Alina O corredor onde Guilherme foi finalmente imobilizado parecia se estender dentro de mim. A cena persistia, mesmo depois de o terem desarmado, imobilizado com novas correias e levado para uma contenção reforçada: ele com a arma em punho, Viktor na outra extremidade, e eu, no meio, sentindo-me literalmente na linha de fogo. Quando o alarme se calou, o silêncio que se seguiu não trouxe alívio, mas sim a consciência do que ainda precisava ser resolvido. A Corvus não tinha morrido. Só tinha perdido mais uma cabeça. As informações que arrancaram de Guilherme nos dias seguintes não vieram como em confissão generosa. Vieram arrastadas, cheias de pausas, meias frases, detalhes soltos que precisavam ser confirmados uma, duas, três vezes por outros meios. As rotas antigas eram fachadas. No

