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Margarida: entre as sombras de um amor

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Sinopse

Arturo Garcia, um chefe de uma família prestigiada do cartel mexicano em Felicidia, conhecido por ser um homem frio e calculista, carrega as cicatrizes de uma infância marcada por abuso físico e psicológico nas mãos de seu pai c***l, Wagner Garcia. Apesar de ser temido e respeitado no submundo, Arturo é um homem assombrado por seu passado, preso em um mundo onde a confiança é uma arma rara e o amor parece um luxo inalcançável. Seu destino muda quando é enfim chega a hora de e casar com Margarida Flores Santiago, uma jovem que passou a vida isolada em um convento, sonhando com liberdade e uma existência longe das correntes que a sociedade e sua família impuseram.

Margarida é uma jovem inocente, mas determinada, encontra-se em um universo brutal e impiedoso, onde nada é o que parece. À medida que Arturo e Margarida são obrigados a conviver, o choque de suas personalidades gera uma tensão crescente. Ele deseja encontrar um amor verdadeiro, algo que nunca experimentou, enquanto ela luta para conquistar sua independência em um mundo que parece decidido a aprisioná-la novamente.

No entanto, o passado de Arturo e os inimigos de sua família ameaçam devastar tudo o que ele construiu, incluindo qualquer chance de felicidade ao lado de Margarida. Unidos por um casamento sem amor, eles precisarão enfrentar seus próprios demônios e aprender a confiar um no outro para sobreviver. Mas será que duas almas tão quebradas podem encontrar redenção? Ou o peso de suas escolhas os arrastará para as sombras?

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Lembranças dolorosas
Essa história faz parte da série "Bastardos de Martín", espero que você goste e possa compartilhar com os seus amigos. Essa obra é da minha autoria, vedada toda a publicação fora dessa plataforma sem prévia autorização se configura como plágio. Prólogo O som da chuva contra as janelas era tudo o que Arturo conseguia ouvir naquela noite. Ele estava sentado na sua poltrona de couro, um copo de uísque na mão e os olhos fixos no fogo que dançava na lareira. As chamas eram hipnotizantes, mas sua mente estava longe dali. As vezes observando a sua mãe alimentar o seu pai como se ele ainda fosse uma criança, um grande contraste para o homem que o atormentou durante toda a sua vida. A lembrança das suas ações ainda estavam bem vivas na sua memória, ele era apenas um adolescente lanchando com a sua mãe e irmãos, quando Wagner chegou com o olhar frio e afiado como se procurasse um motivo para destruir o mundo e na sua cabeça doentia e suja: me encontrou. - Não estou criando filho para ser a minha envergonha, você não vai ser como aquele tipinho. _ disse ele me arrastando da mesa, me puxando pela grama, balbuciava coisas que eu não entendia, a minha mãe logo atrás de nós, suplica entre soluços. - Para Wagner, ele não é como o seu irmão, por favor, não faça besteiras. gritava ela em desespero, mas em nenhum momento ele parou, me jogou dentro do carro como se eu fosse um nada e partiu em alta velocidade, repetindo várias vezes “eu não vou passar por essa vergonha”. - È aqui que você vai aprender a ser homem de verdade, já devia ter vindo aqui, se eu continuar ouvindo aquela mulher, você vai acabar bordando e costurando com ela. _ disse assim que parou o carro em frente ao um bar, não tinha entrado num bar ainda, mas sabia que acontecia dentro desses lugares. - Para quê o viemos aqui, pai? _ perguntei abrindo a boca pela primeira vez após todo o seu show. - Escute bem Arturo, somos homens poderosos, fraquejar não é uma opção, você um dia vai se casar com a filha do chefe, assim como estou indo para o topo, você também estará lá, se tudo der certo ainda mais alto que eu, agora entre nessa merda de puteiro e f**a o máximo de bocetas que poder, amanhã mesmo começa o seu treinamento no cartel. _ pela primeira vez se fez claro, naquele momento a minha vida como um tipico adolescente sem preocupações acabou. Entramos naquele “bar” e ele me deu um copo de whisky, enquanto as mulheres se enfileiravam na nossa frente, é claro que já batia uma, escondido no banheiro fissurado em alguma modelo das revistas de moda da minha mãe, ela nos mantia muito próximo a ela, com certeza temendo o nosso pai. - Isso tudo é mulher para f***r a vontade, fazemos filhos nas mulheres de casa... essas aqui é para nossa diversão._ disse com um sorriso malicioso que me deu nojo, olhei para elas, curioso, mas estava acostumado com mulheres diferentes e devo admitir que não me sentir muito atraído por elas, ainda assim me esforcei para não decepcionar meu pai e escolhi a menor delas, a mais nova, a que mais me atraiu. - O garoto sabe identificar uma virgem. Hahaha_ disse um escroto cara ao lado do meu pai que riu junto. - Pegue mais duas, ela não vai aguentar. _ disse num tom quase orgulhoso, fiz o que ele me mandou a contra gosto, escolhendo mais duas. - Por favor não, me deixa ir embora, por favor. _ repetia a garota, chorando atrás de mim, enquanto íamos para o quarto. Quieta, é só abrir as pernas e relaxar, p***a! _sussurrou uma das mulheres antes de entrarmos. Para meu espanto Wagner entrou no mesmo quarto que eu. - Não se espante, quero ver do que é capaz. _ disse se sentando numa poltrona, colocando o p*u para fora, uma das mulheres se abaixa para chupá-lo, sinto nojo do que vejo. - Vem garoto, vou te fazer relaxar. _ diz uma mulher me abraçando e beijando o meu pescoço, tento me envolver não consigo, ouvindo os gemidos do meu pai, é brochante, tento puxar a garota trêmula para os meus braços, os seus olhos amendoados e os seus lábios carnudos que fez pulsar algo dentro de mim, fico e******o. - Por favor, me deixe ir embora. _pedia mais uma vez. - Cala a boca garota, aproveita um garoto tão lindo assim, não é sempre que aparece. _ diz a mulher mais velha, ela tenta parar de chorar e eu me aperto a ela. - Isso garoto, deflora essa bocetinha virgem ou eu mesmo faço isso. _ diz o meu pai olhando maliciosamente para ela, ela treme nos meus braços. - Qual o seu nome? Se concentra em mim. _ digo alisando o seu corpo, enquanto mais uma mulher se junta a meu pai o distraindo. - Olivia, me chamo Olivia. _ diz ela acalmando-se. Então comecei a beijá-la a levando para cama quando ela começou a chorar mais uma vez. - Por favor não, eu não devia estar aqui. _ diz ela voltando a ficar nervosa. - Cala a boca dessa garota com o seu p*u bem fundo na garganta dela, garoto. _ disse o meu pai enquanto uma mulher se balançava em cima dele. - Vem cá. _digo a beijando com a minha pouca experiência tentando acalma-la. Ela em soluços tremia e contorcia-se para me afastar. “Eu não sou um estuprädor”, foi o que a minha mente gritou e o meu corpo respondeu, me afastando dela - Saia daqui agora. _ digo nervoso me afastando dela. - Você está louco? Não sabe que mulheres como ela não dizem “não” e quando dizem não importa. _ disse jogando a mulher que estava em cima dele no chão e vindo rapidamente para cima de mim, me deu um murro que me fe cair no mesmo instante, você é uma decepção, vou te ensinar como se fodem mulheres como ela, ele jogou a menina na cama, rasgando as suas roupas, deitou pós cima dela a penetrando bruscamente, outros homens entraram no quarto puxando as outras mulheres para fora, nós deixando ali, chorando só pude ver o quando ele a brutalizava, até se sentir satisfeito. - Entendeu como é, agora e a sua vez, faça e sem piedade._ disse após se levantar. - Ela está machucada e sangrando, não posso. _ disse limpando o meu rosto, ele me deu mais dois socos e disse. - Aqui quem não fode é fodido, decida-se._ disse com um olhar que me causou medo, olhei para ela que tremia encolhida na cama, seus lábios cortados, cheia de mordidas espalhadas pelo seu corpo, levei a minha mente para outro lugar, a imagem dela antes de tudo que ele fez e ali tudo dentro de mim desmoronou, fodi com ela e com outras que ele trouxe, sair daquele lugar me sentindo o pior dos homens, o mais covarde e aprendi que o mundo que eu vivia não existia amor, apenas poder, ser poderoso fraco não era opção, nesse mundo preciso ser forte e poderoso o suficiente para proteger a mim e aqueles que amo.

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