Capítulo 24

1318 Palavras
Angelina Foi uma explosão mágica e em câmera lenta, foi ele tirando minha roupa, seu corpo musculoso me abraçando, sua desenvoltura, seu carinho, sua gentileza, teve risadas e também paixão. O desejo* ardia entre nós, com uma necessidade quase insuportável. Ele me olha com olhos famintos e insaciáveis, me fazendo quente outra vez. Marcelo segura dos dois lados do meu rosto, e cola nossas bocas por um tempo. — Está cansada?.- sussurra ainda com as mãos em meu rosto. — Não.- respondo me sentindo um pouco cansada sim, porém morrendo* de vontade dele novmente. — Não minta para mim.- me adverte com a voz suave, tirando uma mexa do meu cabelo do rosto, a colocando atrás da orelha. — Depois de dois orgasmos*, é claro que estou cansada. Mas eu quero mais.- confesso para ele, e seus lábios contorcem em um pequeno sorriso no canto da boca. — Menina insaciável.- brinca.- o que você quer?.- ele sussurra, passando seu nariz delicadamente no meu. — Eu quero chupar* você.- falo com água na boca, ansiando de vontade de senti-lo em minha boca. Vejo os olhos do Marcelo escurecerem mais um pouco, enquanto ele molha os lábios com a ponta da língua. — Você pode fazer o que quiser.- avisa com a voz rouca. Eu subo em cima dele e beijo sua boca com vontade. Desço meus lábios por seu pescoço, até sua barriga e continuo descendo, até chegar na altura do seu pênis*. Levanto meus olhos para olhar nos dele, que brilham com excitação*. Seguro forte o seu cumprimento*, e ele suspira, deixando um pequeno gemido* escapar da garganta. Passo minha língua pela cabecinha, o fazendo gemer* mais rouco e agarrar meu cabelo. Quando estou prestes a provar todo o seu gosto, escuto um assobio. *Fruuuin… O barulho fez! Me levanto na mesma hora olhando para fora da caçamba assustada, procurando por alguém nos observando. Marcelo me olha intrigado, sem entender o que aconteceu. — O que foi?.- ele pergunta alarmado. — Tem alguém vigiando a gente.- falo olhando para fora nervosa. *Fruuuin… Eu ouso novamente! — Aí, você ouviu? Está assobiando.- sussurro para ele com um dedo levantado, e ele cai na gargalhada na mesma hora. Eu fico o encarando, sem entender o motivo para esse ataque* de riso uma hora dessas, ainda mais com alguém nos vigiando. Eu fico me perguntando: Será que estão aí a muito tempo? Será que filmaram alguma coisa? — Você está rindo de que Marcelo?.- pergunto nervosa com a situação. — Isso é rã, mulher.- ele diz ainda rindo da minha cara. Olho para ele como se tivesse duas cabeças, sem acreditar que seja mesmo uma rã. — Isso não é rã, tenho certeza que alguém estava espiando a gente.- eu falo desconfiada, e ele não consegue parar de ri.- é sério Marcelo, eu não vou conseguir ficar aqui, tem gente olhando.- protesto como uma criança. — Tá bom, tá bom, vamos achar essa rã então.- ele diz, fazendo movimentos para se levantar. — Eu não vou sair daqui pelada*.- rosno entre os dentes. Marcelo balança a cabeça para mim, pega sua blusa e enfia* na minha cabeça, depois, ele pega a bermuda, e a coloca no corpo. Desce da caçamba, e estica a mão para me ajudar a descer também. — Vamos atrás desse espião.- ele fala sarcástico, e eu reviro meus olhos. Ele vai ver que eu tenho razão! Nós vamos em direção ao último assobio que escutamos, e o meu medo vai aumentando cada vez mais. Se realmente for uma pessoa, talvez ela possa não estar sozinha. Talvez queira nos assaltar, ou até me estuprar e matar* nós dois. Aí Meu Deus! — Marcelo, talvez seja melhor a gente ir embora.- eu falo agarrando em seus braço musculosos, na intenção de me esconder de quem quer se seja. — Fica tranquila, é só uma rã.- ele fala, e aponta para o pequeno animal nos olhando. A pequena rã fica parada com seu papo entrando e saindo do corpo, com os olhos esbugalhados em desconfiança. Eu olho para ela, e depois para o sorriso vitorioso do Marcelo, que cruza os braços como quem diz: eu não falei? — Ah, sua safada*.- falo encarando a rã e ela assobia para mim. Marcelo não se aguenta e começa a gargalhar outra vez. Cretino*, ele está rindo da minha cara! — Você não existe mulher.- Marcelo me puxa para os seus braços e cola nossos lábios. De um beijo sobreo, ele o apimenta enfiando seus dedos entre meus cabelos, puxando delicadamente para trás.- acho que você está me devendo algo.- sussurra em meu ouvido. Sorrio para ele, e me ajoelho devagar, sem tirar meus olhos dos dele. Marcelo tem a respiração desordenada, e não deixa meus olhos por nenhum minuto. Quando já estou ajoelhada, coloco seu m****o* para fora, e o engulo pedaço por pedaço, vendo Marcelo respirar fundo, rolando a cabeça para trás. — p**a* que pariu.- ele suspira. Eu o levo cada vez mais fundo em minha garganta, e quando tenho seu p*u* por inteiro na minha boca, sinto sua ponta ultrapassa minha garganta. — Cristo, Angelina. Você não engasga?.- pergunta ofegante. Subo minha boca para sua ponta, e passo a língua por toda a cabeça, e depois pelo comprimento*. Marcelo suspira prendendo meus cabelos entre seus dedos. Ele geme* quando eu aumento a velocidade, o sugando para dentro e para fora, as vezes forte e as vezes fraco, rápido e devagar, e vejo seus pés subirem e ele ficar na ponta dos dedos. — Chega, ou vou gozar* na sua boca.- ele diz entre os dentes, em meio a um sussurro. Marcelo me puxa pelos cabelos, me fazendo ficar em pé. Lambo meus lábios olhando para ele, e vejo sua boca meio aberta ofegar. — Você me enlouquece sabia?.- sussurra beijando minha boca, e me subindo para o seu colo. Marcelo vai me levando até a caçamba do carro, e me coloca deitada de costas bem na beirada. Ele abre minhas pernas, e abocanha a minha v****a*, a sugando com nessecidade. Eu dou um grito com a sensação deliciosa de sua língua me lambendo* mais uma vez. Ele suga meu c******s*, com seu olhar devasso sobre mim. Ele se afasta, posiciona a cabeça do p*u* na minha entrada, o esfregando* para cima e para baixo, fazendo meu corpo inflamar de desejo*. Ele bate seu comprimento* bem em cima do meu c******s*, enquanto me dá um sorriso safado. — Sobe mais um pouco, sobe?.- pede rouco e eu obedeço. Ele sobe com os joelhos em cima da caçamba, e pede para que eu me vira de costas. Eu fico de quatro para ele, o dando uma melhor visão da minha b***a*. Marcelo alisa minhas nádegas*, e me dá um tapa que me faz gritar em protesto. — Empina pra mim sua gostosa.- rosna com um apetite carnal, e eu faço o que me pede.- isso garota.- ele suspira, me penetrando* com força, fazendo meu gemido sair da minha garganta feito um tiro*. Marcelo não tem pena e me fode* como uma metralhadora, me chamando de p**a* de cachorra* e de safada*. Ele espanca* a minha b***a*, apertando minha cintura, fazendo seus movimentos serem ainda mais intensos. Se antes fizemos amor, agora ele está fodendo* comigo. — Gostosa.- rosna puxando meu cabelo, fazendo minha cabeça arquear para trás. Eu rebolo contra seu p*u*, e ele geme* em resposta. Sinto que estou perto da minha libertação quando meu corpo todo fica rígido, e minhas entranhas se apertam. — Venha, eu quero sentir você gozando* para mim Angel.- rosna no meu ouvido e isso pra mim é o fim.- p**a* que pariu.- ele grita quando meu orgasmo* faz com que o dele venha em ondas de esparmos por todo seu corpo.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR