Capítulo 23

2395 Palavras
Marcelo Fico dentro do carro ainda na garagem, esperando Angelina aparecer. Espero por quase uma hora, até que finalmente ela sair de casa. Andando na ponta dos pés, ela olha para trás nervosamente. Pisco o farol para que possa me localizar, e então ela vem apressadamente na direção do carro. — Caramba, quase que o tio Bem me vê.- ela fala assim que abre a porta do carro. Sorrio e aperto o botão para abrir o portão da garagem. — Não precisa ficar nervosa.- falo a encarando e ela sorri animada. — Para onde vamos? .- Angelina pergunta quando já estamos do lado de fora. — Você vai vê.- respondo enigmático, apertando o botão para fechar o portão atrás de nós, e saio com o carro logo em seguida. Vamos o caminho todo sorrindo um para o outro, sem nem saber ao certo de que estamos rindo. A sensação de tê-la ao meu lado se tornou um vício para mim. Fico imaginando como será, e o que faremos. Quando ela está aqui, eu não penso em mais nada, a não ser tê-la em meus braços e não solta-la nunca mais. A levo para a colina que tem perto aqui de casa. É uma montanha onde dá para ver quase a cidade inteira. A vista é bem bonita, ela dá de frente para as praias, vemos também ás luzes das casas ao longe, até os navios no mar. — Caramba, é muito lindo aqui.- diz Angelina observando a vista com um olhar de admiração. Eu coloco a minha Fiat Toro de ré, para que a caçamba fique virada para a paisagem. Pego o lençol e a coberta que deixei no banco de trás, e nós saímos do carro logo depois. — Vem cá.- estico minha mão pra ela depois que acabo de forrar a caçamba com o lençol, a ajudando subir. Deixo a portinha da caçamba aberta, para conseguirmos ter uma visão privilegiada da paisagem lá fora e das estrelas no céu. — Poderíamos ir pra um hotel, mas eu queria que fosse especial .- digo puxando ela para os meus braços, e a minha garota encosta sua cabeça em meu peito*. — Está perfeito, eu amei, muito obrigada.- ela diz deslumbrada e eu dou um beijo no topo da cabeça dela. Eu me sinto tão bem com Angelina nos meus braços, como a muito tempo não me sentia. Essa mulher me trás uma calma e um nervosismo surreal. Tenho 13 anos novamente, consigo sentir a adrenalina nas minhas veias, e sinto meus nervos suplicarem por ela. Não consigo controlar meu p*u* quando estou perto dela, p***a*! Isso é a maior loucura*! — Linda.- falo a apertando em meus braços. — Você é um fofo, sabia disso?- Angelina levanta o rosto pra me encara, e eu fico olhando pra seus olhos de volta. Fofo…? Mulher, você sabe o que faço com uma pistola* na mão? Angelina não faz ideia de quem eu sou de verdade, do quão c***l eu posso ser. Mas eu realmente não tenho um traço do mafioso quando estou ao seu lado, e na real? Eu nem quero ter. Quero ser apenas o Marcelo Supriano aqui e curtir o máximo que podermos, antes de voltar para aquela merda* toda. — Ninguém nunca me acusou disso antes.- falo pra ela, que sorrir feito o raio de sol. Linda feiticeira*, estou perdido em seus encantos. Não consigo mais resistir. Seguro dos dois lados do rosto dela, sentindo minha pele formigar, suplicando por mais aproximação. Sinto sua respiração ofegante bem proximo ao meu rosto, causando sensações que vão direto para o meu p*u* ansioso. Tento me controlar, sabendo que a qualquer momento posso acabar explodindo, antes mesmo de sentir seu gosto novamente. Não me perdoaria por isso. Puxo ela mais para frente e a beijo lentamente, sentindo cada parte da sua boca doce e macia e ela me retribui, segurando no meu rosto, e me puxando ainda mais para perto de sí. — Espera aí.- digo quando paramos de nos beijar para recuperar o fôlego. Pego meu celular no bolso da calça com dificuldade, tentando não soltá-la de jeito nenhum. Escolho uma música, e aperto o play. — Vou criar uma atmosfera pra nós dois.- anuncio com um sorriso bobo no rosto. Tenho pensado muito em uma música desde que conheci Angelina, e quero coloca-lá nesse nosso momento juntos, para torna-lá ainda mais especial. Um acorde de violão começa a preencher o lugar, me arrepiando por inteiro. Logo Henrique e Juliano começam a dizer frases sobre a música, e Angelina me olha surpresa, reconhecendo a melodia. "Você também tem que eu sei, aquela pessoa, não adianta negar." Nós ficamos nos entre olhando, perdidos no abismo do olhar um do outro, sentindo o corpo quase pegar fogo, desejando, não querendo perder um só segundo olhando para outro lugar que não seja o aqui e agora, nos apreciando e sentindo a temperatura subir cada vez mais. "Todo mundo tem uma pessoa, aquela pessoa, que te faz esquecer todas as outras, todo mundo tem uma pessoa, aquela pessoa…" Eu sinto meu coração disparar cada vez que a música vai subindo de tom. Os olhos da Angelina parecem competir com o brilho das estrelas na escuridão da noite, me deixando imerso de sentimentos e vontades de me perder cada vez mais naquele olha alucinante. "Na portaria do meu coração já tem seu nome, pode entrar." Diz o final do primeiro refrão da música, que parece ser feita exatamente para esse momento. Fico paralisado e nervoso. Essa mulher conseguiu me conquistar assim tão rápido? Isso chega a me assusta. Pode uma pessoa desejar alguém tanto como eu desejo Angelina agora? É possível sentir algo tão forte, mesmo com tão pouco tempo de convivência? Estou enlouquecendo! — Aquela Pessoa?.- Angelina sussurra o nome da música com os lábios entreabertos. — Sim.- respondo com a voz ofegante. Coloco uma mecha do seu cabelo para trás da orelha e a beijo mais uma vez. ◆◆◆ Angelina Eu não tinha mais controle sobre mim, era como se eu tivesse sendo guiada por algo muito mais forte do que eu, que o queria mais do que nunca. Não consigo explicar o que acontece quando estou ao lado do Marcelo, porque jamais senti algo parecido com isso antes. Nesse momento, a única coisa que tenho certeza é de que eu quero está em seus braços, mais do que qualquer outra coisa nesse mundo. As vezes me imagino pelada* em cima dele. As vezes ele pelado* por cima de mim. As vezes de lado, de quatro, ou em qualquer outra posição. É como se ele tivesse um poder sobre mim, sobre o meu corpo, meus sentimento... Seu olhar me deixa magnetizada, sem conseguir romper-lo de jeito algum. Quando sua pele toca a minha, é como se uma corrente elétrica atravessasse todo o meu corpo, o partindo ao meio. As vezes penso que seja apenas desejo, que se fizermos amor, toda essa loucura* avassaladora e desejo* enlouquecedor, passe de um vez, e assim, nós podemos voltar para nossas vidas, deixando essa loucura* toda para trás. Nós nos beijamos tão ferozmente, que meu corpo parece pulsar com fervor. Marcelo percorre suas mãos por todos os lugares do meu corpo, beijando meu pescoço, me fazendo ofegar em delírios. Ele puxa meu cabelo com delicadeza, colocando a mão por dentro da minha blusa. Meu corpo vai se arrepiando cada vez mais com seu toque, como se ele tocasse diretamente nos meus nervos. Marcelo chega até os meu seio*, provando que ele cabe perfeitamente em sua mão. Ele o aperta, eu gemo e Marcelo morde meu lábio inferior. — Eu te quero tanto Angel.- ele sussurra contra a minha boca. — Faz amor comigo?.- eu quase suplico com anseio. — Ah, mas é claro querida.- ele suspira contra a minha boca. Marcelo tira minha blusa, despejando beijos do meu pescoço até meus s***s* e o abocanhando, me fazendo jogar a cabeça para trás com a sensação inebriante que causa em mim. Ele me chupa* e me lambe* de um seio* para o outro, fazendo meu corpo entra em chamas cada vez mais. Marcelo aperta minha coxa e depois minha cintura, indo apertar a minha b***a* logo em seguida. — Você tem certeza?.- ele pergunta rouco de desejo*, olhando profundamente em meus olhos, com os seus ainda mais azuis do que nunca, com a respiração entre cortada, sem esconder todo o seu t***o* na voz. — A única coisa que tenho certeza agora é que eu quero você.- eu falo o encarando ofegante. Marcelo me deita de barriga para cima na caçamba e fica em cima de mim. Ele beija todo o meu corpo, até chegar na altura do cós do short, enquanto eu me remexo com antecipação do seu toque. — Quieta.- ele sussurra me olhando com os olhos pegando fogo.- eu vou deixar você peladinha* agora.- ele diz como uma promessa, e meu corpo vibra de ansiedade*. Marcelo desabotoa me short e puxa-o para baixo com cuidado, junto com minha calcinha. Eu sinto como se meu corpo fosse explodir a qualquer momento, como se ele fosse entrar em convulsão* quando já estou totalmente nua*, com os olhos de Marcelo correndo por todo o meu corpo. Com a intensidade do seu olhar, eu acabo ficando um pouco envergonhada, e ameaço a fechar as pernas, me sentindo intimamente exposta a ele. Porém, suas mãos me impedem, mantendo minhas pernas no lugar. — Não fique com vergonha* de mim.- ele pede olhando em meus olhos.- eu vou adorar cada parte do seu corpo menina.- diz se abaixando e beijando minha coxa, fazendo o ar começa a me faltar. Quando os lábios quente do Marcelo se agarram ao meu c******s*, o chupando* lentamente, causam em mim uma série de arrepios e gemidos eloqüentes avassaladores. — Deus!.- suspiro com as costas arqueadas, enquanto ele me chupa* com vontade. Marcelo lambe*, chupa* e suga cada parte da minha i********e, me deixando cada vez mais molhada e com mais vontade de senti-lo dentro de mim. Ele fez isso com muita precisão e desejo, como se quisesse me devorar por completo. Marcelo passa suas mãos por todo o meu corpo, me chupando*, me apertando, e me enlouquecendo cada vez mais, me empurrando parando para o mais perto da libertação que pode. Ele abre os olhos, e me observa com os olhos vibrante, enfiando* sua língua com mais força contra a minha entrada úmida e pulsante. Eu quase voei! Sentia que estava perto, sentia meus nervos entrarem em pânico*. Eu gemia*, como quem estava chegando ao seu final desejado. — Abra os olhos.- ele pede, mas estou em outro mundo agora, com a cabeça jogada para trás, olhos bem fechados, delirando e rebolando em sua língua havida e precisa.- por favor Angel, abra seus olhos.- ele pede mais uma vez.- eu quero olhar para você.- ele diz ofegante. E então eu abro meus olhos. Marcelo me olha devoro, carnívoro, como se estivesse pronto para me devorar. Quando sentiu que eu estava perto, ele sugou meu clítoris* e foi o fim. Gozei* como louca*, escorregando ladeira abaixo, com o corpo tremendo, gemendo* coisas sem sentido. Quando meu corpo silencia as convulsões* do meu orgasmo*, eu abro meus olhos novmente, me deparando com o olhar de admiração do Marcelo em mim, com um pequeno sorriso satisfeito nos lábios. — Eu vou entrar em você agora querida.- ele sussurra, tirando sua roupa, e ficando completamente nu* em frente a mim. Marcelo se aproxima, entrelaçando nossos dedos e colocando meus braços para cima da minha cabeça. A cabeça de seus pênis* esta posicionada bem na entrada da minha v****a*, e ele a esfrega, causando arrepios em todo o meu corpo. Ele não tinha nenhuma brutalidade em seus movimentos, era calmo, paciente, e e******o*. Eu não queria que ele parasse o que estava fazendo por nada, queria que essa sensação não terminasse nunca. O prazer é tão forte, que quase me impede de respirar. Marcelo ficou pendurado bem em cima de mim, e eu o senti se mover para dentro de mim. Len-ta-men-te! Aaah! Seus quadris começaram a se mover com mais firmeza, e eu senti quando me preencheu por completo. — Marcelo...- gemi* de olhos fechados, me sentindo em êxtase. — Olhe para mim, por favor baby.- ele sussurrou quase sem voz, enquanto se movia dentro de mim. Era ondas de prazer que ele espalhava pelo meu interior, enquanto entrava e saía de mim. Eu abri meus olhos e vi como suas pupilas estavam dilatadas. Ele tinha os olhos fixos em mim, e a boca meia aberta. Os quadris do Marcelo mexeu com mais força. Ele tinha tanta precisão, que preencheu todos os cantos do meu corpo. Nós fizemos amor com muito prazer*, com muita vontade. Eu levantei meu quadril pra aumentar a sensação, ele gemeu. Vi quando seus olhos brilharam. Ele me penetrou* com ainda mais força, e o orgasmo* começou a incomodar meu corpo mais uma vez. — Goza* para mim Angel.- sussurra bem no meu ouvido, e foi o que me faltava. Eu gemi* alto, rebolando no m****o* grande e grosso* do Marcelo, que também não aguentou por muito mais tempo, e explodiu como um animal selvagem em cima de mim. — Acho que eu acabei de fazer amor pela primeira vez na minha vida.- ele disse quando sua respiração estava voltando ao normal e meu coração acelerou. Eu estava exausta, fodida* e g****a*, e esse homem me fala uma coisa dessas? Ele quer me enlouquecer! — Eu jurava que se fizéssemos isso. eu finalmente me libertária desse desejo*.- também confesso os meus pensamentos para ele. — E agora, o que você acha?.- ele pergunta me olhando nos olhos, alisando meu rosto com delicadeza. — Agora? Eu estou mais perdida do que nunca.- digo a ele de olhos fechados. Depois dessa noite, eu sei que nunca mais serei capaz de esquecê-lo, e sabemos que na posição em que estamos, é tudo muito mais complicado. — Vamos dá um jeito. Nós precisamos, porque eu sinto como se você fosse parte de mim agora.- ele diz, e eu incrivelmente sei como exatamente ele está se sentindo, porque eu me sinto do mesmo jeito.
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