também fazia papel de governanta, mantendo as coisas no apart de Leo em ordem.
—Pensei em ficar por aqui. Ligo pedindo para me trazerem roupas limpas de casa. Se não for incomodar e se concordar em me dar uma carona para o colégio depois – propusera a garota, sabendo que não lhe dava opções de resposta.
—Claro, papai está em Jersey à negócios. Podemos ir no Camaro dele. Não vai se importar – alguns segundos depois Leonel voltara o olhar pensativo para Trixie parecendo preocupado, como se tivesse acabado de lembrar de algo muito importante – Puts… foi por pouco – dissera.
—O quê? – ela teria feito algo errado?
—Quase gozei na Millenium Falcon…
Mais tarde naquele mesmo dia, Isadora, que havia ido à aula determinada a se declarar para o nerd, desistiria da ideia após o ver chegando com a desejada Trixie S. Luna.