Contém cenas e palavras inadequadas
Adelie
Quando vi Lev mudar o tom de voz, visivelmente nervoso com a minha frase deprê, fiquei terrivelmente atraída por ele.
Praticamente o ataquei, ansiosa para sentir a textura dos seus lábios nos meus, e sem dúvidas, foi uma escolha sábia.
Ele agarrou a minha cintura, e me jogou na cama com força. Pensei que ele iria recuar, mas voltou a me beijar tão intensamente que seus rosnados e gemidos se misturaram aos meus.
Estávamos de roupas, apenas nos beijando, mas a intensidade de tudo que estava acontecendo naquele momento nos fez balançar.
Eu não posso e não tenho o direito de fazer Lev quebrar suas próprias regras para satisfazer o meu ego, então, com o intuito de nos separar e pegar folego, coloquei minha mão em seu peito, mas ele parecia em outro mundo.
Ele pressionou seu corpo enorme contra o meu, e seu beijo ficou mais áspero, chamando minha atenção na mesma hora.
Lev estava descontrolado, e se eu quisesse conseguiria dobra-lo a minha vontade. Mas não, se ele tem planos bonitos para nós dois, vamos manter tudo do jeito que está.
Tentei virar meu rosto mas ele me pressionou tanto que não consegui. Foi então que deslizei minha mão até o meio de suas pernas, sentindo-o extremamente duro. E sabe, ele tem razão, ele é um rapaz muito “grande” em todos os seus sentidos.
Agarrei seu testículo e apertei, ele rosnou ainda mais alto e abriu seus olhos. Lev mordeu meu lábio quando apertei ainda mais e puxei, o gosto de sangue preencheu minha bola, e o vi piscar algumas vezes.
Ele começou a voltar a si e eu larguei, mas antes, deslizei a mão pela extensão apenas para senti-la e ficar triste por saber que só vou descobrir o gosto do meu homem quando me casar com ele.
_ Perdão... _ Ele murmurou.
_ Tudo bem... você me deve uma ! _ apontei para a minha boca.
_ Droga...
Ele sentou na cama e bagunçou ainda mais os cabelos. Me deitei e puxei seu braço. Ele deitou ao meu lado.
_ Você tem um p*u grande e grosso, espero que seja gostoso! _ Comentei deixando a verdade escapar entre meus lábios.
_ Não diga essas coisas em voz alta, pelo menos não por enquanto! _ Me repreendeu.
_ Me dê sua mão! _ Ordenei.
Mesmo desconfiado, ele cedeu. Coloquei sua mão entre as minhas pernas, de calças, e ele tirou rapidamente.
_ O que está fazendo?
_ Quero que veja como fiquei, e quero que me deixe assim mais vezes, porém, que finalize o que começou! Odeio homens incompetentes! _ A última frase foi brincadeira, e acabamos rindo juntos.
Peguei a mão dele e coloquei novamente entre minhas pernas. Lev deslizou os dedos, sentindo a textura do tecido se misturando com a umidade que ficou após o nosso beijo.
_ Queria poder finalizar... _ Murmurou ele, mais para si do que para mim.
_ Podemos entrar em um acordo...
_ Não!
_ Por favor, Lev. Eu faço dezessete daqui pouco tempo. Só um pouquinho de prazer não vai me fazer m*l! Nem me tocar eu consigo, porque acho estranho e não consigo chegar lá! Já com você só um beijo já me deixa assim! Então por favor... _ Supliquei.
Lev pareceu muito pensativo, e quando pensei que não cederia, ele alisou a minha barriga, colocando a mão por dentro da blusa, depois, seus dedos tímidos deslizaram pelo cos da minha calça.
Não faríamos nada demais, e ele supriria momentaneamente a necessidade que meu corpo estava sentindo.
Ele delineou minha calcinha com os dedos, e quando chegou onde o incomodo me deixava maluca, segurei o gemido.
Os dedos dele deslizaram com facilidade, me arrancando um tremor interno.
Eu queria abrir a boca para falar inúmeras besteiras, mas se fizesse isso, ele se assustaria e não continuaria com o ato.
Sentir seus dedos deslizando entre a minha b****a me fez abrir mais as pernas. Sua respiração ficou pesada, e ele fechou os olhos se concentrando em se limitar a aquilo.
Queria agarra-lo também, mas se eu fizesse isso, toda essa retidão que estávamos mantendo até agora seria em vão, e o sofrimento de Lev também.
Ele parecia rezar internamente, enquanto massageava meu c******s, fazendo-me escorrer entre seus dedos grandes e ásperos.
Agarrei os cobertores, abafando meus gemidos, enquanto um calor estrondoso subia entre minhas pernas, tomava conta do meu ventre e nublava completamente a minha mente.
Lev continuou de olhos fechados, com a mão livre segurando o cobertor e apertando com força, mantendo-se são.
Me perdi completamente no prazer de finalmente poder gozar sem pudor e sem medo algum, pois me sentia completamente segura e estável em suas mãos.
_ Lev.. _ Gemi seu nome, sentindo-me entrar em um espiral de insanidade.
_ Pelo amor de Deus, fica quieta Adelie! _ Ele praticamente suplicou.
E em um o*****o avassalador, senti minhas forças se esvaírem, e as mãos de Lev se afastaram rápido, deixando-me sozinha novamente, mas satisfeita o suficiente para fechar os olhos e desmaiar.
(...)
Meu corpo inteiro estava relaxado, e eu nem sabia que conseguia dormir tanto assim em um lugar que não fosse na minha cama.
Quando abri meus olhos Lev não estava, e havia me deixado sozinha na cama. Sentei, sentindo-me em uma nuvem de algodão.
_ Hum? _ Olhei para o lado e havia uma roupa quente que deixei no outro quarto. _ Ele mexeu nas minhas coisas? _ Perguntei para mim mesma rindo.
Peguei a roupa e fui para o banheiro. Só depois de me despir entendi porque Lev separou uma roupa e deixou a banheira aquecida para mim.
Depois de gozar acabei desmaiando, e fiquei toda molhada por horas.
_ Ele parece um sonho... _ Murmurei.
Me aconcheguei na banheira, e meus pensamentos começaram a me trair.
Ao invés de ficar feliz com o que aconteceu, me senti culpada. Lev se mantem firme porque não me enxerga como alguém pelo qual deveria sentir atração, e mais uma vez eu forcei a barra.
Espero que ele não esteja se sentindo m*l, porque se isso acontecer, eu pego minhas coisas e vou embora hoje mesmo.
Terminei o banho pensando em coisas que preciso resolver a respeito das novas investigações, e também, preciso descobrir de Lev tem alguma outra informação que eu não tenha.
Coloquei a roupa e peguei um casaco que achei no closet pequeno de Lev.
O cheiro masculino inundou meu nariz, fazendo-me sorrir.
Desci as escadas procurando meu noivo, mas não o encontrei em lugar nenhum. Minha barriga deu sinal de vida e fui até a cozinha, encontrando algumas mulheres que estavam fazendo os alimentos que seriam nosso jantar.
_ Boa noite, tem algo para comer agora? _ Perguntei educadamente.
Elas me olharam e ignoraram completamente minha presença.
Eu sei que elas me entendem, porque Alba também é colombiana e todo o time, desde a governanta até o jardineiro deles, fala minha língua e russo também.
Com o silêncio delas, me dirigi até a geladeira, peguei uma maça e dei as costas. Elas cochicharam algo em russo, uma grosseria total.
Eu poderia deixar passar, fingir que não ouvi, mas vê-las me destratarem como se eu não valesse absolutamente nada me deixou chateada.
Peguei uma faca que estava em cima da mesa, e em um arremesso certeiro joguei em direção ao frango enorme que estava entre elas na bancada.
Todos os olhos se dirigiram para mim, olhos de medo e surpresa.
_ Se me destratarem mais uma vez, ainda mais por motivo nenhum, eu juro que quando me casar com Lev vou tornar a vida de cada uma um inferno! Isso se eu não decidir manda-las para uma cova antes disso, entenderam? _ Minha voz saiu firme e audível.
Elas balançaram a cabeça desesperadamente, concordando com as minhas palavras.
Dando-me por vencida sai da cozinha, e virando o corredor para ir até a sala dei de cara com Lev, escorado na parede e de braços cruzados.
_ Ouviu tudo? _ Perguntei receosa.
_ Cada palavra. _ Disse ele com um sorriso de canto.
_ Não fique chateado. Não sou arrogante, apenas não gosto que me maltratem sem motivos.
_ Se depender de mim, nem com motivos vão te maltratar, viborazinha! _ Ele me puxou e depositou um beijo no topo da minha cabeça. _ Vamos para o escritório, meu pai quer conversar conosco! _ Olhei para Lev e abri a boca, mas ele me interrompeu. _ É sobre a investigação, parece que deu frutos.
Abri um imenso sorriso. Agarrei a mão dele e caminhamos pela mansão fria dos Bolshakov.