triste como se eu realmente tivesse acusando um inocente eu gritei e chorei e senti uma dor insuportável no meu ventre e tudo ficou quieto derrepente sei que gritei, mas me senti caindo fui pega por dois braços, mas não consegui ver quem era e tudo se apagou.
Adrian
Eu me levantei o mais rápido que consegui e a amparei antes que ela viesse ao chão havia água e sangue e eu me desesperei.
— Uma ambulância alguém chama uma ambulância?
Gritei de desespero quando ele veio perto de mim.
— Saia de perto dela fique longe dela você já fez demais.
Escutei alguém ligando, mas foi tudo um borrão logo ela foi tirada dos meus braços e eu gritei.
— Rapaz se acalme estamos levando ela para ambulância.
— Eu vou junto os filhos são meus me deixe ir junto?
O socorrista aceitou e eu corri atrás deles a audiência foi adiada agora o que era mais importante foi a saúde de Helena e nossos bebês colocaram ela no oxigênio sua pressão estava muito alta e quando chegamos ao hospital ela foi às pressas para sala de parto não teria o que fazer nossos filhos estavam em risco.
Os exames de Helena estavam todos na bolsa dela e nós levávamos sempre que saiamos e hoje não foi diferente e eu agradeci por ela ser precavida o médico pode ver o tamanho dos bebês estavam com 1.500 kg cada ela foi levada a sala de parto e eu não pude entrar fiquei ali andando e rezando para ela ficar bem-queria socar a parede de frustração quando ele apareceu.
— Saia daqui você não tem o direito de estar aqui.
Eu o empurrei e ele riu.
— Direito eu penso que o pai dessa criança tem todo direito de estar presente na hora que seu filho nasce e nós dois sabemos que essas, criança é minha.
— Eu segurei ele pelo pescoço e o sacudi, mas ele apenas sorriu como se tivesse ganhado.
— Saia Alexandre fique longe dela.
Os seguranças chegaram.
— Tirem ele daqui.
Eles foram segurar ele, mas seu sorriso se desfez e ele me olhou.
— Não é necessário eu saio sozinho, mas não se esqueça irmãozinho esse bebê é meu.
Ele saiu e eu respirei fundo, quase três horas depois o médico saiu e me chamou para conversar.
— Bem foi difícil mais conseguimos os bebês nasceram bem apesar de pequenos e terão que passar algum tempo na incubadora até terem o peso suficiente e poderem respirar sozinhos.
Eu suspirei lágrimas caíram dos meus olhos eles estavam vivos.
— E Helena doutor como ela está?
— Bem Helena é quem mais me preocupa conseguimos controlar sua pressão arterial, mas ela ainda não acordou vai depender das próximas quarenta e oito horas para estar fora de perigo.
— Posso vela?
— Apenas por alguns minutos ela precisa de muito descanso.
Coloquei uma roupa especial e entrei, ela parecia tão pálida ali deitada cheguei perto dela e segurei de leve sua mão que não estava no soro.
— Volte para mim amor, nos precisamos de você.
Eu chorei tentando não fazer muito barulho fui tirado de lá alguns minutos depois e me levaram até onde meus bebês estavam.
E eu me apaixonei ao ver eles ali meu Noah e Lucca eram tão pequeninos flageis era agora que eles precisavam mais dos pais eu olhei para a fisionomia ainda sem saber com quem eles pareciam mas fluiu em mim um amor profundo no meu coração lágrimas desceram pelo meu rosto enquanto eu os via através do vidro.
-Eu amo vocês eu sou seu pai.
A voz quase não saiu, mas eu queria que eles soubessem que eu era o pai deles e que eu os amava demais logo também tive que sair dali e tentei não desabar minha família precisava de mim não era a hora de ser fraco respirei o mais fundo possível e enguli o choro me sentando na recepção para esperar notícias de Helena eu não sairia dali.