O ar era denso... Magno decidiu soltar Gabriella, pois a experiência que viria a seguir, exigia flexibilidade... — Você sabe por que está aqui, não sabe, minha garota? — A voz de Magno era baixa, rouca, um murmúrio que parecia ecoar dentro dela. Seus dedos, fortes e quentes, deslizaram pelo cabelo de Gabriella, agarrando os fios castanhos em um punho firme antes de puxá-los para trás, forçando-a a arquear as costas. Ela gemeu, um som suave e submisso, enquanto sentia o pescoço esticar, exposto. — Você pertence a mim agora. Cada parte desse corpo lindo é para usar como eu quiser. Ela engoliu em seco, sentindo a saliva espessa na garganta. Não havia escapatória. Não havia escolha. E, Deus, ela não queria que houvesse. — Sim, padrinho — sussurrou, a voz trêmula, mas obediente. Sua b0ceta

