Sally Narrando
Eu e Henry bebemos durante horas no bar, e confesso que fazia muito tempo que não me divertia com alguém. Depois de muita conversa e bebida, eu comecei a ficar um pouco cansada e decidi ir para casa.
– Henry, sua companhia é ótima, mas estou um pouco cansada. Vou ir para casa, tudo bem? – Ele sorriu de forma doce.
– Vai me impedir de te levar para casa hoje também? – Tomei a chave do carro da mão dele, e guardei na minha bolsa.
– Sim. E de se matar também.
– Vou dividir o táxi com você. Posso? – Eu concordei.
Chamamos um táxi e assim que chegou, ele abriu a porta para mim e entramos no carro. Eu entrei, e depois ele entrou. Ele me olhava com um sorriso no rosto.
– Eu tô pensando em fazer algo que eu não devia. – Ele disse. Ergui as sobrancelhas e esperei que ele continuasse.
Eu não estava preparada para o que veio a seguir. Uma das mãos de Henry foi colocada na lateral do meu pescoço e ele inclinou o rosto até o meu. Os lábios dele tocaram os meus, e eu fechei os olhos. Me permiti ser beijada por ele.
Senti sua língua invadir minha boca de forma impositiva mas ao mesmo tempo doce. Henry levou a mão de meu pescoço até minha nuca e segurou meus cabelos longos entre os dedos, empurrando meu rosto ainda mais contra o seu e me beijando de forma mais profunda. Sua outra mão... Ele apoiou em meu joelho, e começou a subir.
Henry escorregou os lábios por meu queixo, maxilar e alcançou meu pescoço. Eu fechei meus olhos e joguei minha cabeça para trás, dando mais espaço para que ele pudesse beijar o local.
– Henry, o que a gente tá fazendo... – Falei, com a respiração pesada. Ele deu uma risadinha convencida contra meu pescoço.
– Algo que você não quer que eu pare. – Falou, contra minha pele.
– Não quero que termine aqui no carro. – Respondi.
– Não pensei em terminar aqui. Quero que tenha privacidade... – Ele começou a subir os lábios, os arrastando por minha pele até alcançar os meus lábios novamente. – Para poder... Gemer meu nome... – E aí, me tomou em um beijo de novo.
Eu não gosto muito de homens prepotentes. Mas quando senti a mão de Henry subindo por minha coxa, percebi que o que ele tinha não era prepotência. Ele simplesmente sabia quem era, e o quanto ele conseguia deixar uma mulher completamente excitada.
Desci do carro no condomínio de Henry e assim que passamos pela porta de deu apartamento, ele me puxou pela cintura, alcançando meus lábios com os dele. Fui prensada contra a parede e o corpo de Henry, enquanto o beijo dominador dele me deixava completamente louca. Ele começou a abrir a própria camisa, e eu o ajudei com os botões. Depois, quando o vi com a camisa branca aberta, e o abdômen amostra, coloquei minhas mãos ali e pude sentir como se tocasse a p***a do paraíso. Que homem.
Henry começou a abrir os botões da minha camisa, deixando-a aberta e com meu sutiã exposto. Ele pegou minha cintura com as mãos fortes, por dentro da camisa aberta, e começou a me guiar enquanto me beijava para a sala. Henry passou os braços ao redor de mim e, atrás do meu corpo, desabotoou as mangas da camisa social, assim, eu pude empurrá-la para fora do corpo dele enquanto sentia seus ombros com as mãos. Ele tem um corpo muito gostoso, p**a merda.
Chegamos na sala. Henry tirou minha blusa e abaixou o suficiente para me pegar no colo, segurando-me pelas coxas. Eu passei as pernas ao redor dele e meus braços também. Achei que ele transaria comigo ali, mas não, ele atravessou a sala e começou a me levar em direção ao quarto.
Quando chegamos ali, ele me jogou em cima da cama e avançou em mim, engatinhando por cima do colchão e se pondo por cima de mim, no meio de minhas pernas. Ele imediatamente alcançou meu pescoço, enquanto suas mãos acariciavam minhas coxas descobertas pela saia que havia subido.
– p***a, eu tava louco por isso... – Ele disse, contra meu pescoço. Aquilo me fez sorrir de forma safada.
Henry deslizou os lábios por meu colo do seio e depois alcançou o fecho do sutiã com as mãos. Ele abriu com uma facilidade que me fez questionar mentalmente quantos sutiãs esse sem vergonha já havia aberto, mas minha mente se calou quando meu seio foi atacado por seus lábios...
Porra, Henry sabe exatamente o que fazer. Enquanto massageava um com as mãos, chupava o outro, passava a língua na parte mais sensível e me deixava completamente a mercê dele.
Depois de um tempo, ele começou a fazer um caminho de beijos por minha barriga. Eu ainda estava de saia, calcinha e saltos. Ele ainda estava com a parte de baixo da roupa.
Henry subiu minha saia social, e puxou minha calcinha para fora do corpo. Ele beijou e acariciou minhas coxas, antes de afundar o rosto no meio de minhas pernas... O que, literalmente, me fez gemer o nome dele e segurar seu rosto pelos cabelos, contra minha i********e com força.
Henry me chupava como se eu fosse uma delícia. Definitivamente, ele sabe satisfazer uma mulher. Ele colocou as minhas pernas por cima de seus ombros e afundou a boca ainda mais ali.
Eu gozei com o oral de Henry. E ele abriu o zíper da calça, assim que tirou a boca do meio das minhas pernas e pegou uma camisinha na mesa de cabeceira. Eu tava completamente louca para ser preenchida por ele.
Eu retirei minha saia e ele retirou o resto das roupas após colocar a camisinha. Subiu em mim, e eu abri as pernas, para que pudesse se encaixar melhor. Henry ajeitou o m****o em minha entrada e se empurrou contra mim, o que me fez me agarrar em seus ombros e gemer ainda mais que antes. É, ele sabe como se mover. E ele se movia de forma perfeita.
Muitos homens não duraram quase nada comigo. Diziam que a culpa era minha, por causa das minhas curvas e do quanto os excitava. Mas Henry... Ele durou o suficiente para eu ter mais um orgasmo, totalmente energizado, me beijando, me adorando, se esfregando em mim e acariciando meu corpo com suas mãos fortes.
Sei que ele ficou arranhado. Eu não consegui me conter. Ele era gostoso demais e eu realmente gemi seu nome do jeitinho que ele previu.
Depois que ele gozou, se jogou ao meu lado na cama, satisfeito, respirando fundo para tentar normalizar a respiração.
– Eu não sei como vou olhar para você sem querer te comer a partir de agora. – Ele disse. Soltei uma risada divertida.
– Acho que acabamos de complicar as coisas. – Falei.
– Também acho.