Capítulo – Hot do Lobo
" Para que roupas caras se o melhor da vida nós fazemos pëlados."
Marcelo Lombardo
Os olhares delas se perdem pela suíte ampla, onde a decoração sóbria parece conter a respiração. Deixo-as sentadas na borda da cama king size, próximas demais para ser acaso. Caminho até o aparelho de som embutido no móvel, discreto como um segredo bem guardado, e escolho uma música suave. As primeiras notas deslizam pelo ar, aquecendo o silêncio. A luz baixa desenha sombras na pele, o tempo desacelera. Volto-me devagar, sentindo a expectativa vibrar. Tudo ali convida ao toque, à entrega calma, ao desejo que cresce sem pressa.
O repertório possui músicas sensuais, algo pensado para uma noite de fōda.
Me surpreendo ao me virar e flagrar as duas trocando um beijo de língua, lento, íntimo, como se o mundo tivesse diminuído o volume. O calor me sobe imediato, uma corrente silenciosa que aperta a respiração e acorda a pele. Não interrompo; fico. Há desejos que pedem silêncio, que florescem melhor quando observados. Os lábios se buscam com fome contida, mãos tateiam sem pressa, promessas escorrem no ar. Meu olhar acompanha cada detalhe, cúmplice. O sangue pulsa mais rápido, a imaginação corre solta, e eu aceito: assistir também é uma forma deliciosa de participar.
Meus olhos permanecem fixos nas duas. As mãos de ambas iniciam uma carícia lenta por cima da roupa, sem urgência, como se saboreassem cada segundo, enquanto o beijo continua profundo e constante. As línguas dançam em um ritmo próprio, íntimo, ensaiado. As mãos tateiam com segurança, e os olhos cerrados denunciam entrega. Percebo que aquilo não nasceu do acaso; há um entrosamento evidente, um conhecimento prévio de gestos e limites. Sei, pelo modo como se descobrem, que isso já vem acontecendo entre elas. Não me incomoda — ao contrário, desperta curiosidade. Não há promessas, nem expectativas futuras. Apenas o presente. Seremos um encontro breve, intenso. Um trisal de poucas horas, e depois, cada um seguirá seu caminho.
O beijo encerra bem no momento que Amber abaixa a parte de cima do vestido de Tiffany, pëitos lindos brancos e firmes surgem, são pequenos parecem mais dois limões siciliano. Tiffany geme quando a boca de Amber suga o seu mamilo.
Ajeito o meu päu dentro das calças, ele lateja duro feito rocha.
Elas estão à vontade, não se importam com a minha presença; é como se gostassem de saber que são observadas em sua i********e. Há algo provocante nessa naturalidade, nessa entrega sem pudor. Confesso que não é algo novo para mim — não é a primeira vez que divido o desejo com duas mulheres —, e essa cumplicidade feminina brinca diretamente com a minha libido. A forma como se conectam, seguras, conscientes do próprio poder, torna tudo mais intenso. É uma antecipação deliciosa, uma guarnição bem temperada que prepara os sentidos para o prato principal que ainda virá.
Amber retira o vestido rapidamente revelando uma pequena calcinha, volta a sugar os sëios de Tiffany. No meu lugar, começo a retirar peça por peça, é o momento de participar da brincadeira.
Tiffany olha em minha direção e faz um gesto com a mão, convidando-me a ser ativo.
Me aproximo, Amber abre os olhos e solta o bicø do sëio de Tiffany, a mulher beija a minha boca enquanto massageia o meu päu. Puxo uma respiração profunda, intensa. É gostoso demais. Os dedos longos e finos tateiam as minhas bolas, me fazendo puxar a cabeça da modelo e profundar o beijo.
De repente, Amber afasta um pouco mais o corpo, um passo para longe do meu, mas nossas bocas ainda estão conectadas nesse beijo intenso.
Arrepio ao sentir meu päu entrar em lugar quente e úmido. A cabeça sensível recebe uma passada de língua que faz meu coração bombear o sangue pesado. Afasto-me dos lábios de Amber para olhar Tiffany me chůpando com voracidade. Meu cäcete é envolvido pelos lábios pecaminosos que me levam todo para dentro da cavidade através de uma sucção que me aperta. Olho para a cena deliciosa, uma me chůpa outra me beija.
Amber avança em meus lábios, correspondo, dessa vez minha mão se ocupa de massagear os pëitos da modelo.
As duas são muito gostosas. Ambas retiram as peças que teimam em permanecer no corpo. Agora suas b*cetinhas estão complemente livres para a minha visão.
Amber se afasta encerrando o beijo. Puxo Tiffany e a coloco na cama de pernas abertas, a pequena b*ceta fica aberta a minha vista. Amber contorna o meu corpo, vejo o momento que se abaixa e desce a língua na vägina da amiga. Tiffany aperta os próprios sëios e geme rendida ao oräl da loira que chůpa com vontade. Subo em cima do colchão fico de joelhos e coloco minha røla na boca de Tiffany. Ela se divide em me dar prazer e sentir prazer.
— Isso pørra, gëme e chůpa esse cäcete. Ah, que boquinha quente, parece uma bůceta.– rosno tocando em seu cabelo.
Amber olha para mim, deixa a x̌ox̌ota de Tiffany e vem me beijar. O gosto de b*ceta passa minha boca, o cheiro me deixa faminto.
— Adoro o seu gosto. – digo para Amber e ela ri.
Tiffany deixa o meu cäcete, é o momento da minha língua trabalhar. Coloque Amber deitada, desço até ficar com o rosto no meio de suas pernas. O clitöris avantajado surge, coloco entre meus dentes e passo a língua por cima fazendo movimentos de um lado para o outro, até sentir que incha. Amber geme alto, ela não se controla e eu gosto disso, do barulho, da coisa crua.
Ergo o olhar e vejo Tiffany sentada no rosto de Amber. Os gemidos tornam-se duplos.
Empurro um dedo para dentro da vägina de Amber ela estremece, esfrego lentamente a ponta dos meus dedos em suas paredes.
A mulher fica doida. Corresponde chůpando Tiffany com mais ímpeto que faz a loira delirar e choramingar.
— Yes, yes, yes, f**k me!
Um sorriso perverso escapa de mim. O que acontece aqui é luxúria pura, coisa da carne e que todo ser humano gosta.
Troco A b*ceta de Amber pela de Tiffany. A cena se repete, porém com Amber sendo chůpa por Tiffany.
As duas se entendem demonstram gostar muito do øral que trocam. Isso para mim e bom porque não terei problemas de føder uma e a outra ficar esperando a vez– isso já ocorreu. Antes que Amber gøze, saio da posição busco um preservativo na mesa de cabeceira e encapo o meu cäcete.
Puxo as pernas de Amber para fora da cama e a penetrö de uma vez, a b*ceta molhada faz meu päu deslizar para dentro. Ela berra, começo a estocar. Tiffany muda de posição ficando com o rosto de encontro ao clitöris de Amber. A sequência é deliciøsa, eu metø, Tiffany chüpa Amber, que chüpa Tiffany e ninguém fica deficiente de prazer.
Nosso gemidos se misturam, eu começo a transpirar com o esforço, meu desejo sendo alimentado pela visão.
Mudamos as posições, Me deito , Tiffany monta no meu päu – a b*ceta dela é mais apertada do que a de Amber – enquanto Amber senta na minha cara, ai é føda, preciso de toda concentração para não gøzar e acabar com a brincadeira. Sentindo o cheiro de b*ceta dentro do meu nariz e com outra apertada e quente delirando o emu cäcete não tem carne que aguente.
Aperto os s***s de Amber, ela grita e eu seguro um gemido quando Tiffany rebola no meu cäcete.
— Gosta assim, safädo, cømendo duas de uma vez, guloso. Aiiii esse seu päu é muito grande. Hummm como ele é guloso, está me abrindo todinha, aaaiiinnn
Tiffany pula feito uma filha da půta e eu aperto mais os sëios de Amber que jorra dentro da minha boca, gøzando, tremendo com o corpo em convulsão.
— Ai que língua gostosa! Aaaaiiiii... Ahhhhh, não para, não para, que delícia!
Amber sai de cima do meu rosto, deita ao lado puxando uma respiração profunda.
Deito Tiffany sobre o meu tórax, seguro a mulher pela cintura, giro nossos corpos mudando as posições, ela fica por baixo, pernas mais abertas. Eu gosto dessa posição, onde eu domino.
Minhas pënetrações são firmes, fazem o corpo dela vibrar em cima da cama. Tiffany gemë perdida, enquanto eu coloco até o talo dentro da vägina apertada. Meu suor desce pelas costas. Até que sinto mãos em minhas nádegas, depois a sensação da língua úmida deslizando pelo meu ânüs.
Travo meus dentes. A filha da půta está me dando um Beijo Grego.
Tiffany explode contraindo o meu päu.
— Ahhhh... minha nossa... que gostosø!
A mulher treme, segura em mim com força, estoco com mais pressão. Quando a b*ceta de Tiffany para de "morder" minha rola, saio de cima dela. Puxo Amber para fora da cama, coloco uma perna da mulher em cima do colchão, enquanto a outra está no chão. Empurro tudo para dentro, ela gemë alto.
Movimento meus quadris, meu saco batendo contra a bünda da loira. Tiffany se aproxima e começa a chůpar Amber. A mulher estremece com a quantidade de prazer que sente.
A cada pancada os s***s dela lambançam.
Meu päu escapa, e Tiffany aproveita para me chůpar, logo alcança minhas bølas, a linguada sacäna me põem com as plantas dos pés pegando fogo.
Tiffany guia meu päu para dentro de Amber.
Começo a perfurar com força, enquanto as duas trocam um beijo cheio de ardor.
—Coloca ela para gøzar no seu päu, vai säfado. – Tiffany pede, Amber geme e eu empurro com vontade.
— Isso, assim, me cøme, assim... aiiii... ele está me fødendo Tiffany, ele está comendo a minha b*cetinha. – Amber fala choramingando.
— Eu sei, eu sei, ele tem um cäcete gostoso, grosso, guloso. Você vai gostar de gøzar nele, amiga. – Tiffany fala antes de chůpar os sëios de Amber.
As duas são duas safädas, dessas que gostam da coisa suja.
Dou duas socadas em Amber e ela gøza, berrando apertando a cabeça da amiga contra o sëio esquerdo.
Os barulhos da sucção que a boca de Tiffany faz, mistura-se ao som dos berros Amber. Meu corpo está banhado de suor, no entanto eu quero mais, quero comer o ců delas.
— Quero o ců agora. — digo e Tiffany arregala os olhos.
— Eu não dou o ců, sinto muito, mas em mim você não vai colocar isso. — ela recusa.
Amber ri.
— Ela tem trauma, deu uma vez e foi parar no pronto socorro com hemorragia. Eu dou, mas tem que saber fazer.
— Deita de lado, que vou mostrar o que sei fazer.
Amber não perde tempo, deita. Me acomodo atrás dela, abro suas pernas ,cuspo em meus dedos e lubrifico o orifício rugoso. Começo a colocar e o aperto me faz gemër.
Amber gemë também, entre dor e prazer, oscila nesse limiar.
Ergo sua perna esquerda e começo a empurrar.
— Oh, My God, your d**k is huge.
( Oh, meu Deus, seu päu é enorme)
— Eat everything, Your b***h.
( Coma tudo sua v*dia)
— Tiffany sucks me.
( Tiffany me chůpa)
Amber pede, entre caretas e suores que descem por suas costas.
Puxo o corpo de Amber para cima do meu.
Empurro lentamente dentro dela, enquanto Tiffany se aloja no meio das nossas pernas, sua boca de lábios generosos começam a chůpar Amber.
Logo Amber estremece e soluça.
— O que foi? — pergunto.
— Ela está me pënetrando com os dedos.
— Gosta?
— Muito, Tiffany é habilidosa.
— Então aproveita que estamos os dois te fødendo.
— Estou aproveitando... aproveitando muito.
Amber geme, fala coisas que inaudiveis e quando sinto o anel se contrair, sinais de que vai gøzar, Começo a mover meus quadris com mais ímpeto.
Amber solta o primeiro grito e eu sigo junto.
O preservativo enche, deixando. cabeça do meu c****e molhado. Amber respira com dificuldades ainda sob o efetivo do örgasmo
devastador. Retiro a mulher do meu peito, levanto–me para tomar um banho e me preparar para a próxima rodada, comigo é assim paro apenas quando vejo que a b*cetinha não aguenta mais levar päu.