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Boku No Hero - Cut The Cord

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Sinopse

Na sociedade atual, quase toda a população possui uma individualidade... Caprichos criados através de mutações em seus genes que lhe dão poder. Nesse mundo onde poderes e individualidades existem, as crianças sonham em se tornar heróis, independentemente de suas individualidades... Mas o mundo e um lugar c***l, onde uma individualidade forte pode se tornar um herói e uma individualidade fraca nunca lhe dará o seu sonho... Uma individualidade fraca e melhor ocupada em outras ocupações... Como bombeiros, policias ou artistas.... Com essas coisas em mente, todas as crianças se agarram na esperança de ter um futuro a partir de uma individualidade forte.

Mas o que aconteceria se a individualidade que lhe foi dada por Deus lhe torna-se um apenas... Brinquedo nas mãos de outras pessoas?

Izuku Midoriya descobriu essa insana realidade aos seus quatro anos de idade... Ele descobriu pessoalmente que nem todas as pessoas são criadas da mesma maneira.

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Capítulo I
                - Kacchan! Me espera.                 - Vamos logo Izuku! Eu não quero perder! – Disse o loiro.                 Diminuindo lentamente seu ritmo para dar tempo de seu amigo se aproximar, Kacchan, segurou o pulso do mesmo e disparou em uma corrida. O garoto de cabelos verdes, uma vez seu folego, apenas engoliu em seco enquanto era forçado a acompanhar a velocidade superior de Bakugou.                 Atravessando multidões enquanto sentia seu suor escorrendo por seu corpo, principalmente por seu rosto ao ter seus fios de cabelos cacheados grudados em sua testa, Izuku, conseguia ver o destino de onde queriam ir e com um leve riso de ambos os garotos eles finalmente entravam dentro do cinema, se deparando tanto com a Senhora Bakugou e a Senhorita Midoriya.                 - Finalmente chegaram. – Disse Inko ao segurar a mão de seu filho.                 - Vocês demoraram. – Disse a senhorita Bakugou ao encarrar seu filho que apenas dava um sorriso peculiar.                 Com uma leve risadinha de ambos o clima que uma vez parecia tenso foi se exaurindo, sendo guiado por sua mãe até ambos entrarem na fila, Izuku e Bakugou se encarravam diversas vezes, por mais que ambos quisessem e queriam correr desesperadamente pelo saguão ao brincar de heróis ambos os garotos eram mantidos presos pela mão de sua mãe... As senhoras sabiam exatamente como seus filhos eram sapecas e segurando as mãos deles era quase impossível deles saírem para aprontar alguma coisa.                 Chegando a sua vez, finalmente, Inko caminhava com sua melhor amiga até o balcão, comprando duas pipocas grandes e quatro refrigerantes, igualmente, grandes. Ambas as mulheres com um sorriso colocavam tudo sobre uma bandeja e logo pagaram com o cartão de credito, antes, de saírem para a sala do cinema. Andando até a mesma pequenos risos e múrmuros do garoto podiam ser escutados, mas isso não o impediam de ser felizes. Entrando dentro da sala e se sentando em suas cadeiras numeradas eles esperavam atenciosamente o filme começar dando pequenos sussurros e resmungos ao verem os trailers.                   Esse foi um dos últimos momentos que Izuku Midoriya se sentiu “Seguro” em sua vida... Essas lembranças sempre o reconfortaram e sempre o mantiveram “instável” diante o horror que os próximos dias iriam começar.                     Beep...Beep...Beep...Beep...Slam!                 Com um t**a em cima de seu despertador o garoto de longos e cacheados cabelos verdes se levantava, com um sorriso de ponta a ponta e um olhar cheio de brilhos o garoto corria ao banheiro, seu dia havia chegado, era a hora… Era esse o momento por qual ele aguardou quartos anos… O dia de se tornar um herói! Tão energético e contente com aquele momento o garoto m*l se importava em fechar a porta do banheiro, ligando o chuveiro e se banhando da forma mais rasa possível, o garoto saia desesperado para se trocar.                 Uma vez já vestido com sua blusa do All Might e um short preto, o garoto partia em direção a cozinha onde encontrava sua mãe a preparar o café da manhã.                 - Já está pronto? – Perguntou com doçura ao se aproximar de seu filho.                 - Sim! Sim! Sim! – Repetiu diversas vezes enquanto saltava sobre si.                 - Quer tomar café da manhã? Hoje eu fiz panquecas! – Disse a mulher a segurar seu filho pela cintura e o levantar em um abraço.                 - Sim! Não! Eu quero ir! – Ele disse ainda mais animado, correspondendo calorosamente o abraço de sua mãe.                 Colocando seu filho sobre o chão a mulher de cabelos verdes r**o de cavalo ajeitava sua roupa, puxando a blusa de seu filho para baixo e ajeitando seu short, antes de pedir para ele se sentar sobre a cadeira para amarrar seu cadarço ao colocar seus sapatos. Com seu filho já ajeitado a Senhorita não pode deixar de sorrir e bagunçar lentamente os cachos de Izuku que fechava os olhos e se deitava sobre a mão da mulher.                 - Vamos? – Perguntou.                 - Vamos!!! – Berrou o garoto.                                                   Agitado a brincar com um boneco de All Might, Izuku, não deixava de encarrar a porta do Doutor que iria lhe aplicar o exame, o menino, estava “doido” para descobrir qual era sua individualidade, ao ponto de não conseguir parar quieto. Inko apenas ria enquanto olhava seu filho fazendo longas pausas para olhar a porta, em uma de suas pausas a mesma se abriu, mostrando um estranho Doutor com um bigode engraçado e fios de cabelos separados por uma calvície, se fosse um filme, Izuku acharia que era um cientista maluco.                                     - Izuku...? – Perguntou sua mãe ao entrar em casa.                 O garoto estava visivelmente abatido, seu rosto não estava mais contente e as lagrimas pinicavam seus olhos, fungando o nariz o garoto de cabelo cacheados andava a cambalear para o seu quarto. Izuku Midoriya estava visivelmente abatido com o que lhe foi dito esta tarde pelo Doutor. Sua individualidade existia, mas não podia ser utilizado por ele.                 - Izuku. – Chamou sua mãe.                 Os olhos do garoto piscavam, mas ele novamente não respondia, apenas ficando em silêncio e continuando sua caminhada. Ao depositar os dedos sobre a maçanete de seu quarto ele escutou sua mão falando algo, ainda estando em estado de choque o garoto engoliu a saliva em sua boca com um pouco de dificuldade e entrou em seu quarto, se deitando sobre sua cama a fungar o nariz, estava a segurar seu choro.                 No silêncio e no escuro da noite ele adormecia, sua individualidade não era apropriada para se tornar um Herói profissional... Sua individualidade não era apropriada para ser um ajudante... Sua individualidade o transformava em um incompetente... Alguém sem lugar para o mundo. Nesses pensamentos e com seu choro ele realmente pegava no sono.                 Acordado com um leve bater em sua boca, o garoto ainda atordoado pela notícia encontrava sua mãe entrando em silêncio, observando os olhos verdes de seu filho se abrindo a mulher acendia a luz. Izuku precisou piscar algumas vezes para se acostumar com a claridade antes de se sentar na cama.                 - Vai ficar tudo bem... – Disse a mamãe enquanto se aproximava de seu filho com um copo de água.                 - Eu sei... – Disse Izuku ao fazer beicinho, Inko riu.                 Se aproximando e se sentando sobre a cama do esverdeado, a mulher o puxava para um abraço, acariciando calmamente os cabelos verdes de seu filho ela entregava o copo de água.                 - Beba tudinho. – Afirmou a mulher enquanto Izuku segurava o copo com ambas as mãos e o virava em sua boca.                 Por algum motivo ao terminar de beber ele sentia seu corpo amolecer, seus olhos ficavam mais pesados e com o carinho da mamãe o sono tomou conta de seu corpo, amolecendo e caindo sobre o peito de Inko, a mulher puxava um fio de seu cabelo, enquanto ao mesmo tempo, beijava sua testa a sussurrar.                 - “Eu vou lhe concertar, Izuku... Não vou deixarem tirar mais um sorriso seu”.                 Repetindo diversas vezes enquanto o deitava em sua cama, Inko se levantou e se retirou do quarto, a fechar calmamente a janela e a porta, sem antes apagar as luzes e dizer um “Boa Noite” para seu filho, agora completamente apagado.                                Costurando e bordando um boneco, a mulher passava a noite em claro a fazer uma pelúcia de seu filho, prestando atenção em todo o mínimo detalhe, fazendo sardinha por sardinha e colocando botões verdes brilhantes no mesmo. Com uma lã desfiada ela costurava o cabelo de seu filho sobre o boneco, segurando aquele fio e o colocando no meio dos demais o boneco estava pronto. Inko iria concertar seu filho... Ela iria dar a ele um novo sorriso.     Beep…Beep…Beep…Tic.                 Acordado lentamente e olhando o despertador que sua mão acabava de desligar, o garoto sorria, se sentando calmamente sobre a cama ele observava sua mão que estava com um sorriso calmo e tímido no rosto. Coçando seus olhos na tentativa de retirar as remelas ele sentia seu corpo inteiro congelando.                 - Mãe...? – Ele perguntava ainda atordoado pelo remédio de ontem.                 - Não se preocupe, Izuku. – Disse Inko alisando calmamente os cabelos do boneco.                 Simultaneamente o garoto conseguia sentir seus cabelos sendo amassados, com um rosto um pouco assustado ele começava a se mexer para perto de sua mãe, sem saber muito o que fazê-lo se revirava e se remexia todo naquela situação, se debatendo apavorado ao ser controlado pela primeira vez.                 - Não resista... Isso e para o seu bem... – Disse com firmeza, por mais que suas palavras não parecessem.                 Vendo o garoto ainda se debater, Inko apertava calmamente o braço de sua pelúcia e com calma ia o contorcendo para trás até ouvir um “c***k” vindo do esverdeado, que logo berrava de dor, seus olhos se reviravam e logo ele caia para frente desmaiado. Sua mãe o segurava e via o braço do menino se contorcendo, o mesmo estava quebrado e torcido, com um calmo olhar a mulher começava a acariciar seu “coelhinho” enquanto tentava o acalmar.                 - A mamãe vai cuidar de você... Tudo bem? – Ele dizia enquanto mimava o garoto.                   Nome: [Izuku Midoriya] Idade: [Quatro] Tipo Sanguíneo: [O.] Individualidade: [Boneco VooDoo] (A partir de um único fio de cabelo de seu portador, costurado a um boneco, qualquer, seu corpo irá se comportar da mesma forma e agira igualmente ao boneco de quem está o controlando)  

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