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Descobri que te amo, quando quase te perdi!

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Sinopse

Quando Aline sofre um grave acidente de carro, Eduardo se vê diante de uma situação que o força a reavaliar sua vida e os seus sentimentos. Durante a recuperação da Aline, que permanece em coma, Eduardo descobre uma verdade que ele nunca imaginou: ela é a adolescente que, há treze anos o salvou de um afogamento no rio, quando ele tinha apenas quatorze anos e fugia de um sequestro.

Há cerca de um ano uma pessoa apareceu na sua frente com o amuleto que ele havia dado a menina na época, ela alegava ser a verdadeira salvadora. Isso fez com que ele, em um momento de confusão e dor, começasse a duvidar das suas próprias lembranças. Ele negligenciou Aline por quase dois anos, dando crédito à história de outra pessoa. Ele iria até o fim para descobrir a verdade.

O amor que Eduardo nunca soubera que sentia por ela começa a emergir, mas é a sensação de perda iminente que o faz finalmente compreender a profundidade dos seus sentimentos.

À medida que Aline luta pela vida, Eduardo começa a sentir um medo avassalador de perdê-la. Esse sentimento de perda o faz confrontar tudo o que ignorou durante todos aqueles anos, o seu casamento sem amor, sua negligência e indiferença em relação a Aline e, principalmente, o amor que ele nunca reconheceu, mas que sempre esteve ali. A revelação da sua gravidez só intensifica essa percepção. Ele percebe que, sem Aline, sua vida não faria sentido, e o arrependimento toma conta do seu coração.

Agora, ele se vê em uma encruzilhada, tentando descobrir como reverter os danos do passado e reconquistar a mulher que sempre amou, mas nunca teve coragem de admitir. A história segue uma jornada de autoconhecimento e redenção, onde Eduardo precisa lutar não apenas para salvar Aline, mas também para salvar o amor deles, antes que seja tarde demais.

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Prólogo 01: Hospital Geral - Área VIP do CTI...
Eduardo Guimarães... Eduardo Guimarães estava trabalhando no celular, sentado ao lado da cama hospitalar, onde a sua esposa estava entre a vida e a morte, devido a um acidente de carro. O carro onde a Aline Guimarães estava, capotou duas vezes antes de bater numa árvore frondosa na beira da estrada. Ela voltava da chácara da família, que ficava na serra da cidade A. Um casal que vinha logo atrás viu tudo o que estava acontecendo e enquanto o motorista acompanhava de perto para tentar ajudar, a sua esposa ligava para a emergência, detalhando o que estava por vir. Eles tinham certeza que o desfecho daquela cena não seria nada bom. Assim que a BMW M4 CS, colidiu com a árvore, pegou fogo imediatamente. O casal desceu do carro e correu para tentar salvar a motorista. Devido à ligação para a emergência antes do acidente, dando a localização na estrada, assim que o inevitável aconteceu, não demorou muito para que a ambulância, o corpo de bombeiros e a polícia chegassem ao local. Por terem agido rápido, Aline não mor*eu carbonizada e os paramédicos conseguiram salvar a sua vida. No hospital tiveram que raspar a sua cabeça, para que os medicamentos pudessem ser aplicados nas queimaduras. O seu rosto não fora atingido, mas 20% do seu corpo tiveram queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus. Assim que Eduardo Guimarães foi avisado sobre o acidente, imediatamente saiu da sua empresa de tecnologia e foi ao hospital para saber da sua esposa. Não porque ele a amava, apenas por ser a sua esposa de contrato e porque a sua avó a amava muito. O que ele não sabia é que este acidente faria a sua vida virar de cabeça para baixo. — Sr. Guimarães, boa tarde! Sou o dr. Leonardo Almeida, chefe do CTI, serei o médico responsável por sua esposa. — Boa tarde Dr. Almeida! Quais são as condições dela? — Bem! Ela está estável no momento, ainda não está fora de perigo, porém, está em coma parcial, não total. — Como assim Dr.? Explique-se melhor! — Ela está lutando pela vida. Há momentos em que ela fala, como se estivesse delirando. Isso não significa que está consciente, que sabe o que diz. A sorte dela foi estar usando o cinto de segurança, mas, mesmo assim, devido o carro ter capotado várias vezes e o impacto ter sido violento, a clavícula está quebrada, apenas imobilizamos. Teve traumatismo craniano, as suas pernas e os seus braços estão queimados. Tivemos que raspar a sua cabeça, para que os cabelos longos dela não grudassem nas feridas e as infeccionasse. Passamos os medicamentos e enfaixamos para amenizar a dor. — Entendi! Ela vai sair deste estado de coma? — Não podemos dizer com exatidão, mas estamos fazendo o possível, as primeiras quarenta e oito horas são cruciais. Se o Sr. não puder ficar, arranjarei uma enfermeira para cuidar dela. — Por enquanto, ficarei. Caso precise sair a trabalho, aviso ao senhor. —Tudo bem! Eduardo voltou para a poltrona onde estava sentado anteriormente e voltou a trabalhar no seu celular. Mas antes de qualquer coisa, ligou para o seu assistente. — Pois não Sr. Guimarães! — Matheus, a minha esposa sofreu um acidente. Por enquanto, não deixe esta notícia vazar, por causa da minha avó. Traga-me, por favor, o meu notebook e os documentos que deixei sobre a minha mesa. Trabalharei por enquanto do hospital. — Levarei agora mesmo! Sr. Eduardo, como está a Sra. Guimarães? — Está em coma. Vou enviar a localização, creio que em meia hora você chega aqui, não é longe do escritório. — Já estou indo Senhor! Como foi dito, em meia hora Matheus chegou ao hospital e entregou ao Eduardo o que ele havia pedido. Eles estavam um pouco afastados da cama falando baixo, para não incomodar a paciente. De repente, ouviram um sussurro e o Eduardo aproximou-se da cama para poder escutar. — Eduardo, ... por que... me odeia... tanto? O que fiz... para que tenhas... este sentimento? Eu te... amo! ... Aline sussurrava com dificuldades. Eduardo ficou cético com aquelas palavras, ficou indiferente como sempre. Ia virar para sair de perto, mas o que ouviu a seguir, fez com que o seu corpo congelasse e não conseguisse se mover. — Quando... te salvei... naquele rio, ... você... prometeu... cuidar... de mim. Ele ficou totalmente desnorteado, parado e olhando para ela incrédulo. Eduardo aproximou-se mais da cama para não perder nenhuma palavra. — Te carreguei... nas minhas costas... até o hospital... da vila, você... me deu... o seu... amuleto da sorte, … disse-me que... era para... procurá-lo... na... Cidade A, ... Que... cuidaria... de mim... como... a sua... irmã. ... A voz fraca da Aline fez com que ele chegasse o ouvido bem perto da sua boca. — Fiquei... tão... cansada... que... desmaiei... na porta... do... hospital... fiquei... desacordada... por... uma... semana... Quando... fui... te procurar... você... tinha... ido... embora. ... A sua voz falhou e em questão de segundos ela começou a gritar. ... Os freios não estão funcionando, meu Deus não me deixe morrer! Eduardo, ela quer me matar! Eduardo, me ajude! ... Ela se mexia freneticamente, Eduardo assustado apertou a campainha, assim que o médico entrou, pode ouvir as últimas palavras que ela pronunciou antes de entrar num mundo totalmente silencioso e escuro. ... O Meu bebê, meu Deus, salve o meu bebê! Eduardo com os olhos arregalados virou-se para o médico, que pelo jeito também não sabia desta informação. — Bebê!???... Dr. Almeida, a minha esposa está gravida? — Sr. Eduardo, eu não sabia desta informação. Vou mandar tirar o sangue dela agora mesmo para termos certeza. Se for confirmado, trarei o aparelho de ultrassom, para termos uma noção de quantas semanas ela está. Eduardo meio atônito olhou para a mulher que ignorou por quase dois anos. Alguma coisa dentro dele mudou. Agora olhava aquela mulher que sempre fora deslumbrante, e que agora, estava apática e sem graça, percebendo que em grande parte desta mudança, foi culpa dele. Depois do casamento arranjado por sua avó ele nunca dormiu no mesmo quarto e muito menos na mesma cama que ela. Mas, ele se lembrou do que havia acontecido há três meses. Se aconteceu, foi apenas uma vez, ele não tinha certeza. Há três meses, após um jantar para fechar alguns contratos com investidores. Quando os clientes já haviam saído, Beatriz entrou com duas taças de vinho e entregou-lhe uma, dizendo que era para comemorarem o fechamento das parcerias. Ele bebeu de uma só vez e disse que ia ao banheiro. Quando estava para voltar para a sala, sentiu-se m*l. Como Matheus estava por perto, percebeu que algo não estava bem com ele, o levou imediatamente para casa. Eduardo não lembrava do que havia acontecido, mas quando acordou na manhã seguinte, percebeu que estava nu na cama e as suas roupas espalhadas pelo chão. Quando ergueu o cobertor, notou uma mancha vermelha no lençol que forrava a cama. Quando desceu para tomar o café da manhã, percebeu que a Aline não se encontrava na sala das refeições, estranhou, porque nesses quase dois anos de casamento, era a primeira vez que tomava café sozinho. No escritório o seu assistente relatou o que havia acontecido na noite anterior. "Que a Beatriz pegou na bandeja do bar duas taças de vinho e um deles estava batizado e acabou sendo bebido por ele. Que o levou para casa quando percebeu que ele não estava bem. Que a sra. Aline abriu a porta e o recebeu, o ajudando a subir as escadas." Se Aline está grávida, só pode ser meu, e se for confirmado, deve estar com dois meses. Uma hora depois o Dr. Almeida voltou com o resultado do exame. — Sr. Eduardo, está confirmado a Sra. Aline está grávida, já mandei trazer o aparelho para fazermos o exame, já deve estar chegando. ... Após o ultrassom o Dr. Almeida tinha a informação que necessitava. — Sr. Eduardo a sua esposa está grávida de nove semanas, que é na realidade, dois para três meses de gestação. Teremos que conversar com um obstetra para sabermos quais os riscos de mantermos esta criança, se os remédios que já usamos ou que precisaremos utilizar afetará a mãe e o bebê. — Sim, marque uma entrevista com ele Dr. Por favor! — Vou providenciar o mais rápido possível, estamos lutando contra um tempo que não temos. Assim que o doutor saiu, Eduardo olhou para o seu assistente com expressão séria. — Matheus, você ouviu tudo o que a minha esposa falou? — Sim, ouvi tudo senhor! Será que o acidente foi criminoso, alguém mexeu nos freios do carro da senhora? A sra. Aline gritou que “ELA” queria matá-la? Quem deve ser esta pessoa? — É isso que vamos descobrir. ... Olhando para o corpo frágil que estava no leito a sua frente, ele falou seriamente: ... — Matheus, verifique quem realmente me salvou do rio quando eu fui sequestrado aos quatorze anos. Quero seguranças de confiança vinte e quatro horas na porta da minha esposa, se alguém quer feri-la descobrirei quem é, e o porquê! CONTINUA!...

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