Capítulo 17 – Coringa

1321 Palavras

Eu estava sentado na cabeceira da mesa, com o fuzil encostado no pé da cadeira e um copo de uísque que já estava na metade, mas meus olhos não conseguiam focar em nada que não fosse a entrada da área da piscina do Foguinho. Eu sabia que a Pimentinha vinha. O Jacaré já tinha me dado o papo de que a Milene tinha entrado no barraco e que o clima lá dentro tinha mudado. Mas eu não estava preparado para o que vi. Quando a Maya cruzou o portão, o mundo pareceu entrar em câmera lenta. p***a. Ela não era a garçonete de coque apertado e camisete largo. Ela era uma visão. O biquíni preto era um desaforo, as cordinhas pareciam que iam arrebentar a qualquer momento sob aquelas curvas que eu conhecia de cor, mas que sob o sol pareciam ainda mais absurdas. O cabelo solto, batendo na cintura, as sardas

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