Capítulo 13 - parte 1

3301 Palavras
Estava claro que aquela seria a noite mais longa da minha vida. Não sei por que não tomava logo uma poção. Eu estava por demais inquieto. Andei de um lado para o outro do meu quarto revivendo o beijo que eu forçara em Harry. Agonia pura. O que ele devia estar pensando? Será que fora embora? Não tive coragem de checar. Podia mandar um elfo doméstico fazê-lo. A c***l verdade, porém, era que estava com medo de saber. Colei o ouvido na parede. Não consegui ouvir nada no quarto ao lado. Talvez ele não estivesse mais lá. Não sei pra onde Harry havia ido depois de me deixar. Comecei a andar de um lado para o outro novamente. Logo faria um buraco no chão. E se eu confessasse a Astoria o meu pecado? E se eu pedisse seu conselho? Loucura. O que eu estava pensando? Eu devia um mínimo de respeito a ela. Mesmo que Astoria soubesse sobre Harry, eu não deveria tê-lo beijado. Não ali. Nem nunca. Despenteei meu cabelo. Suspirei alto. Logo começaria a hiperventilar. Desabei de costas na cama. Fechei os olhos. Eu não iria me entregar. Não essa noite. Seria forte. Eu precisava ser. Ainda teria que encarar Harry de novo. Teria que inventar uma desculpa muito boa para aquele beijo, e para o fato de que eu... Sentei-me de um salto. Eu havia confessado a Harry que o queria. Em voz alta. Como eu ainda estava vivo? Por que o mundo não havia parado de girar? Um barulho na porta do quarto me fez pular da cama. Alguém tentava entrar. Vi o clarão de um feitiço ser usado. Senti as pernas tremerem. Corri para pegar a varinha que estava na beira da cama e lancei um feitiço Estuporante na direção de quem quer que fosse. O contra-feitiço foi poderoso e bastante eficaz. Continuei com a varinha erguida, mas só por um instante. Da porta aberta Harry me encarava com um olhar assassino. Engoli em seco. Senti as pernas bambas. Ele caminhou na minha direção. A porta se fechou atrás dele sem que ele sequer a tocasse ou murmurasse um feitiço. Fiquei parado como estátua, esperando. Minha varinha escorregou da minha mão. Covarde. Só porque ele era o seu verdadeiro mestre e não mais eu. Varinha traidora. Harry chegou bem perto. Consegui manter meus olhos abertos a muito custo. Que cor estaria minha íris? Provavelmente escura, da cor da tempestade. E as pupilas com certeza estavam dilatadas. Como as de Harry. O verde de seus olhos estava terrivelmente escuro também. Entreabri os lábios. O que eu estava esperando exatamente? Deveria fugir. Pra bem longe. Mas fiquei ali, esperando... Nenhuma palavra foi dita. Bem que eu queria verbalizar o que sentia no momento, mas era impossível. Minhas cordas vocais estavam paralisadas. Minha respiração errática se misturou na dele. Os olhos verdes fitaram minha boca por um segundo, e voltaram aos meus olhos. Senti a mão forte se fechar atrás da minha cabeça e me puxar pra frente. Pensei que fosse ser estrangulado, mas não. A partir daí o mundo parou de fazer sentido. Ou talvez tivesse começado a fazê-lo. A boca ardente atacou a minha num beijo avassalador. Apenas me rendi. O que mais eu poderia fazer? Deixei que Harry me prensasse na parede. As mãos afoitas passearam pelo meu rosto e desceram para o meu corpo. A língua aflita se enrolou na minha. Vi estrelas. E constelações. O paraíso. Senti minha mente viajar para outro lugar. Achei que fosse desfalecer. Lutei contra tudo. Contra o meu pânico, contra a vontade de sair correndo, contra o fato de meu corpo estar se tornando gelatina pura. Eu queria tocá-lo, mas até mesmo minha boca tinha dificuldades em acompanhar a fome de Harry. As mãos rasgaram meu robe. Sem nem saber como, me vi seminu. Senti o frio do quarto apesar da lareira acesa. Ou talvez eu estivesse trêmulo por outras razões. Meus m*****s se eriçaram. Gemi quando as mãos de Harry os acariciaram. O prazer intenso desceu até minha virilha. Estremeci. Se ele continuasse com aquilo eu iria gozar. Mas, por Merlin, como eu queria que ele continuasse. Por toda a eternidade. Os lábios de Harry atacaram o meu pescoço, mordiscando-o. Joguei a cabeça pra trás. Abracei-o com força, enterrei minha mão naquela cabeleira n***a farta, algo que eu sempre sonhara em fazer. Puxei-o para mais perto, se é que era possível. Mexi os quadris com desespero. Notei que Harry estava tão e******o como eu, e sorri em triunfo. Harry soltou um grunhido e me beijou até que eu perdesse o fôlego. Quadril com quadril, nos movimentamos. Queria Harry nu, mas não havia como parar agora. Não quando eu já não agüentava mais de prazer. Mordi o lábio de Harry com força quando senti o g**o me fazer estremecer. Harry me acompanhou num gemido estrangulado, quase dolorido. Agarrei-me a ele como um náufrago. Não consegui conter o meu próprio gemido, assim como uma espécie de choro. Recusei-me a soltá-lo quando tudo terminou. Apenas o abracei com mais força e encostei minha cabeça em seu ombro largo. Sua respiração ofegante combinava com a minha, assim como a batida apressada de seu coração. - Malfoy... Preciso respirar... – ele reclamou, suas mãos fechando-se nas minhas para me afastar de seu corpo. Certo, talvez eu estivesse segurando-o com força excessiva, mas o que eu deveria fazer? Não queria que ele simplesmente desaparecesse. Olhamo-nos. As mãos de Harry seguravam as minhas como garras. Franzi o cenho a espera de sua reação. Tinha medo, era óbvio. Não sabia o que esperar daquele Harry Potter. Talvez ele simplesmente fosse se livrar da prova do crime lançando em mim um feitiço de memória. Como se eu fosse deixar que ele apagasse da minha mente o que acabara de acontecer. De jeito nenhum. Morreria lutando se fosse preciso. Uma das mãos fortes se ergueu. Fechei os olhos achando que seria nocauteado, mas me surpreendi ao receber um carinho no rosto. Arregalei os olhos. Embora os olhos verdes continuassem duros, o resto de Harry era brando. As mãos já não me apertavam mais. Apenas traçaram meu rosto, meu nariz, minhas bochechas, meus lábios, meu queixo, e desceram para o meu pescoço. Derreti. Com o cuidado de quem lida com um animal selvagem, me aproximei até que minha boca tocasse a dele. Saboreei seus lábios por alguns instantes sem nenhuma reciprocidade, mas logo senti as defesas de Harry se esvaindo e sua boca respondendo a minha. O beijo foi delicado, mas não menos prazeroso. Pude ouvir uma música suave ao longe. Violinos. O beijo se intensificou. Nossas línguas executaram uma dança perfeita. Tomando coragem, comecei a desabotoar sua camisa. Ele não me impediu, o que considerei um sinal para continuar. A camisa escorregou para o chão. Deixei que minhas mãos acariciassem aquele peito forte. Harry respirou fundo e fechou os olhos. Eu não fazia ideia do que estava fazendo. Nunca havia dormido com outro homem. Não desejava outros homens. Apenas Harry. Mesmo inexperiente, sabia que queria tocá-lo por inteiro. Queria sentir seu gosto, inalar seu cheiro, me fundir a ele. Agi por puro instinto. Logo minha boca tomou o mesmo rumo das mãos. De presente, Harry estremeceu e gemeu. As mãos nos meus cabelos não estavam ali para me parar, mas para me incentivar a continuar. Desabotoei o jeans e tive prazer enorme ao desnudar as pernas torneadas. Sapatos ao longe, assim como o jeans e as meias. De obstáculo restava apenas a sunga branca manchada com o g**o de antes. A ponta do mastro endurecido já me esperava molhada. Finalmente livrei Harry da última peça de roupa que estava no caminho. Não era algo que eu realmente pensara em fazer, mas agora que estava ali, de joelhos, tendo aquela visão na minha frente esperando por mim, não hesitei. Toquei a ponta com a língua e com a mão direita o acariciei. Senti-o pulsar. Sorri satisfeito. Abri mais a boca e consegui abocanhar um bom tanto do m****o ereto. Harry estremeceu visivelmente e gemeu algo que não entendi. Eu estava ocupado demais no momento. Foi uma experiência e tanto senti-lo crescer em minha boca. Saber que eu proporcionava tanto prazer a Harry quase me fez gozar novamente. Sabia que Harry estava perto, portanto apenas acelerei o movimento. Não me importava de experimentar seu g**o. Pelo contrário. Ele protestou algo e me puxou pra cima. Foi um choque. Não queria ficar longe dele, não quando eu o tinha daquela forma. Fui jogado na cama, mas logo senti o corpo dele sobre o meu. Harry desabotoou minha calça e a tirou. Depois foi a vez da minha sunga. Eu agora estava totalmente nu, e a visão não era nada bonita. Não era nada comparada a beleza radiante de Harry. Tive vontade de me cobrir. O que vi nos olhos de Harry, porém, não foi repugnância. Seus olhos percorreram meu corpo acompanhando sua mão. Ele parecia querer guardar cada pedaço de mim. Senti lágrimas nos olhos, mas me apressei em segurá-las. Seria ridículo demais chorar numa hora daquelas. Eu não era nenhum virgem. Pensando bem, talvez eu fosse. - Você realmente precisa ganhar algum peso. – foi o comentário rude, mas antes que eu protestasse, ele continuou, - Você parece tão frágil... Tão delicado... Sua pele é tão suave... Ele beijou meu umbigo. Fechei os olhos. Estava no paraíso. Se tudo aquilo fosse um sonho apenas, então que eu vivesse nele pra sempre. Harry não tomou meu m****o em sua boca, mas sua mão foi mais do que suficiente para me levar a loucura. Ele me acariciou com tanto cuidado que tive vontade de gritar para que ele parasse de ser tão cavalheiro. Abri as pernas o máximo que pude para que ele ali se aconchegasse. Meu corpo pegou fogo ao sentir o dele colar no meu. Nossas bocas se encontraram. Agarrei a nádega perfeita. Felicidade pura. Harry me beijou com mais força. Seu peso parecia querer me esmagar. O que eu realmente queria era me fundir a ele. Sabia muito bem aonde aquilo iria nos levar, e tinha medo. Meu maior medo, porém, era de que ele parasse. Ouvi Harry murmurar alguma coisa. Senti seus dedos procurarem minha entrada, me alargarem com um liquido gelado. Senti arrepio e dor, mas que logo passou. Também o vi rasgar algo. Camisinha. Como ele conseguia ser tão prático numa hora como essa? Sorri. Senti seu peso novamente, e seu m****o me procurou. Senti-o querendo me rasgar até que estivesse inteiro dentro de mim. - Ah. – gemi alto. Meu coração disparou. Meu corpo todo tremia. Harry me abraçou e me beijou com tanto carinho que gemi outra vez, tanto de dor quanto de prazer. Quando ele começou a se movimentar, senti meu corpo todo se abrir. Já não consegui mais segurar minha voz. Era preciso vocalizar o que eu sentia. Não havia outra forma. - Ah... Harry... Harry... Não foi minha intenção, mas acho que o arranhei diversas vezes na minha tentativa de trazê-lo para mais perto. Ele não pareceu se importar. Os movimentos tornaram-se mais rápidos e desesperados. Os gemidos também. Senti algo molhado escorrer dos meus olhos para o lençol. Lágrimas? Que se dane. Simplesmente me entreguei ao momento. Cada vez mais perto, mais intenso, até a explosão final. Acho que nunca senti um g**o tão forte. Parei de respirar por instante, tão perdido estava nas sensações. Harry me seguiu pouco tempo depois com um gemido angustiado e mais alguns empurrões. Foi lindo ver seu rosto se contorcer de prazer. Beijei-o. Surpreendentemente, consegui conter a declaração de amor que parecia na ponta da língua. Harry demorou um pouco para sair de cima de mim. Não que eu me importasse. Pelo contrário. Sentir seu calor por mais tempo me fez um bem enorme. Quando ele finalmente saiu, senti o frio da noite em todo o meu corpo. Estremeci. Harry apenas me deitou com mais cuidado e nos cobriu. Não soube o que dizer. Nem acho que havia o que dizer. Se eu abrisse a boca talvez estragasse tudo. Era melhor ficar calado. - Tudo bem? – ele perguntou. Mordi a bochecha para evitar que eu fizesse um comentário tipicamente Malfoy. Não era hora. Eu tinha Harry ali. O que mais eu poderia querer? Que meu lado Malfoy ficasse adormecido por um tempo. Portanto, apenas assenti. - Você está tão quieto que estou começando a ficar com medo. – foi o comentário tipicamente Potteriano. Franzi o cenho. Tudo bem. Ele tinha o direito, não tinha? Harry deu um sorriso. - Por que simplesmente não diz o que pensa ao invés de se segurar como está fazendo? Seu rosto está vermelho, e eu sei que é de raiva. Fiz uma careta. - Não estrague o momento, Potter. - Ah. Ele fala! Tive vontade de lhe mostrar a língua. Harry deitou a cabeça no travesseiro e ficou me olhando. Senti-me como se fosse objeto de estudos. Meu rosto esquentou, mas não foi de raiva dessa vez. Conversar seria o caminho para o desastre. Mas eu não conseguia mais me segurar. - O que foi? – perguntei. - Eu devia voltar pro meu quarto. - É, acho que sim. - Mas... Desgraçado. Por que é que eu tinha que dizer tudo? Por que ele simplesmente não podia dizer o que pensava do que acabara de acontecer? Era tudo culpa dele afinal de contas. Ele veio ao meu quarto e me atacou como um animal selvagem. Por que simplesmente não me dizia que queria ficar ali? - Não há nenhum 'mas'. – disse, mentindo descaradamente. Eu era um i****a. Meu orgulho ainda era mais forte do que todo o resto. Harry sorriu e duas covinhas se abriram em suas bochechas. Tive vontade de suspirar como uma donzela apaixonada. - Claro que há. – ele disse, fechando os olhos. – Quer que eu vá embora? - Por que veio aqui? Ele abriu os olhos e franziu o cenho. - Não é óbvio? - Você me deseja. Era um fato. Um fato que só agora eu realmente me dera conta. Meu coração deu um pulo tão grande que pensei tê-lo visto quicar e sair pulando pelo quarto. Harry deu uma risada deveras amarga. - Óbvio de novo, Malfoy. Calei-me, não porque não tivesse mais perguntas. Tinha todas e mais um pouco. A principal delas era sobre Gina. Na minha mente, e para o mundo bruxo todo, o casamento dos dois era mais do que perfeito. Era a epítome do verdadeiro amor. O que dera errado? E por quê? Eram tantas as perguntas flutuando em minha cabeça que foi por esse mesmo motivo que decidi ficar quieto. Que se dane tudo. Eu tinha Harry Potter ali, ao meu lado, na minha cama. Melhor me preocupar com as conseqüências depois. Senti seus dedos acariciarem meus lábios. Entreabri-os, pronto para a rendição. - Está calado de novo. – ele apontou. - Prefere que eu fale, ou prefere que eu faça isso? Num gesto mais do que ousado para uma pessoa fria como eu, beijei-o. Deitei-me sobre ele, novamente me regozijando com o contato de nossos corpos suados. A boca de Harry me aceitou por inteiro. Mais importante do que tudo, ele me aceitou por inteiro. Suas mãos passearam pelo meu corpo, apertaram minhas nádegas, me trouxeram para mais perto. Aprofundei o beijo e fui recompensado com a língua aflita procurando a minha. Eu estava mais vivo do que nunca. Meu corpo pegava fogo novamente. Era incrível. Eu o queria de novo. E de novo. E de novo. Nem mesmo percebi quando comecei a me mover sobre ele, primeiro lentamente, depois com mais rapidez. Eu não era o único novamente aceso. Harry também estava. Sorri. - Bastardo sexy... – ele murmurou, mordendo meu lábio ao notar meu sorriso travesso. Tinha certeza de que nossos lábios estariam seriamente inchados no dia seguinte, mas quem se importava? Ser chamado de bastardo sexy por Harry Potter me deixou e******o. - Devíamos parar... – ele sussurrou quando minha mão juntou nossos membros. - De jeito nenhum... – murmurei de volta. Nem em um milhão de anos. - Mas... Calei-o com um beijo. - Nada de 'mas', Potter... Não essa noite. - Isso é loucura... - E só agora você percebeu? Ele me virou na cama, invertendo nossas posições. - Não. Percebi há muito tempo... – sussurrou ele, correndo a boca pelo meu abdômen. Ficava cada vez mais difícil soar coerente com ele me torturando daquela forma com a língua. A boca finalmente pousou em meu m****o. Gemi. Não esperava que Harry o fizesse. Nem que ele fosse o mais habilidoso na arte do Fellacio, o que ele realmente não era. Acho sinceramente que ficaria desapontado se ele o fosse. Significaria um Harry Potter deveras experiente com outros homens, e isso seria horrível demais. Eu queria ser o único homem na vida dele, assim como ele era o único da minha. Mesmo não sendo experiente, seu entusiasmo e cuidado mais do que compensou. - Eu te quero. Muito. – soltei sem querer. Harry parou o que fazia para tocar sua testa na minha. - O que você quer? - Você. Dentro de mim. – confessei com uma voz que definitivamente não era minha. Ele fechou os olhos como se agonizasse. - Não é uma boa ideia... É claro que era. Ele não podia estar me rejeitando. Não quando a gente havia chegado tão longe! Não era essa a intenção de Harry, no entanto. Ele estava preocupado comigo, com a minha saúde. Percebi isso em seus olhos. - i****a. Eu estou bem. – assegurei. Fiz com que sua mão tocasse o meu m****o pulsante. - Acho que estaria assim tão e******o se não estivesse? – continuei. – Magia me deixa cansado, Potter, não sexo. Não que eu realmente soubesse, mas não era hora de ficar preso a conjecturas inúteis. Eu estava pouco me lixando para a minha saúde no momento. Só o que queria era Harry novamente. - E você preocupado comigo é tão bonitinho... – provoquei. A reação foi imediata. A penetração também. Senti dor novamente, mas logo fui tomado pelo prazer intenso de ter Harry Potter me preenchendo. Nada de camisinha dessa vez. Ainda bem que já estava lubrificado ou a dor talvez sobrepujasse o prazer. Felizmente não foi o caso. Foi ainda melhor sentir Harry sem nenhuma barreira. Ele pareceu sentir a diferença também. Os olhos verdes brilharam como jóias. Seu corpo estava tenso. Sabia que ele tentava ao máximo se controlar, mas já era tarde demais. Há muito o controle havia abandonado aos dois. Senti o m****o de Harry atingir um ponto vulnerável e gritei involuntariamente. O prazer se intensificou e eu senti medo. Agarrei-me a ele, arranhando-o novamente. A cada estocada um gemido diferente escapava da minha boca. Eu já não me reconhecia. Harry também não. Ele parecia maravilhado com os sons que saiam da minha garganta. Como vingança, apertei seu m****o dentro de mim. Sorri ao ouvi-lo soltar um grunhido tão primitivo quanto o próprio tempo. Com um novo poder sobre ele, Harry chegou rapidamente ao orgasmo. Ao sentir o seu g**o em mim, gozei também. A tensão tomou conta do meu ser por um breve instante, depois todos os músculos do meu corpo relaxaram. A exaustão agora era incontrolável. Eu queria poder continuar. Queria mais. O sono, porém, era praticamente impossível de ser domado. Fechei os olhos. - Malfoy? Não tinha forças para responder. Eu rapidamente entrava para o mundo dos sonhos. Desfaleci no travesseiro. - Draco... – ouvi Harry perguntar um tanto quanto preocupado. Sorri para que ele soubesse que eu estava mais do que bem. Estava no paraíso. Só o que precisava agora era de descanso. - Idiota... – ele sussurrou no meu ouvido. Em seguida me beijou a fronte. Como eu queria ter tido força suficiente para retribuir o gesto...
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