A cadeira dele girava com um rangido sedutor. Gabriella deslizou sobre o estofamento de couro, sentindo o frio da superfície espalhar-se por suas coxas nuas por baixo do tubinho justo. O coração martelava, mas uma curiosidade mais avassaladora que a vergonha a fazia respirar rápido, quente. O monitor de vinte e sete polegadas permanecia ligado, proteção de tela oscilando entre logotipos da empresa; o computador não tinha dormido, como se aguardasse testemunhas. Ela abriu a pasta “Relatórios” para aparentar algum foco, mas os olhos lacrimejavam de tédio; sabia que o verdadeiro tesouro estava escondido sob os cliques certos.
Foi então que avistou, entre pastas de orçamento e planilhas, um ícone discreto chamado “câmeras”. O ponteiro do mouse pareceu pesar mais; cada milissegundo até o duplo-clique durou uma eternidade excitant3. A tela escureceu por um instante, depois exibiu uma coluna de miniaturas: hall de entrada, estacionamento subterrâneo, refeitório, depósito. Imagens em tempo real, de alta definição, mostrando funcionários que não desconfiavam do olhar que agora as percorria. Gabriella sentiu um formigamento entre as pernas: ali estava o poder de ver sem ser vista — exatamente o jogo que ela mais amava.
Com a roda do mouse deslizou para baixo, procurando sem saber o quê. Até que parou num quadrinho rotulado simplesmente “Sala – Bruna”. A câmera estava ativa, indicador verde pulsando como farol de pr4zer. Gabriella engoliu em seco. Bruna, a sócia-executiva de Magno, tinha fama de eficiente e de dona de um corpo que desafiava qualquer camisa social branca: se1os fart0s, c1ntura marcada, andar lento que insinuava rebol4do firme. Respirou fundo, o pe1to propriamente dito apertando o tecido fino do vestido, e clicou.
O quadro expandiu para a tela inteira. Lá dentro, a sala de Bruna parecia menor, iluminada por uma luminária de led sobre a mesa ordenada. Magno estava sentado na frente dela, pernas cruzadas, calça cinza escura esticada sobre a coxa grossa. A camisa branca aberta no primeiro botão deixava à mostra o pe1to. Ele falava algo, mas no vídeo só havia imagem; Gabriella moveu o cursor até o ícone de áudio e desceu o volume para que o som não vazasse. Quando as vozes surgiram, sua boca formigou.
— ...fico o dia inteiro dur0 só de olhar pra essa tua boca, Bruna. Sabe o que me apetece fazer contigo agora? — A voz de Magno, grave, carregada de ronquidão de quem fuma quando ninguém vê, vibr4va nos alto-falantes do monitor.
Bruna riu, meio sem graça, meio provocant3. — Magno, Magno, ainda estou no horário...
— O horário é meu. Levanta e vem cá. — Magno deslocou o corpo para a frente; a cadeira de rodinhas arrastou-se pelo tapete.
Tudo pareceu acelerar dentro da tela. Bruna ergueu-se, batendo a caneta sobre o mouse; o dec0te da blusa abriu levemente, expondo o sulco de se1os pesados. Antes que ela desse outro passo, Magno levantou-se com agilidade que surpreendeu Gabriella: trinta centímetros de altura a mais, ombros que pareciam esticar a própria camisa. Ele avançou, agarrou Bruna pelo pescoço sem delicadeza — o gesto foi firme, dom1nador, mas seguro o suficiente para não machucar de fato. Empurrou-a de costas contra a parede lateral, onde pendia um quadro de certificados que tremeu com o impacto.
Gabriella abriu as pernas de forma instintiva; o vestido subiu até a metade das cox4s ao deslizar para a beira da cadeira. O vento gelado do ar-condicionado bateu na pele quente, mas ela nem se importou. Na tela, Magno inclinou-se ao ouvido de Bruna e sussurrou algo que a fez sorrir, os lábios trêmulos. Depois, com a mão livre, desabotoou o cinto metálico — o som do zíper abrindo pareceu estalar dentro da própria nuca de Gabriella.
— Vira. — A ordem foi direta. Bruna obedeceu, colocando as palmas contra a parede, quadr1l projetado para trás. A saia-cáqui justa subiu quando Magno a enrolou à cintura, expondo duas nád3gas dur4s e lisas, calcinha rend4da enfi4da. — Hoje vou te arr0mbar de verdade, até você lembrar quem manda aqui. — O tom era pausado, quase preguiçoso, mas carregado de uma promessa que a câmera captava em cada detalhe.
Magno abaixou a calça e o boxer até o meio das cox4s gross4s. O p4u saltou para fora, er3to, cabeça ros4da e brilhante de t***o. Ajeitou-o na mão, massageando de cima a baixo com duas, três batidas, como quem afia uma arma. Gabriella sentiu umid4de escorregar pelo próprio tecido; o clitór1s latej4va com a mesma cadência do punho dele. Impaciente, ela puxou o tecido para o lado, não se importando em rasgar a rend4 barata: precisava de contato, de entrada, de imediato.
Magno cusp1u na palma, espalhou a saliva pelo eixo e aproximou-se. Bruna soltou um gem1do baixo, antecipando. Ele não demorou: encaixou a cabeça no ânu$ contraído e empurrou de uma só vez, sem rodeios. O corpo da mulher arqueou, os se1os colados na parede; os quadros balançaram. — Ahhh, porr4... — o praz3r misturado à dor escapou-lhe pela boca enquanto Magno começava a bomb4r fundo, cada estoc4da sacudindo a carne exuberante de Bruna.
Na sala escura, Gabriella enfiou dois dedos na boc3ta molh4da, imitando o ritmo que via. O quadril subia e descia na cadeira, o pel0 púbic0 raspando no couro. Com a mão livre apertou um sei0 por cima do vestido, depois puxou a gola para baixo do sut1ã, expondo o mamil0 dur0. Estava sozinha, mas podia ouvir o grunhido de Magno ao fundo das caixas de som: — Sei que gosta assim, sua vadi4. Aperta esse cuz1nho para mim. — As imagens tremiam levemente, mas sempre focadas na pen3tração violenta, nas nád3gas de Bruna que ardiam em vermelho com cada t4pa seco que Magno desferia alternando as mãos.
Os sons eram explíc1tos: a respiração ofegante de Bruna, o estalo da carne contra carne, o suave ranger da parede. Quando Magno agarrou os cabelos dela, enrolando-os no punho, puxou com força, obrigando-a a curvar o pescoço para trás enquanto bombeav4 mais rápido. Bruna berrou baixo, pedindo que não parasse. Gabriella sentiu o clitór1s crescer, endurec3r, a nuca arrepiada. O braço operava os dedos dentro do próprio canal, molhando a cadeira; o corpo inteiro tremia com micro-contrações que anunciavam o orgasm0 iminente.
Magno, transbordando suor na testa, retirou-se por um instante, virou Bruna de frente, levantou-a pelas cox4s com um esforço fácil de quem carrega peso na academia há décadas. Bruna envolveu a cintura dele com as pernas, os se1os saltando para fora. Ele, começa a met3r de volta, mas dentro da bucet4 agora, empurrou-a contra a parede outra vez, estoc4ndo para cima, cada vez que descia ressonava um som úmid0 e quent3. As unhas dela arranhavam os ombros dele...