O quarto tava escuro. Só a luz da rua invadindo pela janela rachada. Fraca. Quase tímida. Como se até ela soubesse que aqui dentro… o silêncio é rei. Eu tava de lado. Cigarro no canto da boca. Suado ainda. Com o peito apertado e o p*u mole, mas pesado. Ela dormia. Nua. De barriga pra baixo. Cabelo bagunçado, cobrindo metade do rosto. E a b***a… fodida, marcada, ainda vermelha das minhas mãos. A p***a que a gente fez tava na pele dela. Literalmente. Escorrida. Seca. Cravada. Mas ela? Dormia como se não fosse a mulher mais perigosa que eu já toquei. Como se aqui, no meu quarto, fosse o único lugar onde ela largava o escudo. E foi aí que eu entendi. Ela me deixava meter. Me deixava gozar. Me deixava morder, xingar, dominar. Mas dormir aqui… Dormir nua, virada de cost

