[CHAPTER 3] – A vida de Dante

1062 Palavras
[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem s****l explicita, violência e conteúdos sensíveis] Anos antes… Dante foi criado com um único propósito, ser o próximo capo. O sucessor do seu pai. Ele e Nino cresceram juntos e com isso foi crescendo uma amizade, um laço inquebrável, uma lealdade mútua, eles eram unidos e dariam a vida um pelo outro se assim fosse preciso. Cada um sabia o seu lugar. Ambos eram importantes e dois ativos na máfia napolitana de muito valor. Assim que eles entram na adolescência e com o término do seu percurso escolar, eles passam a ter treinos mais intensivos, mais cruéis, e muito dolorosos. Mas era o seu destino. Eles sabiam e aceitavam. Por serem os filhos dos dois homens mais importantes e valiosos da máfia napolitana, eles tinham o privilégio de acompanharem os seus pais em algumas missões. Faziam parte do treino, mas eram reais. Isso os tornou ainda mais mortais, mais cruéis, mais frios, mas eficazes. Eles eram vistos como a continuidade e dois ativos na máfia de muito valor. Dante e Nino viveram experiências juntos, eles conheceram o mundo real, o mundo obscuro, o mundo do prazer. Sempre juntos. Como irmãos. Assim que completaram dezassete anos eles começam a frequentar os bordeis de Guido, com os seus pais e como isso eles iniciam a vida s****l deles com essa idade. A primeira vez deles com mulheres foi uma experiência muito prazerosa para eles e com mulheres com muita experiência e que conseguiram lhes dar muito prazer. Depois desse dia eles não pararam mais de ir ao encontro do prazer. Era o alívio. Era o espape. Era o momento deles para aproveitarem a vida e cada vez mais eles tinham gostos mais refinados. Dante, por ser filho de quem era e por ter o destino que tinha, a par de ser um homem muito bonito e com um corpo perfeito, era muito cobiçado. Ele aproveitava bem e usava isso para seu belo prazer, sem culpa, sem remorso. Com apenas dezanove anos, ele já tinha uma longa lista de mulheres com quem se tinha envolvido sexualmente, viúvas, casadas, filhas de homens de negócios, de tudo um pouco, ele tinha as mulheres que queria na sua cama e depois as descartava, As mulheres para ele serviam apenas para o satisfazer, nada mais. Era como um mantra para ele, mulheres só para sexo, nada mais. A história da mãe dele o marcou profundamente e de forma aparentemente irreparável. Para ele a máfia era um bem maior, a quem todos deviam respeitar, que todos deviam defender, e que a leis que ele sabia de trás para a frente eram para ser respeitadas acima de tudo e todos e de todas as coisas. Como toda a sua vivência ele tinha uma visão distorcidas das mulheres e ele não queria sofrer o que o pai sofreu, ele viu, ele sentiu na pele. Dante não queria casar, mas sabia que o teria de fazer, o cargo a que ele estava destinado assim o exigia, mas ele não o faria, muito menos ele amaria, se ele tivesse de ter uma mulher teria, mas nunca teria um filho, Mia asseguraria a continuidade dos Moretti, ela era mulher, ela daria a continuidade, ele não. Embora não fosse claro e evidente, Guido ainda vivia com o peso da traição de Roseta, e ninguém sabia se ele sabia quem era o homem que teve a audácia de se envolver com a mulher dele e a engravidar. Dante queria saber. Ele precisava de saber quem era o homem, ele o faria sofrer assim como a família dele. Anos mais tarde, o pai de Nino é assassinado, ele estava numa missão secreta, numa missão dada por Guido e isso foi um choque para todos, o conselheiro do capo tinha sido assassinado à traição, pelas costas e Nino foi muito a baixo, ele tal como Dante já não tinha mãe, já não tinha ninguém. Nino foi acolhido pelos Moretti, Guido sentia-se responsável por ele. Ele tornou-se ainda mais leal, mais próximo de Dante e dos Moretti. Depois da morte precoce do conselheiro, Dante ficou com esse lugar, o segundo lugar mais importante e o lugar que ele anos mais tarde passaria para o seu grande e único amigo, Nino, Nino era o homem de confiança de Dante e ele não escondia isso a ninguém. O lugar de Dante na máfia foi contestado, muitos achavam que ele era imaturo, inexperiente, e algumas vozes se insurgiram, os Divano eram os porta-voz dessa opinião. Guido não aceitou, os seus apoiantes não aceitaram, Dante era o novo conselheiro mesmo contra a vontade de alguns. Depois de Dante passar a ser o conselheiro do pai, ele passou a ser mais c***l, ele queria mostrar a todos que não concordaram com o posto dele que ele era capaz, que ele tinha o que era preciso, mesmo que não o tivesse de fazer. Ele passou a ser conhecido como o Diavolo (d***o) tal era a sua crueldade. Mesmo com toda a astucia e crueldade, os roubos aos Moretti começam a surgir pouco depois da morte do pai de Nino, algo não batia certo, e tudo parecia que era contra Dante e Guido. Havia quem dissesse que eles estavam a perder o jeito da liderança e que a culpa era de Dante que passava as noites nos bordeis. Dante via as coisas de outra forma. Havia um traidor no seio da máfia. Sempre que havia um carregamento, era descoberto. A rota mudava, mas era descoberta pelos inimigos, - Tens razão – dizia Guido ao ouvir o que o filho lhe dizia – O que sugeres? – perguntava Guido depois de mais um carregamento ser roubado - Ninguém saberá quando e como – dizia Dante seguro das suas palavras – Levo os homens comigo sem saberem para onde e o que iremos fazer, e apanharei o rato – dizia Dante furioso por eles terem sido roubados - Mas se houver um rato ele pode avisar – dizia Guido e Dante sorri e olha para Nino - Ficaremos com todos os telefones, levaremos bloqueadores de sinais, não tem forma de dar errado – dizia Nino ao lado de Dante e Guido consentia com o que ouvia deles e dava a sua autorização para que eles fizessem dessa forma Correu bem durante uns tempos. Os roubos começaram a acontecer novamente, dois anos depois.
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