VII — ENTENDENDO TUDO ERRADO

1513 Palavras
Uma semana depois... Já fazia uma semana que PH e Laura não se viam e nem se falavam. Grazi, uma garota do morro, que PH ficava de de vez em quando, tentou umas duas vezes chamar ele para a casa dela durante a semana, mas ele dispensou, disse que não tava afim. Uma outra garota, Eduarda, que mora em copacabana, mas que vive subindo o morro em dia de baile, ligou falando que subiria o morro no fim de semana, e que estava com saudades, mas ele dispensou logo a garota, dizendo que estava meio ocupado. Ele chegou também a encontrar Estefany, que ele também ficava de vez em quando, e que se jogou pra cima dele, mas ele também dispensou. Esse último episódio foi visto por Gringo e Jotinha, que não perdoaram. — Qualé PH? A Riquinha colocou uma coleira, foi? — Jotinha perguntou, fazendo Gringo rir. — Que Riquinha o que, car@lho? Só tô sem paciência pra essas minas. — Tem certeza? Já vi tu dispensando a Estefany e a mina de Copacabana em uma ligação. Não vi tu indo na casa da Grazi esses dias. Acho que tem alguma coisa ai — Jotinha falou entrando no seu carro. Ele estava indo organizar os últimos detalhes para o baile daquela noite. — Mete o pé, Jotinha — ele falou bem bravo, fazendo Gringo e Jotinha rirem novamente. *** A noite, ele deu uma passada no baile, subiu no camarote, e quando viu Julia e Gabi, pensou em perguntar por Laura, mas desistiu. Ele já estava de saco cheio do Jotinha e do Gringo no pé dele, não queria Laura e Júlia insinuando nada. Ele ficou quieto bebendo próximo ao parapeito do camarote, quando Eduarda pediu para um soldado avisar a ele que estava lá embaixo. — Pode liberar a entrada dela — ele falou olhando para baixo, na direção onde Eduarda estava. A garota subiu com mais uma amiga. — Oi — ela falou sorrindo, se aproximando e dando um beijo na bochecha dele. — Lembra da Luiza? — Sim — respondeu acenando para a amiga de Eduarda, sem tanto entusiasmo. — Luiza gostou daquele teu amigo, mas acho que ele já tá com uma garota — ela falou olhando em direção a Gringo. — Meu amigo tá amarrado, aconselho a não chegar nem perto. — Entendi — Luiza falou fazendo uma careta. PH ficou mais um tempo por lá, mas tava sem paciência para ficar de papo. — Eduarda, eu vou nessa — ele falou no ouvido da garota por causa do barulho que tinha começado bem alto. — Mas, já? — Tenho que fazer uma parada. Pode ficar de boa aí com a tua amiga, só manda ela ficar de boa em relação ao Gringo. O cara tá casado, e é fiel — ele falou indo em direção a escada, mas antes falou: — Se arranjar problema pra mim com o Gringo e a mina dele, não libero mais pra subir. — Tá — a garota falou franzindo o cenho, achando ele estranho. *** PH pegou seu carro, e dirigiu em direção a Lagoa, ele queria vê Laura, conversar com ela, beijar ela, ele sentiu a falta dela a semana inteira. Ele estacionou na lateral do prédio dela, e assim que dobrou a esquina, viu Laura toda arrumada e de salto, entrando em uma Ferrari com um cara Ele parou na mesma hora, e voltou para a lateral da esquina, para que Laura não o visse. — Toma, seu idiot@ — falou xingando a ele mesmo. — Tu sabia que a mina tem namorado, e ainda vem feito um otári0 atrás dela. PH voltou para o carro com muita raiva, e acelerou com tudo, de volta para.a Rocinha. A velocidade estava tão alta, que ele atravessou vários carros e chegou lá na metade do tempo. PH foi direto pro camarote, e ele pensou que pra sua sorte Eduarda aínda estava lá. Ele foi em direção a garota, e a puxou pelo braço, fazendo com que Julia e Gabi se olhassem. — Vamu aqui comigo . — Uau, o que aconteceu? — Eduarda perguntou ainda sem entender o motivo dele ter sido frio com ela alguma minutos antes, e de repente chegar daquela forma, puxando ela. — Eu só não deveria ter saído, só fiz perder tempo. Eu quero ficar contigo, só nós dois. Eduarda olhou pra sua amiga Luiza, na dúvida do que fazer. — Pode ir, eu vou descer e vou ficar com a galera — Luiza falou se referindo aos amigos que tinham vindo com elas. — Tá bom então amiga. PH e Eduarda foram para o carro dele, e foram em direção a uma casa de aluguel que ele tem, e que está desocupada. Ele não costuma levar mulheres para casa dele. Assim que chegou lá, PH levou ela para o quarto. Como não tinha móveis, ele virou ela de costas, e começou a beijar o pescoço dela. Ele subiu o vestido da garota, e baixou a calcinha dela com agilidade. PH pegou uma camisinha na gaveta do armário do banheiro e colocou, abaixando sua calça e cueca com rapidez. Sem demora, PH começou a penetrar Eduarda, estocando fundo e com agilidade, enquanto massageava o clitórls da garota. — Tu é bem dotado — Eduarda falou em gemidos. — Eu ainda me assusto, e olhe que já é a terceira vez. PH não falou nada, ele estava ali, mas estava distante. Depois de um tempo naquela posição, PH virou a garota de frente, e ergueu uma das pernas dela e começou a estocar ela de frente. PH baixou a parte de cima do vestido da garota, e começou a chupar os s***s dela. Eduarda gemia ensandecida. Apesar da falta de preliminares, o tamanho do p@u de PH, aliado a sua alta performance e disposição, levaram a garota loucura. Assim que ele viu que a garota havia chegado ao orgasm0, ele goz0u em seguida. Assim que terminou, PH recolheu sua camisinha, se limpou e vestiu sua roupa, enquanto Eduarda vestia sua calcinha e ajeitava o vestido. — Você não mora aqui, né? — Não — ele falou colocando a camisa. — Essa casa é minha, mas é pra alugar. — Você não costuma levar as garotas pra tua casa? — Tu deve imaginar com o que eu sou envolvido, né? — Sim. — Então não é seguro levar ninguém na minha casa. — É por isso que tu também não fala teu nome de verdade, e não fala sobre você? PH apenas confirmou com a cabeça. — Eu só não entendi uma coisa... — ela pensou por um tempo antes de perguntar. — Por que você não beija na boca? — Eu acho muito íntimo — ele respondeu no jeito "seco" PH de ser. — Mais íntimo do que fazer s&xo? — Pro beijo, tem que rolar uma parada diferente, tá ligada? — Sentimento? — Sim — PH respondeu, e Laura veio em sua mente no mesmo instante. — Vamos? Quero vê se ainda encontro meus amigos, para ir embora com eles — foi a desculpa mais plausível que Eduarda encontrou, diante da sua frustração. PH deixou Eduarda no baile, depois da garota ter ligado pra sua amiga, e confirmado que eles ainda estavam lá. Depois disso ele foi pra sua casa. *** Laura havia ido ao aniversaria de Pedro e Sofia, irmãos gêmeos, que estudaram com ela e Julia. Apesar de Pedro ser apaixonado por Laura a anos, e apesar de já ter beijado ele uma vez, Laura deixou bem claro para o garoto que gosta dele apenas como amigo, e até então Pedro havia entendido. Estava indo tudo bem na festa, que estava acontecendo em uma casa noturna na Barra da Tijuca, até que Pedro começou a ficar muito bêbado. — Qual é, Laurinha? — o rapaz falou após Laura desviar de um beijo dele. — Pedro, não viaja — ela falou brava. — A gente é amigo. — Mas eu não quero ser só seu amigo — Pedro falou forçando Laura contra o bar da casa noturna. — Pedro, eu falei não — ela falou enquanto o rapaz insistia em passar a mão em volta da cintura dela, e tentava beijar seu pescoço. — Sai Pedro. — Tô achando que tu também quer, Laurinha — a essa altura a mão de Pedro já estava na b***a de Laura. Sem pensar duas vezes, a garota deu um chute no meio das pernas de Pedro, de forma bem certeira no testículo do rapaz, que gemeu e se encolheu de dor. — EU FALEI NÃO, PORR@ — Laura gritou. — O que aconteceu? — Sofia, que chegou perto deles na mesma hora perguntou. — Da um banho gelado no teu irmão, ele tá precisando. Eu vou embora, essa festa já deu pra mim. — Laura, espera — Pedro falou tentando pegar no braço dela. — Se eu fosse você, eu soltaria o meu braço, e não viria atrás de mim — a garota falou sendo taxativa, deixando Pedro sem alternativa, a não ser soltar o braço dela.
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