CAPÍTULO 142 VULCÃO NARRANDO: Mano, eu passei a p***a da tarde inteira lá na boca, trocando ideia com o Morte, resolvendo uns bagulho que tavam pendente. Era cobrança, era vapor vacilando, era umas fita que não podiam esperar. Fiquei lá de boa, no meu posto, mas, no fundo, minha mente não saía da Renata. Ficava pensando se ela tava trampando, se ela tinha buscado a Ana Clara, se tava pensando em mim. Só que eu fingia que não, metia o disfarce, soltava uns tragos no baseado com os cria e mostrava que tava suave. Quando a noite caiu, resolvi voltar pra casa. Já cheguei cansado, querendo só tomar um banho e, quem sabe, trocar uma ideia com a Renata, ouvir ela reclamando que eu não me cuido, que eu sou cabeça dura. Essas parada que, sei lá, me fazem sentir vivo. Abri o portão, entrei… silê

