Ao ceder ao desejo de acordar, o garoto com estranhos cabelos encaracolados, semelhantes a uvas, abria seus olhos turvos e olhando calmamente para os lados, tentando se lembrar calmamente do que havia acontecido. Suas memorias, confusas, só lhe davam a mínima certeza que ele havia adormecido em um gostoso e delicioso par de p****s macios como nuvens e aconchegantes como um travesseiro de penas. Apenas essas lembranças era o suficiente para animar aquele garoto. Seu rosto ficava levemente avermelhado enquanto seu nariz se preparava para expulsar o sangue.
Somente quando suas memorias eróticas saiam de sua cabeça, mesmo que por um breve momento, o garoto sentia suas costas numa espécie de mesa gelada, pelo menos, gelada quando ele se movia, já que o ponto no qual ele se deitava estava quente e maravilhosamente confortável. Ao tentar se erguer o garoto notava que seus pulsos estavam presos sobre aquela cama, junto de suas pernas, e estando um pouco desesperado ele se remexia de um lado para o outro enquanto tentava se localizar a onde estava.
Com uma pequena luz surgindo em um canto escuro do quarto, os olhos do menor finalmente ganhavam vidas, a luz era emitida por um fosforo e quem o segurava era um garoto estranhamente familiar, seus cabelos bagunçados e verdes combinavam com seus olhos, seu sorriso era verdadeiro e suas ardas o tornavam fofo e com aquele olhar vazio, parecendo não ter fim, ele andava até uma vela vermelha e a acendia.
-Quem? - Questionou o garoto, ainda atordoado de seu sufocamento. Sua voz estava rouca e seu ar ainda não tinha retornado para seu corpo. A resposta do esverdeado foi o silêncio e o som dos passos deles ecoavam pela sala.
Acendendo vela por vela o quarto começava a ganhar vida e forma, antes o que era parcialmente escuro, tendo apenas uma pequena linha de visão clara, se transformava em algo acendido por apenas luz de velas. As paredes eram vermelhas e havia uma espécie de palco atrás do esverdeado, olhando com atenção, existia um mastro junto a uma passarela, mas ao olhar ao redor, era notável que havia vários outros palcos com aquele mastro de poli dance. O palco principal, que possuía uma passarela, no fundo havia uma cortina vermelha, ou semelhante, aquele lugar não havia sido acesso ainda. O chão daquela sala era repleto por pétalas de rosas vermelhas e rosas, era irônico, era como se fosse um sonho romântico para Mineta, retirando a terrível parte de ser um garoto!
Mineta sempre sonhou em ser molestado ou abusado por garotas, contido entre seus p****s enquanto elas o alisavam e aproveitavam cada parte de seu corpinho para elas usarem, seja de forma boa ou ruim... Provavelmente as duas, uma vez, que suas crenças eram baseadas no prazer que ele sentia. Mas um garoto?! Isso estragaria tudo! Ele nunca poderia fazer algo assim com um garoto! Seu pesadelo tinha que acabar logo! Seu pesadelo precisava de um fim! E rápido! Ele não quer, ele não podia, ele não queria t*****r com um garoto!
-Oh... Não lembra de mim? - Resmungou Midoriya, seu beicinho era visível, junto com seu olhar decepcionante. Para ter certeza que o herói teria uma boa visão dele, Midoriya, se aproximou ficando quase que rosto a rosto. Para Mineta, o rosto de uma garota jamais deveria ser esquecido, mas de um garoto.... Não havia necessidade de se lembrar de um garoto inútil! Principalmente um que ele não havia a mais de dois anos!
-Midoriya...? - Ele perguntou tentando se lembrar vagamente do garoto. Seus cabelos selvagens de planta junto de suas sardas era algo familiar, mas foi necessária uma boa leitura em seu rosto para se lembrar dele. Você poderia o culpar? Midoriya foi uma vaga lembrança para ele, principalmente depois do Ataque, onde Mineta, foi o mais traumatizado.
-Se lembrou! - Quase como um brilho nos olhos Midoriya se sentia mais satisfeito. Não teria graça m***r alguém que m*l sabia os motivos por estar sendo morto... Perdia a graça e francamente era broxante, nesse caso, para ambos. Ao ter a confirmação do esverdeado o garoto de cabelos de uva se assustava, se remexendo bem mais na maca. -Calminha, calminha! - sussurrou Midoriya aproveitando o momento que Mineta abria sua boca para gritar para colocar uma mordaça nele. -Prontinho... Já passou- Resmungou de forma baixa enquanto o olhava.
Com a contorção de Mineta o esverdeado fazia questão de apertar suas amarradas, o garotinho estava desesperado, seus gritos e grunhidos escapavam pela mordaça que começava a ganhar um brilho especial, seus olhos se enchiam de água e seu desespero era notável. Era algo que estava mexendo no coração de seu torturador.
-Bom... Eu realmente me sinto um pouco.... Triste... Por você não se lembrar de primeira.... Isso meio que me vez perder toda a graça... Preparei um discurso e tudo mais para você, mas sua ação me vez nem querer comentar...- Resmungou o garoto enquanto se distancia de Mineta, andando até um corredor, seus movimentos eram perseguidos pelo olhar molhado do menor. -Mas de qualquer forma... Eu preparei um jogo para você, mas no momento, não vamos brincar com ele ainda... Temos que fazer os preparativos!!- Sumindo pelo corredor o garoto voltava correndo, junto de uma mesinha com rodas, um de seus pés era colocado na parte de baixo enquanto ele ganhava impulso e esticava seu outro pé para trás, tentando entrar de forma divertida na sala, obviamente, ele quase tropeçou, mas fingiu que nada aconteceu.
A mesinha na qual Midoriya carregava não passava de uma mesa cirúrgica, havia ferramentas de cirurgia, como bisturis, pinças, afastadores, etc. Forrados com um pelo pano azul claro, quase como se fosse marinho, nas bordas desse pano havia as iniciais ‘I.M’ que o menor julgou ser de ‘Izuku Midoriya’ mas esse não era o caso, o que diabos o garoto pretendia fazer com aquilo era o problema! Ainda tentando se soltar minera percebia que o esverdeado voltava com uma espécie de cabine, improvisado, e uma macia metálica que pelo som estava repleta de gelo.
-Oh, não posso me esquecer do sangue! - Murmurou o feijão verde, dando uma tapinha sobre sua testa, logo saindo pela terceira vez e voltando. Mineta era tão inferior que o garoto não tinha medo de deixá-lo sozinho, na realidade, ele estava apreciando cada reação que o corpo dele tinha quando algo era trazido para perto. Quando finalmente todas as coisas eram trazidas de volta, Midoriya se aproximava de Mineta que negava com todas as forças com a cabeça. -Eu vou colocar a bolsa de sangue em você... Ok? - Perguntou o garoto.
Com um sorriso que se abria de orelha a orelha o garoto segurava o braço do garoto de cabelos roxos e o segurava com força, pegando uma das agulhas de sua mesinha cirurgia ele o espetava pelo menos três vezes até pegar a veia, chegando a colocar a língua para fora e a erguer contra o lábio durante suas tentativas, ele de fato estava se concentrado, e ao conseguir ele a ligava para a bolsa de soro. Mineta, obviamente, se contorcia e tentava dificultar o trabalho do maior, o que de fato dava certo até certo ponto.
Andando para um canto da sala, o garoto acendia as luzes, e com isso Mineta notava que a sala era praticamente composta por coisas sexuais de todo que tipos, desde vibradores a focinheiras. Era um puteiro? Ele o havia trazido a um puteiro?! Se isso fosse um sonho e tirando a parte assustadora do garoto de cabelos verdes, o menor com toda certeza estaria se deleitando.
-Agora... Para seu próprio bem e para meu, eu recomendo que fique paradinho, ok? - Falou Midoriya com firmeza, sua voz estava seria e seu olhar era assustador, sua personalidade brincalhona havia desaparecido simplesmente com aquelas palavras. Se abaixando o garoto pegava um livro amarelo e pela capa, borrada, parecia ser de medicina?! Apenas com o susto do livro, Mineta, desesperadamente lutava e berrava, da maneira que era possível. Midoriya ignorando aquele escândalo abria o livro em uma página marcada e o esticava para se apoiar do outro lado da mesa. -Sério. Pare de se mover, não quero te deixar com uma cicatriz! - Ordenou. Com medo o garoto apenas assentiu com a cabeça e sossegou.
Com uma tesoura com ponta o maior ia até a blusa do traje do uniforme de seu refém e começava a rasga-la com cortes rápidos e limpos, indo do rumo do peito para seu umbigo rapidamente, o menor chorava e soluçava, o que estava começando a incomodar Midoriya. Ignorando aquilo o garoto passou uma espécie de gel contra a pele do menor e a esfregou sobre os p****s de Mineta, antes de olhar para o livro e começar a marcar a pele dele com uma caneta permanente preta. Com um desvio de olhar o menor encarrava fixamente o livro, vendo que a pagina aberta era sobre cirurgia plástica e não demorou muito para ele perceber o que seu sequestrado estava planejando.
Uma vez com a linha pontilhada pronta, o garoto de cabelos selvagens e verdes pegava seu bisturi e diferente das demais vezes ele socava com força o estomago de Mineta ao ver ele se remexendo, seu senso de diversão havia sumido com a palhaçada que ele estava fazendo, talvez sedar teria sido a melhor escolha. Com o soco o corpo dos cachos de uvas estremecia completamente, um alto e abafado grito escapava por sua boca que só piorava ao sentir a lâmina perfurando sua pele.
O sangue escorria para fora e para os lados, o maior um pouco assustado e sem saber muito bem o que fazer deixava o soro na velocidade mais rápida, para repor o sangue perdido, e seguindo as instruções do livro ele usava um sugador para limpar onde estava trabalhando. Demorando algumas horas, bem mais do que planejado, Midoriya havia feito o primeiro buraco, como ele achava que tinha que ser feito, e com um olhar determinado ele pegava uma espécie de silicone e pousava por baixo da pele de Mineta e repetia o mesmo processo do outro lado. Sempre que o menor fechava os olhos ou parecia desmaiar o feijão verde dava um t**a contra seu rosto, o manchando de carmesim, e mais do que obvio, caso ele desmaia-se o maior apenas o esperava acordar para continuar. Os berros e choro, misturados com fungadas e soluções, eram músicas para Midoriya, que aproveitava aquilo perfeitamente.
Com o serviço pronto, Mineta tinha dois pares de peito, obviamente, ambos estavam de tamanhos diferentes e formatos, um estava um pouco mais para cima enquanto o outro estava inclinado para baixo, era estranho? Sim! Mas para seu primeiro trabalho como cirurgião plástico Midoriya não pode deixar de sorrir. Os cortes estavam costurados com a costura simples, mas muito menor e compacta, para não sair com facilidade e o rosto de Mineta era uma confusão de catarro e lagrimas, obvio que foi doloroso e o maior sabia que não o podia culpar por essa situação.
Trocando pela sexta vez, talvez, ele perdeu a conta a muito tempo de quantas bolsas de sangue foram.... Midoriya começava a rasgar as calças de Mineta e com um olhar completamente surpreso, e para dizer a verdade, surpreendente, ele descobria que o garoto era até que... Dotado, assim por dizer. Com um sorriso sádico que finalmente aparecia em seu rosto, Midoriya, pegava um cortador de grama que obviamente estava enferrujado e cortava aquilo que o fazia ser um homem. O desespero e o grito de agonia de Mineta foi tão alto que Midoriya podia jurar que escutou um zumbido de seu ouvido e com o choque tão forte o menor desmaiou.
Acordando novamente, bem mais tarde, naquela noite, ele achava que era noite, Mineta observava um grande espelho acima de seu corpo desfigurado. O anão agora tinha dois pares de p****s e seu amiguinho lá embaixo não existia mais, nem suas bolas, no lugar havia um buraco. Seus olhos não puderam deixar de serem pinicados pelas lagrimas enquanto seu berro babava toda a mordaça. Havia várias cicatrizes no lugar onde o cirurgião havia mexido, mas o ‘IV’ não estava mais em seu pulso... Ele havia sobrevivido? Não. Mineta nunca iria conseguir viver como 'garota'.
-Oh... Você acordou! Finalmente! - Exclamou Midoriya começando a bater palmas, o olhar descrente e agora vazio de Mineta se dirigia para o maior que agora estava usando um terno... Particularmente vulgar... O centro de sua barriga estava um pouco exposto, assim por dizer, e não entrando muito em detalhes Mineta focava no olhar do garoto que começava a aplaudir. -Devo dizer, a cirurgiã foi um sucesso! E com isso nós podemos começar nosso próximo jogo! - O maior começou a rir quase como um lunático, dirigindo rapidamente, quase correndo, até as cortinas e as abrindo, ao ver o que lhe esperava, Mineta estremecia e voltava a chorar de forma desesperada.
Atrás da cortina existia três homens, nus, seus músculos explodiam de seu corpo e chegavam a competir com os de All Might. A respiração de cada um estava quente e ao ver o corpo de Mineta eles saltavam para a grade, os membros de cada um pulsavam e logo endurecia com aquela visão.
-Vou explicar as regras. Cada um deles está... Bem drogado... Em falta de outras palavras.... Seus corpos e seus desejos são puramente sexuais. Se você conseguir saciar eles, todos os três juntos, eu o deixo partir.... Caso contrário, bem, provavelmente você já sabe. - Midoriya deu de ombros enquanto se dirigia para uma escada atrás do palco. -Há, deixe-me só lhe dar uma dica, sua individualidade não está funcionando, você tá com inibidores de quirk, espero que não se importe... E utilize com sabedoria seus três buracos. - Ele não pode deixar de segurar seu riso com a última parte.
Retirando um controle do bolso de trás de sua calça, ele apertava um botão e as algemas que prendiam Mineta na maca eram soltas, o garoto m*l tinhas forças para se erguer, seu olhar era algo vazio, mas ao mesmo tempo repleto de medo, algo que Midoriya estava adorando ver. E ao apertar o segundo botão a cela que continham os três musculosos eram abertas.
De forma selvagem os homens se atropelavam ao correr em direção da ‘mulher’, bufando e babando visivelmente eles agarravam com força o braço fino de Mineta e o puxavam para cima, sem pestanejar o que estava entre os três enfiava seu grosso p*u dentro da boca da criança, o volume era notório na garganta de Mineta, obvio que sua mordaça havia sido retirada antes, e com um pouco de receio o menor apoiava suas mãos contra a coxa do musculoso na tentativa de tirar, uma vez que tinha engasgado, mas sua boca era brutalmente aberta pelo homem ao não gostar do que a ‘mulher’ havia feito. Por trás um dos musculosos agarrava a b***a do garoto de pele branca e socava em seu interior verdadeiro, um ‘splash’ de sangue satisfez o garoto que assistia e o outro desesperado, agarrava e apertava os p****s de Mineta, com tanta força e brutalidade, que o silicone apenas ‘explodia’ e os pontos se abriam, o sangue escorria para o chão enquanto o homem apertava e balançava a pele recém aberta de Mineta.
Mais do que obvio. Mineta não durou alguns minutos com aqueles rapazes. Quando o terceiro tentou enfiar no terceiro buraco do garoto um volume surgiu em sua barriga e o sangue apenas jorrava igual uma cachoeira, seu corpo logo perdeu a vida e de forma óbvia, porém impressionante, o garoto era mutilado vivo pelos rapazes que abusavam de cada parte do garoto, Midoriya, realmente tinha medo daquela d***a após ver aquela cena. Sem perder seu sorriso característico o garoto disparou contra os três homens e saiu do local.
-Espero que na vida após a morte você respeite mais as mulheres...- Cantarolou o esverdeado enquanto procurava uma camisa, era vergonhoso se vestir assim só para entrar no papel, ao se trocar ele pegava seu celular e mandava uma mensagem para Nezu.
Oiiiieeeew!! Sou eu de novo! Tudo bem?! Espero que sim! Enfim, endereço e corpo do Mineta no fim da mensagem, espero que me responda dessa vez. Você nunca conseguiu disciplinar as tendências ninfomaníacas dele, então eu o disciplinei de forma traumática. Espero que não se importe.... Ah! Antes que eu esqueça, venha com uma máscara, o cheiro não é nada agradável.