" A muito tempo eu sonhei com um abismo. Era grande e lhes garanto que bem profundo.
Em seu interior podia ouvir vozes de pessoas. Elas não riam nem gritavam. Elas gritavam, sofriam.
Tive medo de cair aos prantos no longo buraco n***o. Que mais parecia a boca do próprio inferno e era como se o próprio Demônio clamasse por mim.
Mas eu acordei.
Infelizmente não em minha cama, não em minha casa.
Mas neste desfiladeiro eterno, como andar em uma corda bamba ou no trampolim de um navio. Era tão difícil de acreditar no acontecia comigo naquele momento.
Eu ouvia o som da morte. Vozes em minha mente me dizendo para correr e outras dizendo para me jogar. Mas eram somente na minha cabeça. Tentei manter a mente limpa, sem lembranças nem imagens que podiam me impressionar de mais.
Mas surgiu fogo em meus olhos, tive de abri-los para me concentrar em minha vida.
Era mais um jogo.
Real. Mas um jogo simples.
Eu tinha uma escolha.
E escolhi pular.
O que encontrei por lá não precisam saber.
Só saibam que no inferno nem sempre são somente morte e sofrimento, fogo e desespero.
Mas existe um lar feliz.
O amor também." - h***:://csangue.blogspot.com/search?updated-max=2012-09-15T16:55:00-07:00&max-results=5
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .