Angelina
Em Unamar, eu e Marcelo passamos praticamente todos os dias fazendo amor. Fizemos amor na praia, na lagoa, no carro, em seu quarto, na piscina, e em vários outros lugares.
O que nós temos é uma atração fora do comum, uma coisa tão forte que me guia para ele, algo que não sei como explicar. Basta ele me olhar e pronto, já estou perdida outra vez.
Faltam apenas 3 dias para terminar nossas férias, e eu já me peguei chorando, imaginando como será quando tudo voltar ao normal.
Como voltarei para minha antiga vida, se ele é uma parte de mim agora?
Não consigo nem pensar que ele tenha que voltar para os braços de outra mulher…
Hoje, dona Anahi nos convidou para um almoço em sua casa, e fez a comida que a gente mais ama. "Churrasco".
— Eu já estou ficando triste só de pensar que está acabando.- minha madrinha diz quando estamos todos reunidos na área de lazer, da casa mais perfeita que eu já vi na vida.
Sinto meu coração queimar.
— Nem me fala, já posso ouvir o som do meu despertador tocando pra ir trabalhar.- Abgail comenta e a gente começa a ri.
Não quero que isso acabe, eu não quero ficar longe do Marcelo, não quero fingir que isso nunca aconteceu, não quero sentir saudades… Passei praticamente essas férias todas agarrada a ele, e imaginar que podemos nunca mais se vê, me causa ânsia. Estou sofrendo por antecipação.
O calor hoje está demais, as crianças se revesam entre se refrescar no chuveirão e na piscininha da Belinha. Eu coloquei também o meu maiô, que já está completamente seco por causa do sol. Marcelo está na churrasqueira, enquanto estou sentada em umas das espreguiçadeira, da onde fico o observando por trás dos meus óculos escuros.
Ele está delicioso sem blusa!! Usa apenas um short de banho e um óculos de sol nos olhos. O brilho do suor deixa sua pele mais reluzente, enaltecendo todos os seus gominhos e seus músculos esculpido.
Parece um Deus Grego. Minha libido* já fica nervosa...
Lembrar como aqueles braços forte me seguram enquanto estou em êxtase*, delirando com os orgasmos* que me provocar, logo me deixa em chamas. Acabo mordendo meus lábios, e vejo um pequeno sorriso malicioso* brotar no canto da boca dele. Marcelo balança a cabeça, e volta a atenção para seus afazeres na churrasqueira.
— Angelina, você pode pegar uma garrafa de vinho lá na despensa para mim por favor? Fica na segunda porta a direita.- dona Anahi me pede, e eu concordo me levantando da espreguiçadeira na mesma hora.
Entro na cozinha e começo procurar pela porta que ela me indicou. A cozinha dessa casa é um sonho, é como se tivesse saído exatamente da minha cabeça. Pensando onde colocaria uma despensa, eu acabo acertando em cheio.
O lugar é quase um quarto de tão grande, repleto de coisas deliciosas e provavelmente caras. A trés paredes são forradas com placas de gesso com texturas abstratas na cor bege. Com plateleiras brancas em todas as paredes, a despensa está abarrotada de mantimentos para alimentar um batalhão de pessoas famintas. No canto a direita, em uma parte reservada para as bebidas, eu consigo achar o bendito vinho. Pego ele em minha mão, e leio o rótulo.
— Aqui diz suave, deve ser esse.- sussurro para mim mesmo.
Me viro para sair da despensa ainda olhando para o vinho, e bato de frente com o peitoral rígido do Marcelo.
— Aí, que susto.- falo abraçando forte a garrafa em meus p****s*.
Marcelo retira o vinho com delicadeza da minha mão, o colocando em cima de uma prateleira. Em um giro rápido, ele me coloca contra uma das paredes da dispensa, prendendo minhas mãos em cima da minha cabeça, com apenas uma de suas mãos.
Sinto sua respiração fazer cócegas no meu pescoço e me arrepio inteira. Começo a ficar ofegante, com o desejo começando a inflamar pelas minhas veias.
Porra*, esse homem é quente!!
— Você não cansa de me provocar?.- ele sussurra em meu ouvido, me fazendo derreter por inteira.
— Eu provoquei você?.- pergunto em um único suspiro, inclino minha cabeça para trás, dando a ele o caminho livre para meu pescoço.
— Eu vi como mordeu seus lábios enquanto me espiava da cadeira de sol.- me acusa respirando forte no meu pescoço e eu reviro os olhos com a respiração desregulada.- precisa tomar cuidado.- ele diz mordendo de leve a parte de cima da minha orelha.
— Aê? E por que eu deveria?.- pergunto mordendo meus lábios novamente, morrendo de desejo* e me controlando para não me esfregar* contra seu corpo delicioso.
— Porque você pode acabar "FODIDA*" com força. Bem aqui, nessa depensa.- ele provoca, passando seus lábios em minha nuca, causando arrepios por todo meu corpo.
Suspiro...
— E se for isso que eu quero?.- sussurro de olhos fechados, entregue aos meus desejos.
Marcelo apoia o cutuvelo na parede, segura meu pescoço entre seus dedos, me enforcando de um jeito quente, que me faz revira os olhos. Ele deixa meus braços caírem e os matém presos em seus braços que estão em volta da minha cintura. Ele beija meu pescoço, chupando* a parte gordinha da minha orelha, fazendo meu corpo quase convulsiona. Eu puxo o ar forte, soltando um gemido* abafado da garganta.
— Você está insaciável mulher.- Marcelo rosna, trilhando um caminho de beijos até meu maxilar, apertando ainda mais forte seus braços em volta da mim.
Sem me controlar mais, começo a esfregar* minha b***a* contra sua ereção* feito rocha atrás de mim.
— Você me deixa louca*.- suspiro com a voz fraca.
Ele me aperta, e beija meu pescoço enquanto eu rebolo* contra seu m****o* latejante*. Isso me deixa cada vez mais excitada*, e a ele também. Meu corpo parece que vai explodir, e já não aguento mais espera. Marcelo solta sua mão do meu pescoço, e enfia* seus dedos em meu cabelo.
Eu não consegui reprimir o gemido* que sai da minha garganta.
Marcelo beija minha nuca, enquando sua barbar por fazer, faz os cabelinhos do meu corpo se arrepiarem.
— Minha mãe ainda está esperando o vinho que você veio buscar.- ele diz em tom brincalhão, me lembrando do que vim fazer aqui.
Marcelo então solta meus braços do seu aperto, e eu me viro ofegante em sua direção, fazendo biquinho em protesto.
Estou em chamas aqui poxa!
— Marcelo…- choramingo em sua direção, faminta por mais contato fisíco.
Ele me encosta na parede mais uma vez, só que dessa vez eu fico de frente para ele. Marcelo me beija com vontade, segurando forte no meu rosto e me deixando com ainda mais t***o*.
— Precisa ir, antes que você acabe com o resto do juízo que eu ainda tenho.- ele diz lambendo* os lábios, olhando para os meus entre abertos.
Marcelo se afasta e eu faço cara feia* para ele, me virando pra pegar a garrafa na prateleira. Quando passo por ele para sair da despensa, Ele puxa meu cabelo, e encosta minha b***a* em sua ereção* mais uma vez.
— Só queria te deixar preparada para mais tarde.- sussurra no meu ouvido e depois me solta, dando um tapa forte em minha b***a*, me fazendo perder o ar.
Saio dali cambaleando em meus pés, ouvindo ele sorrir atrás de mim. Com meus pensamentos voando, a respiração ofegante, sinto o suor escorrendo pelo meu rosto. Minha pele está fervendo, e a umidade quase escorrer por entre minhas pernas.
Estou exalando t***o*!
— Desculpa, não estava achando o vinho certo.- com a voz agarrada na garganta, entrego a garrafa para dona Anahi.
— Tudo bem minha filha.- ela diz com um sorriso, e logo depois eu vou andando para o chuveiro.
Preciso de um banho gelado para acalmar os nervos, e esfriar o t***o* do meu corpo. Quando a água do chuveirão cai em mim, eu fecho meus olhos tentando regularizar minha respiração.
Meu Deus, esse homem não precisa nem está dentro de mim para me fazer sentir um apetiti feroz e fora do normal. Ele poderia ter me feito gozar* só de esfregar* seu p*u* em mim daquele jeito.
Quando termino de me esfriar, vejo Marcelo de volta a churrasqueira, tomando um gole da sua de Heineken*.
Ele me encara, e me dá um pequeno sorriso de lado.
Eu o quero muito!