📓 Narrado por Roberto Monteiro Albuquerque Dina ainda tava rindo daquele jeito dela, corpo largado em cima de mim, peito subindo e descendo, suor misturado com cheiro de perigo e sexo bruto. Quando ela começou a se mexer, pronta pra levantar do meu colo, fui mais rápido segurei firme a cintura dela, colando de novo, sem deixar escapar. — Não sai agora não — murmurei, voz rouca, a mão escorregando nas costas dela, sentindo cada músculo. — Fica aqui. Só mais um pouco. Tá bom demais pra acabar tão rápido. Ela tentou se soltar, sempre arisca, mas acabou ficando, meio rindo, meio revirando os olhos. — Vai se apegar, delegado? — zoou, ajeitando o cabelo bagunçado, boca ainda vermelha das mordidas. — Achei que homem vivido já sabia como funciona. Soltei uma risada baixa, cansada, de quem já

