Mark olha-me diretamente nos olhos, e não há a menor sombra de brincadeira no seu olhar. O meu coração dispara. Sinto que ele realmente está prestes a dizer algo importante. — Sarah. Diz ele com voz calma, mas resoluta. — Você precisa saber de uma coisa. Eu vim parar neste país, nesta cidade e neste hotel por um motivo. Não foi por acaso. Congelo, meus dedos apertando o copo involuntariamente. — Como isso... não é por acaso? Pergunto cautelosamente. Mark respira fundo e aperta a minha mão com mais força. — Eu sabia para onde você ia. Eu sabia em qual hotel você ficaria. Olho para ele, confusa. Ele continua, como se temesse que eu o interrompesse: — Quando você disse que ia tirar férias, eu… eu fui ao escritório enquanto você estava fora. Consegui tudo o que precisava com a sua assis
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