18

739 Palavras
Alejandro narrando Depois da discussão com o meu pai, eu peguei as chaves e sai para tentar ficar calmo, estava muito nervoso com tudo que ele disse. Eu nunca achei que a máfia pesaria tanto em cima da minha vida, que eu iria desejar não fazer parte dela, não ser herdeiro de nada, era isso que eu queria, era assim que eu me sentia, que a máfia estava sendo um peso na minha vida, as regras dela, as responsabilidade tudo. Eu recebo uma ligação da governanta. — Senhor Alejandro – ela fala. — O que ouve? — Yolanda foi levada as pressas para o hospital. Eu respiro fundo, desligando o telefone e correndo para o hospital, quando eu chego lá vejo Virginia ao lado da irmã que estava sendo examinada pela médica. — Eu vim o mais rápido possível – eu falo andando em direção a Yolanda – como você está? O que aconteceu? — Ela passou m*l – virginia responde e Yolanda se mantinha em silêncio. — Ela está com contração , mas ainda naõ há dilatação, ela parece nervosa com alguma coisa – eu a encaro. — Eu estou bem – ela responde – vamos ficar bem né? — Sim – a médica responde – é super normal que tenha contrações de treinamento, ainda estão espaçadas e ela não sente tanta dor, ainda não passou de um susto. Não tem porque ficarem apreensivos é apenas o bebê querendo vir ao mundo. A médica sai e diz que ela ficaria mais algumas horas aqui e depois iria ser liberada, Yolanda parecia meio tensa e eu pego na mão dela, enquanto Virginia ao lado dela observava a gente. — O que aconteceu? Porque está nervosa? — Nada – ela responde abrindo um leve sorriso – estou apenas ansiosa com a chegada do bebê, nada mais. — Precisa se manter calma – eu olho para ela – você sabe disso. — Eu sei – ela fala respirando fundo. Virginia fica sentada encarando nós dois, enquanto eu passo a mão pelo rosto de Yolanda para deixar ela mais calma, ela acaba adormecendo enquanto eu fazia cafune em sua cabeça. — Você sabe porque ela ficou nervosa? — Não, ela começou a pedir ajuda, eu acordei com os gritos dela. — O que será que aconteceu? — Não sei – ela fala – eu realmente não sei. Eu fico pensando se ela escutou as coisas que o meu pai disse, eu fiquei tão nervoso que na hora nem me importei que ela estava acordada já quando eu levantei, eu olho para ela dormindo e respiro fundo. — O que você fez para deixar ela assim? — Eu não fiz nada e eu não te devo satisfação. — Seu rosto foi de quem fez algo sim – ela fala – parece bem nervoso. — Eu já disse para você não se meter, eu já falei para você ir embora. — Eu não vou discutir com você agora, enquanto você deixa ela mais nervosa, ela deve está escutando tudo. Eu consigo ir para casa? Preciso ficar com Kaio. — Vou pedir para o motorista te pegar lá embaixo – eu falo — Ok, obrigada – ela sai do quarto. Yolanda acorda e logo ela recebe alta, quando chegamos em casa, minha mãe está com Cecilia esperando por nós. — Então, está tudo bem? — Sim – ela responde – foi apenas um susto — Graças a Deus – Cecilia fala — Ficamos preocupada – minha mãe fala para ela. — Ainda está no forninho – ela fala dando um leve sorriso mas vejo que o seu sorriso está diferente. Depois de algumas horas as duas foram embora e Yolanda se deita na cama, eu trago comida para ela na cama com tudo que ela gosta de comer e ela abre um sorriso. — Você está se saindo muito bem nesse papel de bom marido, viu – ela fala sorrindo — Espero que sim , porque é a coisa mais difícil que eu já fiz na minha vida. — Está tudo muito bom – ela sorri fraco. — Você quer conversar? — Estamos conversando. — Quero dizer, sobre o que aconteceu. — Eu já disse, eu vou todos os dias naquele quarto ver as coisas do bebê -e ala bre um sorriso – estou muito ansiosa. — Eu também estou. — Jura? – ela pergunta — É claro que sim – eu respondo dando um
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR