“O m*l não está nos nossos corações, mas sim nos nossos cérebros.”
Nikolai Romanov
Estou puto esperando o c*****o do avião decolar. Meu dia começou uma merda mesmo. Descobri que meu jato foi adulterado e tenho que voltar para Moscou num avião comercial.
Uma merda!
Estou sentado na primeira classe degustando o meu whisky quando vejo uma linda mulher entrando no local. No primeiro momento, fico confuso. Será que é a tal diversão que Maksin tinha falado? Olho para o seu corpo e vejo o quanto ela é bonita e gostosa. Sorrio ladino e penso: – até que o Maksin tem muito bom gosto. — penso. Mas, acontece algo comigo, que me deixa sem ação. Quando ela levanta o rosto, vejo os olhos azuis me fitarem. Ela me olha nos olhos e sinto um arrepio percorrer todo o meu corpo. Ela sorri para mim e senta ao meu lado. Percebo que Alexandrovich, está se aproximando, e levanto a minha mão, impedindo que ele se aproxime. Ela parece conversar animadamente com uma amiga. Aproveito para observá-la. O rosto delicado, os lábios carnudos e rosados. Desço a vista para o seu corpo. Os s***s, parecem fartos e gostosos… Mordo os lábios apenas em imaginar o que poderia fazer com aquela mulher. Ela continua a conversa, mas percebo que ela sabe que eu estou a olhando, porque ele me olha pela visão periférica.
— Anastasia, eu não posso mais conversar, o avião já vai decolar. – escuto o doce som de sua voz. Ela vira para mim coradinha e diz:
— Er… me desculpe, é que minha amiga conversa demais. — E-eu posso ir para o outro lado se você…
— Não. Pode ficar aqui. – digo sem rodeios. Sinto ela ficar mais calma. O rostinho corado, a boquinha aberta, percebo os m*****s pontudos e sinto o meu corpo eriçar… ela está com t***o assim como eu.
— Tu-tudo bem!
Ah minha pequena, você não imagina o que eu gostaria de fazer com você agora. Queria te deixar coradinha, mas de t***o enquanto você cavalgava lentamente sobre mim. – penso e sorrio ladino.
O avião decola, e depois de uns minutos, nos deparamos com uma turbulência. Ela retira o cinto e pula no meu colo, se aninhando a mim e me abraçando. Vejo Alexandrovich e Maksin arregalarem os olhos e sacar a pistola, já se aproximando de nós dois, mas os encaro firme e meneio a cabeça em negação.
— Por Deus, eu não quero morrer!
Ela diz, e seu pequeno corpo estremece. No primeiro momento, hesito em tocá-la, mas é mais forte que eu. Estendo os meus braços e a envolvo num abraço acolhedor e apertado. Ela coloca o rosto no meu pescoço e sinto todo o meu corpo arrepiar. O perfume dela é gostoso, a pele quente e sedosa enviam um estímulo para o meu p*u na hora, que pulsa. Mas, pela primeira vez na minha vida miserável, eu me contenho. Acaricio suas costas e sussurro em seu ouvido:
— uspokoites, vse budet choroso ( Se acalme, vai ficar tudo bem pequena…)
Sinto o seu pequeno corpo relaxar, e isso me acalma. Depois de uns minutos, nos olhamos. E seus olhos me encaram… um misto de desejo, curiosidade… mas, diferente de todos, ela não me teme e isso me fascina. A olho com a mesma intensidade, e não consigo desviar o olhar de seus lábios carnudos tão convidativos. Como sinto vontade de beijá-la… e principalmente quando ela morde os lábios. – Merda, sinto o meu p*u pulsar no mesmo instante e ela cora e sai do meu colo de imediato dizendo:
— De-Desculpe eu… – diz coradinha e eu sorrio e respondo:
— Tudo bem!
Vejo ela se sentando na poltrona, e depois de uns minutos ela adormece. Sinto o meu coração batendo acelerado dentro do peito.
É angustiante, sufocante, dilacerante.
Sei que deveria matá-la, por me fazer sentir tudo isso, por ter olhado nos meus olhos da maneira que nem mesmo os meus pais faziam, mas de alguma forma, aquilo não me incomodou, muito pelo contrário, eu desejei mais, muito mais. Tento dormir, mas é humanamente impossível. Sou invadido pelo seu perfume floral todas as vezes que fecho os olhos. Bufo irritado e fico apenas esperando a p***a do avião chegar ao seu destino. Essa garota mexeu comigo, mas do que eu gostaria.
Horas depois, chegamos a Moscou. Ela se levanta e se despede. Sinto um vazio tomar conta de mim. Alexandrovich se aproxima e antes dele dizer alguma coisa eu falo:
— Descubra quem é ela!