Angelina
Foi uma explosão mágica e em câmera lenta, foi ele tirando minha roupa, seu corpo musculoso me abraçando, sua desenvoltura, seu carinho, sua gentileza, teve risadas e também paixão. O desejo* ardia entre nós, com uma necessidade quase insuportável. Ele me olha com olhos famintos e insaciáveis, me fazendo quente outra vez. Marcelo segura dos dois lados do meu rosto, e cola nossas bocas por um tempo.
— Está cansada?.- sussurra ainda com as mãos em meu rosto.
— Não.- respondo me sentindo um pouco cansada sim, porém morrendo* de vontade dele novmente.
— Não minta para mim.- me adverte com a voz suave, tirando uma mexa do meu cabelo do rosto, a colocando atrás da orelha.
— Depois de dois orgasmos*, é claro que estou cansada. Mas eu quero mais.- confesso para ele, e seus lábios contorcem em um pequeno sorriso no canto da boca.
— Menina insaciável.- brinca.- o que você quer?.- ele sussurra, passando seu nariz delicadamente no meu.
— Eu quero chupar* você.- falo com água na boca, ansiando de vontade de senti-lo em minha boca.
Vejo os olhos do Marcelo escurecerem mais um pouco, enquanto ele molha os lábios com a ponta da língua.
— Você pode fazer o que quiser.- avisa com a voz rouca.
Eu subo em cima dele e beijo sua boca com vontade. Desço meus lábios por seu pescoço, até sua barriga e continuo descendo, até chegar na altura do seu pênis*. Levanto meus olhos para olhar nos dele, que brilham com excitação*. Seguro forte o seu cumprimento*, e ele suspira, deixando um pequeno gemido* escapar da garganta. Passo minha língua pela cabecinha, o fazendo gemer* mais rouco e agarrar meu cabelo. Quando estou prestes a provar todo o seu gosto, escuto um assobio.
*Fruuuin…
O barulho fez!
Me levanto na mesma hora olhando para fora da caçamba assustada, procurando por alguém nos observando. Marcelo me olha intrigado, sem entender o que aconteceu.
— O que foi?.- ele pergunta alarmado.
— Tem alguém vigiando a gente.- falo olhando para fora nervosa.
*Fruuuin…
Eu ouso novamente!
— Aí, você ouviu? Está assobiando.- sussurro para ele com um dedo levantado, e ele cai na gargalhada na mesma hora.
Eu fico o encarando, sem entender o motivo para esse ataque* de riso uma hora dessas, ainda mais com alguém nos vigiando.
Eu fico me perguntando: Será que estão aí a muito tempo? Será que filmaram alguma coisa?
— Você está rindo de que Marcelo?.- pergunto nervosa com a situação.
— Isso é rã, mulher.- ele diz ainda rindo da minha cara.
Olho para ele como se tivesse duas cabeças, sem acreditar que seja mesmo uma rã.
— Isso não é rã, tenho certeza que alguém estava espiando a gente.- eu falo desconfiada, e ele não consegue parar de ri.- é sério Marcelo, eu não vou conseguir ficar aqui, tem gente olhando.- protesto como uma criança.
— Tá bom, tá bom, vamos achar essa rã então.- ele diz, fazendo movimentos para se levantar.
— Eu não vou sair daqui pelada*.- rosno entre os dentes.
Marcelo balança a cabeça para mim, pega sua blusa e enfia* na minha cabeça, depois, ele pega a bermuda, e a coloca no corpo. Desce da caçamba, e estica a mão para me ajudar a descer também.
— Vamos atrás desse espião.- ele fala sarcástico, e eu reviro meus olhos.
Ele vai ver que eu tenho razão!
Nós vamos em direção ao último assobio que escutamos, e o meu medo vai aumentando cada vez mais.
Se realmente for uma pessoa, talvez ela possa não estar sozinha. Talvez queira nos assaltar, ou até me estuprar e matar* nós dois.
Aí Meu Deus!
— Marcelo, talvez seja melhor a gente ir embora.- eu falo agarrando em seus braço musculosos, na intenção de me esconder de quem quer se seja.
— Fica tranquila, é só uma rã.- ele fala, e aponta para o pequeno animal nos olhando.
A pequena rã fica parada com seu papo entrando e saindo do corpo, com os olhos esbugalhados em desconfiança.
Eu olho para ela, e depois para o sorriso vitorioso do Marcelo, que cruza os braços como quem diz: eu não falei?
— Ah, sua safada*.- falo encarando a rã e ela assobia para mim.
Marcelo não se aguenta e começa a gargalhar outra vez.
Cretino*, ele está rindo da minha cara!
— Você não existe mulher.- Marcelo me puxa para os seus braços e cola nossos lábios. De um beijo sobreo, ele o apimenta enfiando seus dedos entre meus cabelos, puxando delicadamente para trás.- acho que você está me devendo algo.- sussurra em meu ouvido.
Sorrio para ele, e me ajoelho devagar, sem tirar meus olhos dos dele. Marcelo tem a respiração desordenada, e não deixa meus olhos por nenhum minuto. Quando já estou ajoelhada, coloco seu m****o* para fora, e o engulo pedaço por pedaço, vendo Marcelo respirar fundo, rolando a cabeça para trás.
— p**a* que pariu.- ele suspira.
Eu o levo cada vez mais fundo em minha garganta, e quando tenho seu p*u* por inteiro na minha boca, sinto sua ponta ultrapassa minha garganta.
— Cristo, Angelina. Você não engasga?.- pergunta ofegante.
Subo minha boca para sua ponta, e passo a língua por toda a cabeça, e depois pelo comprimento*. Marcelo suspira prendendo meus cabelos entre seus dedos. Ele geme* quando eu aumento a velocidade, o sugando para dentro e para fora, as vezes forte e as vezes fraco, rápido e devagar, e vejo seus pés subirem e ele ficar na ponta dos dedos.
— Chega, ou vou gozar* na sua boca.- ele diz entre os dentes, em meio a um sussurro.
Marcelo me puxa pelos cabelos, me fazendo ficar em pé. Lambo meus lábios olhando para ele, e vejo sua boca meio aberta ofegar.
— Você me enlouquece sabia?.- sussurra beijando minha boca, e me subindo para o seu colo.
Marcelo vai me levando até a caçamba do carro, e me coloca deitada de costas bem na beirada. Ele abre minhas pernas, e abocanha a minha v****a*, a sugando com nessecidade. Eu dou um grito com a sensação deliciosa de sua língua me lambendo* mais uma vez. Ele suga meu c******s*, com seu olhar devasso sobre mim. Ele se afasta, posiciona a cabeça do p*u* na minha entrada, o esfregando* para cima e para baixo, fazendo meu corpo inflamar de desejo*. Ele bate seu comprimento* bem em cima do meu c******s*, enquanto me dá um sorriso safado.
— Sobe mais um pouco, sobe?.- pede rouco e eu obedeço.
Ele sobe com os joelhos em cima da caçamba, e pede para que eu me vira de costas. Eu fico de quatro para ele, o dando uma melhor visão da minha b***a*. Marcelo alisa minhas nádegas*, e me dá um tapa que me faz gritar em protesto.
— Empina pra mim sua gostosa.- rosna com um apetite carnal, e eu faço o que me pede.- isso garota.- ele suspira, me penetrando* com força, fazendo meu gemido sair da minha garganta feito um tiro*.
Marcelo não tem pena e me fode* como uma metralhadora, me chamando de p**a* de cachorra* e de safada*. Ele espanca* a minha b***a*, apertando minha cintura, fazendo seus movimentos serem ainda mais intensos. Se antes fizemos amor, agora ele está fodendo* comigo.
— Gostosa.- rosna puxando meu cabelo, fazendo minha cabeça arquear para trás.
Eu rebolo contra seu p*u*, e ele geme* em resposta. Sinto que estou perto da minha libertação quando meu corpo todo fica rígido, e minhas entranhas se apertam.
— Venha, eu quero sentir você gozando* para mim Angel.- rosna no meu ouvido e isso pra mim é o fim.- p**a* que pariu.- ele grita quando meu orgasmo* faz com que o dele venha em ondas de esparmos por todo seu corpo.