MANDANDO

633 Palavras

A dor ardente ainda pulsava, mas Gabriella não ousava se mexer. Magno mantinha as mãos firmes em seus quadris, a respiração quente contra sua nuca enquanto ele a penetrav4 com lentidão crue3l, cada centímetro de seu p4u gr0sso forçando-a a se adaptar. Ela mordia o lábio até sentir o gosto metálico do sangue, as lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto tentava obedecer. — Respira, minha put4 — ele rosnou, puxando seu cabelo com mais força, fazendo seu pescoço arquear. — Você aguenta. Você foi feita para isso. Ela engoliu em seco, sentindo as ve4as latejant3s de seu cuzinh0 queimarem com cada investida. Magno não tinha pressa. Ele a f0dia devagar, como se estivesse esculpindo seu corpo para seu próprio praz3r, cada movimento calculado para mantê-la à beira do orgasm0 sem nunca deixá-la cair

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