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Amor destinado.

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intro-logo
Sinopse

Georgiy nunca quis um relacionamento para si, nem mesmo acreditava no amor.

Isso por que viveu toda a sua vida vendo sua mãe sofrer em um casamento que ela nunca quis.

Viveu toda a sua vida sem qualquer interesse em um relacionamento amoroso, e mesmo que achasse alguém, não saberia como agir com essa pessoa.

Halina vivia em um mundo envolto por amor, viveu com sua mãe até o dia em que teve que ir embora, foi feliz todos os dias ao lado dela.

Tudo que quis quando saiu dos braços de sua mãe foi apenas encontrar alguém que amasse.

Acontece que esses dois se batem por uma obra do destino.

Tão brincalhão como o destino é, as coisas começariam a mudar, logo que os olhos dos dois se encontrassem.

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Começo.
2 anos antes. --- Pegue isso querida e vá, assim que chegar no local do endereço desse papel, procure por Alexander. --- Mas mamãe não quero deixar a senhora. Algumas lágrimas desciam pelo rosto de Halina, era um dia chuvoso e com uma áurea triste demais pra o coração doce daquela jovem mulher. Não gostaria de deixar a mãe ali. --- Vá querida, e nem pense em olhar para trás, nós duas sabemos que não viverei, mas você meu bem, precisa ter uma chance, e viver como quiser, sem pagar pelos meus erros. Ivana era uma mulher forte, mas havia feito muitas escolhas erradas em sua vida, sabia desde sempre que um dia pagaria por esses erros, mas achava injusto que sua menina pagasse com ela também. Ela agarrou a mão de Halina e a puxou até a entrada da floresta que havia ali, não era uma floresta densa desse modo Halina conseguiria chegar ao seu destino sem grandes dificuldades se fizesse o que sua mãe lhe instruiu. Enquanto a mãe a puxava pela mão ela sentia seu coração doer a cada passo, desde que se lembrava sempre era somente ela e sua mãe, a amava de todo coração e a admirava também, e em saber que iria para um lugar desconhecido e que poderia nunca mais a ver novamente sua mãe, isso deixava o seu coração muito apertado. --- Tá tudo bem minha menina, apenas vá e faça o que lhe ensinei a fazer, não se esqueça de sempre pensar antes de fazer uma escolha e não faça nada quando estiver em um momento de raiva, sei que errei com você, mas a amo mais que tudo, e dará tudo certo hum? Só quero de todo o meu coração que viva bem e feliz, escute a sua mãe e tenha uma vida boa do jeito que deseja. Halina a abraçou aos prantos nunca pensou que a separação dela e de sua mãe aconteceria tão cedo, sempre rolava em sua cabeça os pensamentos de que viveriam ali para sempre, longe de toda a confusão que era o mundo e de todas as maldades que havia nele, mas no fim suspeitava que a realidade era outra. E realmente era, estava agora se despedindo de sua mãe, sabendo que poderia nunca mais voltar ali novamente. Apesar da casa que moraram por anos ser muito simples, foi ali que Halina viveu seus dias mais felizes e seria as lembranças mais bonitas que levaria em sua memória. Nunca seria capaz de esquecer tudo aquilo. Depois de um forte abraço e uma longa despedida Halina seguiu seu caminho com o coração na mão, não olhou para trás, pois tinha medo de querer ficar ali e nunca mais sair de perto da sua mãe. Precisava ir embora, desde sempre de alguma forma sabia que esse dia chegaria mas não imaginou que seria tão rapidamente. Desde pequena sua mãe sempre a educou muito bem, a ensinou a ler, escrever, fazer cálculos e até mesmo a mexer em computadores, incluindo haquear um, sabia cozinhar todo tipo de culinária existente no mundo, e ainda sobre etiqueta, Ivana ensinou de tudo um pouco a sua filha, já sabendo que algum dia teria que fazê-la partir. Não se arrependeu em momento algum pelo erros que cometeu em sua vida, se sentia angustiada por ver sua menina ir embora mas no fundo ela tinha certeza que Halina teria uma vida boa longe dela. Afinal ela era filha de Ivana, mulher forte, que apesar de todas as más escolhas de sua vida, prefiriu fugir com ela a deixá-la para trás com um homem tão r**m. Naquele momento percebeu, que nunca sentiria arrependimento, teve uma vida confortável com Halina e lhe ensinou tudo que pôde, foi feliz nos anos que passou ali com sua filha, ainda que morresse, morreria feliz, teve alguém que amou, e lhe proporcionou amor na mesma medida. No final, tudo que sempre procurou em sua vida foi por amor, e se não tivesse feito tantas escolhas ruins, nem mesmo saberia como é senti-lo. Halina seguiu o caminho que a mãe havia lhe ensinado, sempre tomando cuidado pra não encontrar com alguém por onde passava, sabia um pouco de autodefesa mas se fosse uma pessoa mais forte não teria muito o que fazer por esse motivo optou por ir sempre nas sombras. No caminho sentiu fome, a sorte que tinha levado uma mochila bem abastecida com comida e água, era uma longa caminha de 2 dias, precisaria de muita força se quisesse chegar ao seu destino. Durante todo o trajeto foi pensando em sua mãe, no que poderia acontecer com ela a partir daquele momento, mais uma vez se sentiu triste, talvez sua mãe morreria e nem mesmo saberia da notícia, pois a mesma lhe fez prometer que não voltaria ali, não se estivesse sozinha, e tinha medo de que não encontasse uma pessoa que gostasse dela a ponto de a levar até a sua mãe novamente. Após uma longa caminhada se sentiu cansada, precisaria parar um pouco para que pudesse continuar, encontrou um bom lugar e se sentou encostada em uma árvore, tirou os sapatos que calçava e massageou os pés um pouco, estavam doendo, mas não mais que seu coração que transbordava de tanta tristeza. Abriu a bolsa para comer algo antes de continuar, quanto menos parasse pelo caminho, melhor seria para ela chegar mais rápido, e haveria menos riscos de algum estranho a pegar no caminho. Não sabia se era sorte ou se era destino, mas agradeceu por não ter encontrado ninguém pelo caminho, avistava o restaurante que a sua mãe disse e parou ali, deu um longo suspiro e se sentiu aliviada por chegar bem ao seu destino, assim que entrou notou um lugar aconchegante e cheio de clientes, as pessoas conversavam entre si e davam risadas, sentiu falta de comer com sua mãe, e de cozinhar as refeições com ela, se encaminhou até o balcão e chamou por Alexander assim que ele apareceu ficou surpreso, conhecia Ivana e jamais se esqueceria do rosto de uma amiga que teve por tantos anos e em muitos momentos lhe estendeu a mão, sabia que aquela garota era filha dela. Depois de irem para os fundos do restaurante ela abriu a mochila que carregava e lhe entregou o bilhete. "Ivana - Confio em você Alexander, procure um lugar seguro para a minha menina, ela sabe fazer de tudo então pode trabalhar em alguma casa segura, faça esse último favor a sua velha amiga." Alexander pensou por um segundo não sabia como deixaria a menina em um lugar seguro e que não a encontrasse, depois de alguns minutos se lembrou que o chefe de uma organização local procurava uma cozinheira para sua casa e se aquela menina tivesse o talento da mãe se sairia muito bem, ficou um pouco receoso não sabia se lá seria um bom lugar para a garota, se soubessem da história dela, com certeza a matariam sem antes pensar. --- Eu sei onde estará segura, lá eles não lhe faram perguntas se não fizer nada de errado e não terá problemas se seguir na linha, você tem o sobrenome da sua mãe então não terá problemas quanto a isso, tome cuidado e não fale nada sobre a sua vida ou sua mãe, se perguntarem sobre familiares diga que é órfã, para evitar atenção desnecessária. --- Tudo bem. Ele escreveu o endereço em um pedaço de papel e o entregou a Halina, depois de agradecer ela saiu novamente caminhando pelas ruas, se sentia muito cansada mas teria que continuar firme. No momento em que chegou na frente dos portões da mansão ficou impressionada com tanta beleza, era uma casa grande com um lindo jardim, deu um largo sorriso, se fizesse tudo corretamente, viveria bem ali, sem ter problemas. --- Senhor, estou aqui para a vaga de cozinheira. --- Espere um momento. O segurança depois de conversar com alguém a liberou, ela entrou pelos portões e se por fora parecia bonito por dentro era magnífico, ela continuou observando os detalhes tudo parecia como num sonho era uma decoração simples mas sofisticada demais para seus olhos, quando ouviu passos na escada se virou na direção e assumiu a compostura. Ainda bem que sua mãe havia lhe ensinado bem caso contrário estaria em apuros, em uma casa tão majestosa como aquela, precisaria ter um certa postura. --- Deve ser a garota que veio para vaga de cozinheira, sente-se por favor. Halina se sentou e esperou que o homem falasse. --- Me chamo Georgiy. --- Halina senhor. Ele assentiu. --- Sabe muitos tipos de culinária Halina? Sempre tinha algumas visitas que preferiam pratos de outra culinária, se fosse contratar alguém, essa pessoa teria que saber cozinhar todo tipo de comida. Halina - Sim senhor, e muito bem, qualquer tipo de prato que me peça. Georgiy pensou por um momento, só naquela semana dezenas de mulheres passaram por ali, e nenhuma sabia fazer o prato de que mais gostava como sua mãe fazia, se aquela garota realmente soubesse cozinhar, talvez soubesse fazer o seu prato preferido. --- Sabe como fazer solyanka? Halina fez um gesto afirmativo, Georgiy depois da afirmação apontou para a cozinha, saberia agora se ela poderia fazer o prato como gostava ou não. Todas as mulheres que passaram por ali pela vaga de cozinheira, sabia fazer o mesmo prato, mas não como a sua mãe sabia fazer, desde que houvesse alguém que fizesse o prato com o mesmo gosto, contrataria sem nem pensar duas vezes. Desde que sua mãe havia sumido não existia sabor em outras comidas, não sentia a mesma sensação de quando era a sua mãe a cozinhar para ele, isso já fazia quase dez anos, comia por necessidade e não por que sentia vontade de comer, para ele eram apenas mistura de temperos e alimentos sem gosto nenhum, o que parecia era que não tinha paladar nenhum para comidas que não fosse as que sua mãe lhe preparava. Naquele momento fechou os olhos e desejou de todo o coração que aquela garota na cozinha soubesse fazer o prato com o mesmo gosto que só a sua mãe sabia fazer, uma coisa que ela sempre falava, era que se você deseja algo de todo o seu coração esse desejo se realiza e inesperadamente, nunca duvidou de sua mãe, e tudo que queria era que aquele desejo se realizasse. Já Halina sorria internamente, sabia fazer solyanka como ninguém, o primeiro prato que a mãe havia ensinado era aquele, sempre lhe contou que era o prato preferido dela por que tinha aprendido junto com uma amiga de infância que tivera, não seria uma missão tão difícil assim, e se a sua contratação dependesse daquele prato, com toda certeza seria contratada. Conseguiria ficar ali sem muito esforço.

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