intimação parte 2

672 Palavras
triste como se eu realmente tivesse acusando um inocente eu gritei e chorei e senti uma dor insuportável no meu ventre e tudo ficou quieto derrepente sei que gritei, mas me senti caindo fui pega por dois braços, mas não consegui ver quem era e tudo se apagou. Adrian Eu me levantei o mais rápido que consegui e a amparei antes que ela viesse ao chão havia água e sangue e eu me desesperei. — Uma ambulância alguém chama uma ambulância? Gritei de desespero quando ele veio perto de mim. — Saia de perto dela fique longe dela você já fez demais. Escutei alguém ligando, mas foi tudo um borrão logo ela foi tirada dos meus braços e eu gritei. — Rapaz se acalme estamos levando ela para ambulância. — Eu vou junto os filhos são meus me deixe ir junto? O socorrista aceitou e eu corri atrás deles a audiência foi adiada agora o que era mais importante foi a saúde de Helena e nossos bebês colocaram ela no oxigênio sua pressão estava muito alta e quando chegamos ao hospital ela foi às pressas para sala de parto não teria o que fazer nossos filhos estavam em risco. Os exames de Helena estavam todos na bolsa dela e nós levávamos sempre que saiamos e hoje não foi diferente e eu agradeci por ela ser precavida o médico pode ver o tamanho dos bebês estavam com 1.500 kg cada ela foi levada a sala de parto e eu não pude entrar fiquei ali andando e rezando para ela ficar bem-queria socar a parede de frustração quando ele apareceu. — Saia daqui você não tem o direito de estar aqui. Eu o empurrei e ele riu. — Direito eu penso que o pai dessa criança tem todo direito de estar presente na hora que seu filho nasce e nós dois sabemos que essas, criança é minha. — Eu segurei ele pelo pescoço e o sacudi, mas ele apenas sorriu como se tivesse ganhado. — Saia Alexandre fique longe dela. Os seguranças chegaram. — Tirem ele daqui. Eles foram segurar ele, mas seu sorriso se desfez e ele me olhou. — Não é necessário eu saio sozinho, mas não se esqueça irmãozinho esse bebê é meu. Ele saiu e eu respirei fundo, quase três horas depois o médico saiu e me chamou para conversar. — Bem foi difícil mais conseguimos os bebês nasceram bem apesar de pequenos e terão que passar algum tempo na incubadora até terem o peso suficiente e poderem respirar sozinhos. Eu suspirei lágrimas caíram dos meus olhos eles estavam vivos. — E Helena doutor como ela está? — Bem Helena é quem mais me preocupa conseguimos controlar sua pressão arterial, mas ela ainda não acordou vai depender das próximas quarenta e oito horas para estar fora de perigo. — Posso vela? — Apenas por alguns minutos ela precisa de muito descanso. Coloquei uma roupa especial e entrei, ela parecia tão pálida ali deitada cheguei perto dela e segurei de leve sua mão que não estava no soro. — Volte para mim amor, nos precisamos de você. Eu chorei tentando não fazer muito barulho fui tirado de lá alguns minutos depois e me levaram até onde meus bebês estavam. E eu me apaixonei ao ver eles ali meu Noah e Lucca eram tão pequeninos flageis era agora que eles precisavam mais dos pais eu olhei para a fisionomia ainda sem saber com quem eles pareciam mas fluiu em mim um amor profundo no meu coração lágrimas desceram pelo meu rosto enquanto eu os via através do vidro. -Eu amo vocês eu sou seu pai. A voz quase não saiu, mas eu queria que eles soubessem que eu era o pai deles e que eu os amava demais logo também tive que sair dali e tentei não desabar minha família precisava de mim não era a hora de ser fraco respirei o mais fundo possível e enguli o choro me sentando na recepção para esperar notícias de Helena eu não sairia dali.
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