Regra número 10

2343 Palavras
No quarto havia uma cama de casal próxima da grande janela escondida com cortinas azuis e desenhos abstratos brilhantes. Tinha também um dossel com cortina transparente que se prendia ao teto e cobria a cama. Dylan havia espalhado flores pelo quarto, não pétalas, mas flores pequeninas da cor branca que forravam os travesseiros e boa parte da colcha. Algo bem clichê, mas adoravelmente fofo. O quarto estava iluminado com uma luz ambiente que não clareava completamente nem mesmo o deixava escuro demais. Era uma luz avermelhada como se o pôr do sol estivesse dentro do quarto. O cheiro de pinheiro exalava pelo local misturando-se ao perfume chanel N°5. Tão bonito, tão romântico, tão perfeito que meus olhos brilhavam intensamente. Virei-me para Dylan e vi o olhar de satisfação que me lançava. — O que achou? Gostou? — Ele sussurrou no pé dos meus ouvidos e eu apenas assenti. — Se decidir ficar, não quero que se esqueça desta noite. Dei um sorriso fraco e o abracei apertado-o forte para sentir o calor do seu corpo. Um arrepio delicioso percorreu minha espinha e os lábios de Dylan tocaram os meus fazendo meu estômago borbulhar. — Você vai ficar? — Ele perguntou me fazendo dar-lhe um sorriso ainda maior. Ele aguardou minha resposta enquanto eu pensava sobre sua proposta e tudo o que ele havia feito para nós naquela noite. Aquilo me fez sentir uma grande vontade de ficar, vontade essa que me fez perceber que eu estava sentindo aquilo já fazia muito tempo, então olhei para o homem em minha frente vendo seus olhos verdes me implorarem para ser dele e isso me fez querer ficar de verdade. — Vou. — Falei então, vendo um brilho enorme tomar conta dos olhos dele. Dylan segurou minha cintura para me erguer, fazendo com que minhas pernas virassem em seus quadris. Fui carregada até a cama com seus dedos apertado firme minhas coisas e quando à distância foi tomada ele me deitou em meio as flores espalhadas pelas colcha. Ele colocou seu corpo sobre o meu encaixando-se novamente entre minhas pernas. Em momento algum nossos lábios se desencontram, eu sentia o corpo dele esquentar em contato com o meu e sentia sua pele roçar na que não havia pano em mim. Algo que me fazia delirar antes mesmo de começarmos. — Você está bem? — Perguntou ele me olhando nos olhos. Dei-lhe outro sorriso e acariciei sua face fazendo-o fechar os olhos ao toque. — Um pouco nervosa. Faz bastante tempo que não sou tocada. — Quer fazer isso hoje? — Questionar ele novamente assenti, mesmo que meu coração estivesse confuso demais para dar qualquer resposta. — Vou cuidar de você, relaxa. Feche os olhos não pense em nada. Assim o fiz. Cerrei os olhos tentando manter a mente limpa, longe daqueles pensamentos que tanto me fizeram m*l no passado. Eu queria me livrar de tudo aquilo. Senti os dedos de Dylan escorregarem por minhas curvas até minha cintura e seus lábios morderam meu pescoço atiçando meu interior. Cada um dos seus toques me causavam arrepios e faziam meus pelos se eriçarem. Suas mãos deslizaram minha blusa lentamente para fora do meu corpo, mesmo sem olhar eu me lembrava de minha lingerie cor de vinho com renda nas pontas e nas alças. O dedo de Dylan brincou com o tecido me dando mais arrepios. Ele disse algo, mas meus ouvidos pareciam entupidos naquele instante, pois não consegui entender. Senti seus lábios passarem do meu pescoço para os meus ombros voltando logo depois meu colo e tocarem os s***s ainda censurados pelo sutiã. O arrepio tornou-se longo, mas começava a parecer gostoso, prazeroso demais. Dylan tocou seus lábios entre meus s***s e me puxou com carinho para que eu me sentasse antes que eu pudesse respirar tentando me acalmar. As mãos quentes dele percorreram minha pele até chegarem ao fecho do sutiã e abri-lo. Abracei a mim mesma impedindo que a peça fosse retirada naquele instante, pois uma imagem perturbadora passou pelos meus olhos me tirando do transe de nosso contato. Abri os olhos meio assustada e olhei Dylan tombar a cabeça para o lado observando-me pacientemente. — Calma, sou eu. — Ele disse como se algo revelasse meu medo para ele. Sua voz me intorpeceu lentamente tentando me levar de volta para nosso estado anterior e ri de suas palavras. As mãos dele descruzaram os meus braços calmamente fazendo-me abraçar-lo. — Podemos parar. — Não — o Interrompi. — Só não me deixa pensar. — Tudo bem. — Disse ele acariciando meus cabelos e beijando docemente uma pequena mecha. — Então feche os olhos novamente e pense em mim. Apenas em mim. Sussurrou ele novamente ao pé do meu ouvido me motivando a fechar os olhos. Dylan voltou a mordiscar meu pescoço puxando as alças da peça vinho até que estivesse fora do meu corpo. Um medo percorreu minha espinha, senti meu corpo ser deitado com carinho na cama e minhas bochechas esquentaram. Ele estava vendo meus s***s expostos e aquilo me deixava totalmente envergonhada. Estava para abrir os olhos, mas uma das mãos dele pousou em meu rosto e a outra se apoiou no colchão para equilibrar o peso. Demorou um tempo sem que eu sentisse nada, como se ele admirasse minhas curvas. Posso jurar que seus olhos beijavam minha pele, pois essa era à sensação que eu sentia naquele instante. O calafrio tomou minha barriga quando senti um vento quente em meu seio esquerdo, ele o beijou algumas vezes antes de começar a passar sua língua em meu bico. Soltei um gemido ao toque e isso pareceu motivá-lo a continuar, porém com mais desejo e fervor. Ele trabalhou seus lábios em meus s***s como se beijasse minha boca, seus puxões me causavam algo que eu nunca havia sentido em toda minha vida e com certeza estava deixando marcas em meu b***o, mas eu não conseguia ver pois meus olhos estavam lacrados pela sua mão. Quando terminou aquele passou para o outro que estava mais sensível o que me fez gemer um pouco mais alto. Dylan não parou até que ele estivesse completamente dominado por sua saliva e mostrando-lhe o quanto meu corpo o desejava. — Não abra os olhos. — Ele sussurrou ao voltar para os meus ouvidos e escorregar suas mãos por minhas curvas outra vez até que se prendesse ao cós de meu short. Uma nova onda de arrepios me tomou quando ouvi o zíper do short ser aberto e os botões de metal serem desabotoados. O calafrio me tomava sempre que algo novo ocorria, era como se um medo tentasse me impedir de continuar e eu não sabia o que estava tremendo, mas tentava relaxar enquanto meu short era tirado do meu corpo. — Acho que vinho é minha cor favorita agora. — Ele falou em menção à minha lingerie, pois naquele instante deveria admirar minha calcinha que fazia par com o sutiã Estremeci ao sentir seus lábios beijando minha barriga e o calafrio inundou-me outra vez, agora por todo o canto do meu corpo. As borbulhas vinham quando ele mordiscava minha pele. Senti minha peça íntima ser retirada também para que ele pudesse ver além daquilo. Agora eu tremia, não sei se por estar totalmente envolvida pelo êxtase ou ser a primeira vez que alguém me tocava daquela forma. — Professor… — d***a, Camila. Assim perco toda a compostura. Estou tentando me controlar aqui. — Sinto muito, foi automático. — Ele me beijou docemente nos lábios e desceu seus lábios pelo meu corpo voltando à tocar em meu abdômen. — Dylan… Gemi seu nome e acredito que isso também o tirou do juízo, pois logo veio a sensação. A sensação mais vida, não era r**m, era boa demais, mas desconfortante de certo modo. Senti a boca dele entre minhas pernas, mordiscando minha coxa próximo a minha i********e já molhada. O tremor aumentou e um gemido estranho saltou da minha boca, ouvi uma risadinha dele com isso e abri os olhos. Vi o pano preso ao teto e os desenhos transparentes de flores nele que dava um charme incrível para à peça, mas logo essa visão passou para um grande borrão quando meus olhos reviraram. A boca de Dylan tocou minha i********e e outro gemido escapou. Senti algo me molhar ainda mais e percebi que ele estava se deliciando em minha área particular. Comecei a deixar os gemidos fluirem e relaxei meu corpo em suas mãos. A sensação estranha e gostosa percorria cada canto de mim correspondendo aos movimentos da língua dele entre minhas pernas. Eu o sentia penetrar minha i********e e sugar os sucos que escorriam para sua boca. Ele me dominava com maestria. Aquilo se tornava ainda mais desejoso ao ponto de me fazer segurar suas mãos que antes acariciavam meus s***s. Minha boca secava conforme meus gemidos escapavam, meus olhos se apertavam quando as fibrações vinham fortes e minhas pernas abriam mais a cada movimento como se dessem mais passagem à ele. Meus dedos tentava apertaram os dele com força, mas Dylan livrou uma de suas mãos rapidamente. Senti algo penetrar minha i********e me fazendo gritar de prazer, aquilo saiu e entrou novamente tão fácil e gostoso que me arrancou mais gemidos. Olhei para baixo para saber o que poderia ser e pude ver os dedos do meu professor me invadindo e se movendo junto com sua língua ainda em contato com meu c******s. Apertei os lençóis com minha mão livre enquanto mexia os quadris de encontro as sensações. Um tremor logo começou a embalar meu corpo, crescendo do pé de meu estômago e até minhas costelas que me fez gemer ainda mais alto. Ele diziam coisas desconexas que me deixavam mais ansiosa pelo que estava por vir. Minhas pernas foram passadas por seus ombros e eu estremeci intensamente no instante em que ele se afundou por inteiro dentro de mim. Gritei quando algo fluiu de baixo percorrendo o resto do meu corpo e pulsou em minha i********e. Ofeguei quando Dylan parou e o líquido quente escorreu por entre minhas pernas. Ele mordiscou meu corpo percorrendo o caminho até meus lábios de volta. Beijou-me intensamente fazendo-me provar meu próprio gosto e isso me deu mais vontade de ter ele. Ainda me sentia ferver enquanto o beijava intensamente. Puxei o corpo do moreno e notei que ele já estava sem nada, entendi que ele não estava apenas me observando estava se despindo também. Empurrei-o para a cama ficando em cima de seus quadris, pois queria dar a ele a mesma sensação que havia acabado de sentir. Eu queria prova-lo como ele fez e comecei da mesma forma. Mordisquei o peito do homem ouvindo-a gemer de maneira sutiu. Tentei copiar cada um de seus gestos e imitei cada passo seu sempre parando para observá-lo. — Camila não precisa fazer isso. — Ele disse parecendo não estar conseguindo respirar direito. — Eu quero. — Confessei e vi o corpo de Dylan estremecer. Beijei peito com carinho sentindo os dedos de Dylan entrarem em minhas madeixas e apertarem meu rosto contra seu corpo, trabalhei à língua lentamente pelo caminho do seu abdômen sem esquecer de mordiscá-lo para marcar por onde já havia passado. Deslizei a língua pela linha de sua barriga até a única peça em seu corpo, uma cueca de cor cinza. Mordisquei o pano tirando-o lentamente com os dentes e beijei os tornozelos do homem vendo-me se remexer com aquele toque. Caminhei os lábios por sua perna entre mordidas e beijos até parar em seu íntimo. Acariciei-o e Dylan estremeceu. Massageei seu m****o vendo-o se contorcer e isso me fez seguir em frente, passei a língua por sua i********e e o ouvi gemer mais alto tirando-me um sorriso singelo. Abocanhei seu p*u trabalhando à língua para que ele se sentisse satisfeito e o ouvi urrar meu nome movendo seus quadris de encontro a minha boca. Dylan tinha um gosto adocicado tão bom que me levou a abraçar os quadris dele e aumentar o ritmo enquanto sentia suas mãos amassarem meus cabelos. Ele apenas gemia, hora dizendo meu nome e hora dizendo o quão bom estava. Aquilo me deixava mais sedenta, em um momento segurei seu p*u e passei a língua na f***a do seu m****o, foi nesse instante que ele bradou um palavrão tão alto que eu posso jurar ter saído da casa. No mesmo instante seu p*u soltou pequenos jatos do seu líquido e seu corpo tremeu loucamente. Antes que eu pudesse ver mais algo, fui puxada pelos pulsos sendo envolvida em um abraço apertado. Ele abriu minhas pernas se colocando em meu meio para roçar seu m****o em minha i********e que já estava a ponto de bala novamente, mesmo assim Dylan parecia querer torturar meu corpo, pois ficou fazendo aquilo por alguns minutos até que eu implorasse para tê-lo dentro de mim. A todo momento eu dizia o nome dele e o ouvia sussurrar meu nome ou apelido, mas quando deixei que à palavra "professor" escapasse sem querer ele me penetrou sem dó. Senti uma vibração intensa no corpo enquanto ele iniciava um vai e vem forte, tornando a me ditar que eu não deveria chamá-lo daquela forma se não quisesse lhe tirar dos eixos. No entanto, eu havia gostado do rumo que aquela brincadeira tinha ido e continuei repetindo à palavra para senti-lo ir mais forte e mais fundo em meu interior. Dylan me jogou na cama, subiu em mim agarrando minha perna fortemente e voltou a me f***r sussurrando em meu ouvido que iria repetir aquilo sempre e isso me fazia extremecer ainda mais. Arranhei suas costas quando alcancassemos o clima juntos e tentei controlar à respiração enquanto sentia seus jatos preenchendo-me por completo. Ele caiu para o lado esgotado e ofegante como eu, me envolveu pela cintura e nos enrolou no lençol vermelho quando finalmente recordamos que aquela era uma noite fria. Senti mordidas em minha orelha, carícias em minha pela e seu abraço deliciosamente envolvente. Isso fez meus olhos pesarem completamente e me embalei naquela sensação deixando que o sono me levasse dali.
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