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Uma funcionária (nada) inocente

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Sinopse

Vitória Brooker é uma jovem, dedicada e inteligente, que está em uma situação financeira desesperadora e consegue emprego como empregada pessoal na mansão de Alessandro Sattero. Frio, arrogante, dono de um charme perigoso e assim como ela parece alguém que esconde segredos.

O profissionalismo de Vitória acaba sendo jogado pela janela, quando ela presencia acidentalmente seu chefe transando com outra mulher. Depois dessa cena, Alessandro se apodera completamente de sua mente, Vitória decide fazer o que for necessário para seduzi-lo e experimentar ao menos uma noite ardente com seu chefe.

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1 - Você é uma derrota
VITÓRIA No momento, nada realmente importava para mim, nem mesmo os sons do meu bairro barulhento. Minha atenção estava voltada para outro lugar. Tem durante semanas que me candidatei a inúmeros empregos, mas fui rejeitada em todos eles. Acabei de ser aceita na faculdade e precisava muito daquele trabalho. Perdi muito tempo fazendo outras coisas em vez de ir para a faculdade. Não me entenda mäl, eu sempre quis ir para a faculdade depois do ensino médio, mas não tive a sorte de ter dinheiro, então precisava conseguir esse emprego. Eu tinha vinte e três anos e precisava acertar algumas coisas na minha vida, antes de começar a acreditar na voz zombeteira que sempre me dizia: Vitória, ao contrário do seu nome, você é uma derrota. Eu estava grudada na tela do meu celular, minha caixa de e-mail já estava aberta e meu coração batia mais rápido do que o normal. Este trabalho foi indicado a mim por um amigo porque empregos como este eram difíceis de conseguir. O trabalho era me tornar empregada doméstica pessoal de um bilionário. Fiz um estudo completo sobre o que eles esperavam de mim. Esperava-se que eu limpasse o quarto do chefe, servisse sua refeição e lavasse suas roupas. A outra parte da casa não era da minha conta, acho. Talvez tivessem outras empregadas para essa função. Esperei mais uma hora, ainda olhando para o celular, com a esperança já se esgotando, assim como a bateria. Não sei quando adormeci, mas quando acordei já estava escuro. Virei para o meu celular para ver se a mensagem tão esperada havia chegado, mas, ao tocar na tela, nada apareceu, indicando que a bateria estava descarregada, assim como eu estava me sentindo. Gemi no travesseiro enquanto pegava meu celular e o conectava, na esperança de que, quando ele ligasse, boas notícias me aguardassem. Meu estômago roncava, lembrando-me de que eu não tinha comido nada desde o café da manhã e que estava ficando sem recursos. Queria chorar só de pensar nisso. Não sei por quê, mas estava convencida de que conseguiria aquele emprego. Isso me economizaria muito: eu teria que morar lá, para sempre que o chefe precisasse de alguma coisa, o que cortaria meu aluguel e a alimentação não seria um problema, eu só teria que me concentrar na faculdade. Suspirando para mim mesma, peguei minha bolsa para inspecionar o pouco dinheiro que me restava. Relutantemente, saí do meu lugar e decidi ir até a loja mais próxima para ver que coisas o pouco dinheiro que eu tinha daria para comprar. Eu não tinha muita coisa comigo, mas tinha certeza de que ainda conseguiria sobreviver por duas ou três semanas. Já era muito tarde quando cheguei em casa e eu estava cansada e frustrada demais para me dar ao trabalho de cozinhar. Decidi comer os biscoitos que comprei. Sem me importar em verificar meu celular, simplesmente fui para a cama, me forçando a dormir. [...] Dois dias se passaram e ainda não recebi a mensagem que tanto esperava. Concluindo que não era uma das sortudas, continuei minha busca por emprego, navegando em inúmeros sites e enviando currículos para aqueles para os quais me qualificava. No momento, qualquer coisa servia. Eu só queria algo para fazer que pudesse render dinheiro no final das contas, desde que fosse honesto. Eu tinha tempo de sobra, então decidi dar uma volta no parque. Cheguei lá e me acomodei no banco enquanto observava as crianças correndo com os pais dizendo para elas tomarem cuidado. Sorri com essa lembrança, lembrando-me de quando eu era como essas crianças até tudo acontecer. Não querendo me demorar em tais pensamentos, apenas relaxei, aproveitando a brisa. – COMO OUSA?! – minha calma foi perturbada por uma voz feminina estridente. Virei-me e vi duas mulheres conversando, ou melhor, uma parecia estar tentando fazer a outra entender e a outra tentava parecia querer incendiá-la. Ela parecia elegante, dava para perceber que era rica. – Sinto muito, eu não queria que meu café manchasse seu vestido, me desculpe, foi um acidente. – Ela tentou implorar, mas a moça elegante não aceitou. – Um acidente? – ela zombou. – Você é cega ou algo assim? – disse ela, virando-se para outra moça que eu não tinha notado antes, pegou sua bebida e a despejou na moça suplicante. – Meu Deus, isso foi um acidente – disse ela com uma vozinha inocente e zombeteira. A outra moça parecia cansada do drama, mas, pelo visto, não planejava fazer nada, mas eu sim. Porque, não sei como cuidar da minha vida. Levantei-me de onde estava sentada e fui até elas. Aproximando-me da pirralha mimada e obviamente rica por trás, bati meu ombro no dela. – Ai! Cuidado! O que está acontecendo com todo mundo hoje? O mundo está ficando cego?! – Talvez você não valha a pena ver – eu disse alto o suficiente para ela ouvir, e percebi pela expressão em seu rosto que, naquele momento, eu era a pessoa mais odiada por ela. Não que eu realmente me importasse, ela estava com uma expressão chocada no rosto e eu não estava afim para encarar aquela pessoa chorona de novo. Peguei a garota intimidada pela mão e fui embora. – Você tem que pagar por isso!! – Ela continuou gritando como se eu me importasse, ela poderia ir chorar para o pai dela. – Isso foi incrível! – A garota cujo nome eu ainda não sabia falou e eu estreitei os olhos para ela. – Cala a boca!

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