Desejo.

2200 Palavras
--- Não sei muita coisa, minha mãe só contava as histórias de adolescência das aventuras que as duas tiveram, e de como era feliz naquela época. Georgiy suspirou, essas histórias a mãe também contou. --- A minha mãe contou essas histórias também. --- Onde vocês moravam antes dela sumir? Talvez tenha algo lá. --- Não sei se tem, mas por enquanto não procuraremos ainda, temos que ter cautela agora. Ela concordou, sabia que tudo que envolvia a sua mãe e Tanya era muito perigoso, era necessário muito cuidado. Era um mistério sem fim. --- Primeiramente seu avô precisa parar de querer mata-lo por um tempo, e com certeza estarei em sua mira também. --- Tenho que dar um jeito nisso, o mais rápido possível. Já que não fez o que ele pediu, vai querer mata-la também a partir de agora. Depois da conversa Halina seguiu para a cozinha, gostava de passar seu tempo ali, a melhor coisa que a mãe tinha a ensinado era a cozinhar. Viu Nikolai passar pela porta, se perguntou o que acontecia, já era muito tarde. --- Precisa nos acompanhar em um lugar Halina, vai ser rápido, mas não pode ficar aqui sozinha. Ela subiu as escadas para trocar de roupa, apesar que não era uma roupa tão r**m não sairia daquela forma. --- Fique colada em mim hum? Não é um lugar muito bom. Saíram no carro dele, durante todo o trajeto Halina foi observando as ruas, nunca havia saído pra muito longe, comprava suas coisas pela internet, que eram entregues por um dos soldados de Georgiy, desse modo, era raro ela sair de casa. Notou se tratar de uma boate, e viu claramente que estava lotada, se não ficasse perto de Georgiy com certeza se perderia ali, o lugar não tinha espaço para se locomover sem que se esbarre nas pessoas. Ele agarrou a mão dela e saiu caminhando para dentro. Halina começou a reparar em suas costas, ele era alto, tinha 1.90 fácil, era forte e tinha o cabelo bem arrumado, a barba era rala, daria uma boa sensação no beijo, o achava bonito, era primeira vez que reparava nele realmente, e gostou do que viu. Pelo caminho esbarrou em algumas pessoas, mas sua mão não foi solta por ele, ainda bem que ele tinha mãos firmes, e comparadas as delas até que era grande. Ele só soltaria se quisesse. Pararam em uma das várias portas que havia naquele corredor. --- Me espere aqui Halina, e não saia. --- Não vou sair. Ouviu a porta sendo trancada atrás de si por fora. --- Como se fosse possível sair com a porta trancada. Revirou os olhos e olhou para o quarto, abriu a boca em choque e ficou vermelha da cabeça aos pés, não era um quarto comum, e sim de s**o, viu vários objetos que eram usado para essa finalidade e se sentiu envergonhada, deveria quebrar uma panela na cabeça de Georgiy, isso sim. Não era de toda inocente e sabia o que era s**o, mas se sentia envergonhada por estar ali, talvez por nunca ter tido a experiência do s**o, conhecia cada objeto ali presente, mas muitos deles ela ainda não tinha visto pessoalmente. Decidiu direcionar sua atenção para outra coisa ou ficaria mais envergonhada ainda, estava começando a se abanar. Georgiy seguiu para o escritório do local depois de deixar Halina no quarto, deu de cara com Andrei. --- Causando problemas Andrei? Andrei era um de seus aliados, tinha alguns negócios com ele, o homem tinha ido ali naquela noite somente para se divertir, mas além disso encontrou algo muito melhor, e que estava interessado. --- Longe de mim Georgiy, me interessei por uma garota, mas parece que seu gerente não quer me deixar levá-la. Quem gerenciava o lugar era Marcel, Georgiy sabia que ele se envolvia as vezes com as garotas dali, mas não se importava desde que não fosse contra a vontade delas, e nunca soube de algum caso que ele tenha forçado as garotas. Não força-las a ter r************l era uma regra da sua boate e todos sem exceção deviam seguir cumprir, não gostava de nada fora dos eixos. --- Explique-se Marcel. --- A garota não pode sair agora chefe, chegou só a dois meses, e faz sucesso com os homens. Ele não falou a verdade e Georgiy percebeu que não, odiava que mentissem para ele, e o seu gerente fazia aquilo muito m*l, não sabia nem mesmo disfarçar. --- Espero que não minta novamente Marcel, ou os seus dias estão contados, se a garota quiser pode ir com Andrei, se não, ela fica. Chame a garota Nikolai. Na verdade Marcel só queria ter a garota antes que alguém se interessasse por ela e a levasse, todas que passaram por ali não o recusou, mas aquela mulher sim, e ainda o chamou de nojento, teve seu ego ferido, e queria ter ela a todo custo. --- Olá senhor. A garota cumprimentou Georgiy, não sabia o nome dela, nem de nenhuma que havia ali, só se importava realmente se estavam ali por vontade própria ou não, o resto era por conta do gerente, e as vezes de Nikolai que o ajudava. --- Quer ir com Andrei ou prefere ficar? Direto ao ponto. Yelena pensou por alguns segundos, desde pequena nunca teve uma vida fácil, passou fome e por muitos momentos ruins também, não estava em condições de escolher ficar ali para continuar sofrendo, apesar de não saber o que a esperava, teria que tentar antes de chegar a uma conclusão. --- Eu irei senhor. --- Problema resolvido. E você Marcel, outro deslize e não vou mais ouvir o que tem a falar, partirei pra parte mais animada. Tinha perdido a garota, quando a mesma chegou ali, pensou que poderia levá-la para a cama fácil, mas se enganou, não teria a chance de se deitar com aquela mulher, Andrei não daria oportunidade para ela voltar ali novamente. Georgiy saiu do escritório em direção ao quarto que Halina estava, quando abriu a porta a viu dormindo, se sentiu extremamente e******o em a ver dormindo ali naquele quarto com todos aqueles objetos ao seu redor, uma ereção surgiu e agarrou o seu m****o forte, seria uma noite longa, muito longa. A pegou nos braços e levou até o seu carro. --- Hum, aqui é quentinho. Tudo que a bonita fez foi se aconchegar ao corpo dele, sorriu com a falta de preocupação da parte dela. Saiu com o carro em direção a sua casa. Halina ainda não tinha acordado, teria que pegá-la no colo novamente, não tinha problema em fazer isso, ela tinha um corpo bem formado, pelos exercícios que fazia, mas não era tão pesada assim, na verdade achava o corpo dela esplêndido. A colocou na cama dela e depois de cobrir com o cobertor saiu dali antes que fizesse uma besteira, estava começando a ter desejos por ela e isso não era bom, ou talvez era, na verdade nem mesmo ele sabia. Foi tomar banho, de repente passou a pensar em Halina, nos momentos que ela fazia exercícios com suas calças colada ao corpo, não pôde se segurar e se masturbou pensando nela, a cada vai e vem ele se imaginava segurando aqueles longos fios negros e a fazendo se engasgar com seu p*u. Só parou quando o o*****o veio, soltou um gemido forte e recuperou o fôlego, não sabia o que faria, depois de masturbar pensando naquela mulher, agora não tinha mais volta. Se lavou e foi dormir sem roupa mesmo, se sentia quente especialmente aquela noite, a mulher acabaria com ele, estava mais que perdido. Fechou os olhos e dormiu, mas sem tirar a mulher atrevida do seu pensamento. Logo pela manhã Halina foi organizar o café, sempre acordava muito cedo, pois achava o melhor horário para se exercitar, gostava de ver o seu corpo bonito, não que ela achasse mulher magras ou com mais curvas no corpo feias, só se sentia bem do jeito que estava, e o importante era isso, se sentir bem com seu corpo independente de como seja, e contando que cada mulher se sentisse bem com seu próprio corpo, estaria tudo bem. Quando estava se exercitando teve a sensação de que estava sendo observada, olhou para o segundo andar e viu Georgiy a olhando, acenou com a mão sorrindo mas ele fechou a cortina rapidamente. --- Eu em, vai entender. Deu de ombros e continuou a se exercitar. Após um longo tempo se exercitando decidiu ir tomar o café da manhã, Georgiy já estava ali sentado. Halina se serviu e pegou uma banana. --- Gosta de banana Halina? --- Gosto, é minha fruta favorita. Georgiy engoliu a seco, parecia que ela era inocente demais algumas vezes, e em outras não, nem mesmo entendia aquela mulher. Agora tinha parado pra pensar que não sabia nada sobre ela, e nem ela sobre ele. --- Já teve namorado? --- Não, onde eu e minha mãe morávamos não tinha muitas pessoas, a não ser dois idosos. E você, já namorou? Georgiy se sentiu e******o, se aquela garota não teve namorado, e não morasse nenhum rapaz na região em que morava, talvez ela fosse virgem ainda. Queimou com aquela hipótese. --- Não Halina, nunca tive uma namorada. --- Entendi, mas não deve ser virgem ainda, já o vi gemendo algumas vezes no seu quarto. Abriu a boca em choque, a mulher realmente era atrevida, agora quem se sentia envergonhado era ele, não sabia o que responder. --- É normal as pessoas se masturbarem, aprendi isso quando completei a maioridade. --- E você Halina? --- O que tem eu? --- Gosta de se masturbar? Não sabia onde enfiar a sua cara, tinha certeza que naquele momento parecia um tomate de tão vermelha, ela mesma iniciou uma conversa íntima, mas tinha vergonha em responder aquilo, sua personalidade era complicada. Se levantou e colocou os pratos na máquina de lavar louça, saiu rapidamente para seu quarto e após bater a porta se encostou na parede regulando a respiração, se abanou com as mãos, seu corpo pegava fogo, e sua lindinha lá em baixo começava a dar umas fisgadas. Tinha quase certeza que aquela mulher o enlouqueceria, depois que ela saiu correndo sem responder a sua pergunta, ficou curioso, ela era uma caixinha de surpresas, e sempre estava o surpreendendo de alguma maneira. Decidiu ir trabalhar, por hora a deixaria escapar, vestiu o seu terno e deu duas batidas na porta do quarto de Halina. --- Estou saindo Halina, voltarei a tarde. --- Tá bom. Ela fechou a porta e se deitou sobre a cama, parou pra pensar e realmente agora parecia que tinha desejos sexuais por ele, bastava saber se era recíproco. Preferiu não pensar nisso por hora, poderia resolver isso depois. Ia aproveitar para cuidar de si aquela manhã, gostava de cuidar de si mesma, tinha amor próprio, e muito, não tinha como ser amada por outra pessoa se em primeiro lugar não se amasse mais que tudo. Tomava um banho de piscina, achava que em outra vida talvez ela fosse um peixe, adorava água, e sempre que havia oportunidade ela mergulhava na piscina que tinha ali, não se importava que fosse funda, ela nadava muito bem. Passou um bom tempo ali dentro da água, e poderia passar o dia todo não se importava, mas saiu e se sentou na espreguiçadeira. Sem aviso prévio veio as imagens de Georgiy em sua mente, lembrou da pergunta que o mesmo fez pela manhã e sentiu um leve incômodo na parte íntima, era como se queimasse de dentro para fora. Passou sua mão suavemente por cima da calcinha, alisava a região enquanto pensava nele, sempre se masturbou as vezes, mas agora era diferente, faria aquilo pensando em um homem, e esse homem era Georgiy. Enfiou a mão por dentro da calcinha e passou a acariciar seu c******s, gemeu alto quando imaginou os seus dedo sendo os de Georgiy a tocando, estava encharcada antes mesmo do o*****o. Georgiy chegava em casa, procurou por Halina e não a encontrou, saiu para a área da piscina e a cena que viu o fez fixar seus olhos na figura feminina se masturbando, estava em uma distância razoável e ela não percebeu sua presença, a viu soltar gemidos fortes, e passou a massagear seu m****o, que estava pra pular para fora da calça de tanta excitação. Abriu o zíper da calça e colocou seu pênis pra fora, seguiu o ritmo dela, se apoiou na parede ou cairia, a ver daquele jeito toda aberta e se masturbando o deixou louco para colocar a boca naquele paraíso que ela tinha entre as pernas. Os dedos dela tocando aquela bucet@ maravilhosa o deixou mais desejoso. A viu soltar um gemido forte, e ele a seguiu, recuperava o fôlego enquanto olhava para ela, saiu dali antes que ela o visse. Tomou banho sem tirar aquela cena da cabeça, se antes tinha desejo por ela agora tinha mais ainda, aquela região era a mais desejável que já viu, não esqueceria de modo algum. Ficaria maluco, a mulher o deixaria em à puros, precisava tê-la, e faria de tudo para a ter em sua cama, queria mostrar para ela como era o prazer.
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