SEIS: Alfas Protegem Betas

3336 Palavras
— O alfa bom, que amava Lin Yu, venceu o alfa mau e dessa forma Lin Yu pôde ficar com seu amado, Lin Yu amava muito aquele homem e acreditava que com ele poderia ser feliz e viver em paz, sem o alfa mau perturbando suas vidas. — E ele foi feliz, Chittaphon? — Ele foi feliz enquanto o amor durou. — o mais velho sorriu pequeno para o irmão, um sorriso um pouco triste. Havia acabado de contar para ele uma história antiga, que havia ouvido de sua avó quando era menor, era uma história muito bonita sobre um casal que se amava muito, porém tiveram problemas com um alfa mau que queria tirar Lin Yu, o ômega protagonista dessa história, de seu amado. Lembrava-se de ter feito a mesma pergunta para ela, e ela havia ouvido a mesma resposta, de que eles haviam sido felizes enquanto o amor durou. A história terminava ali, o fazendo pensar sobre como havia sido depois que o amor morreu. — Chittaphon, você ama o Kunhang? Aquela perguntava deixa o ômega mais velho triste, ele não amava Kunhang, provavelmente nunca amaria, mas não era uma escolha que vinha dele. Já havia concordado com aquilo, agora era tarde demais para voltar atrás. 10 anos atrás, quando suas famílias fizeram aquele acordo ridículo, o ômega não tinha ideia de como as coisas realmente eram, ele só queria agradar seus pais, deixa-los feliz, e naquele dia Kunhang parecia ser um alfa tão bonito que a ideia de se casar com ele não era r**m. Mas agora as coisas pareciam mudar de figura, quando olhava para Kunhang, a única coisa que ele via era alguém por quem não se interessava, sentia como se nunca pudesse pertencer a ele. Kunhang não era o seu alfa, e nunca seria, mesmo que o marcasse. — E se eu escovasse seus cabelos, Jisung? Faz tempo que não passamos um tempo juntos, sinto saudade de mimar você. O mais novo se animou, indo correndo pegar uma escova e entrega-la nas mãos do irmão, em seguida ficando entre as pernas dele para que o mais velho pudesse pentear seus cabelos, como tanto gostava. Jisung tinha sete anos, era o mais novo entre os irmãos, e consequentemente o mais mimado e protegido, o pequeno ômega era sorridente e otimista, mas infelizmente o dono das perguntas que mais deixavam os mais velhos encabulados. Ninguém jamais esqueceria do dia em que o pequeno havia perguntado a Jaehyun quem estava no quarto dele no meio de um jantar com a família do noivo de Chittaphon, foi a primeira vez que viram Jaehyun sem nenhuma palavra para dar como resposta. — Quando eu vou ter um noivo? — soltara a pergunta de uma hora para a outra, era engraçado a forma como o pequeno falava, ele sequer entendia o significado daquilo. — O que eu vou falar é muito sério, Jisung. — parara de escovar os cabelos do menor, o virando para que pudesse olhar bem em seus olhos — Quando o Appa perguntar se você aceita se casar em troca de uma aliança, você deve dizer “não”, entendeu? Você não pode aceitar se casar com alguém que não gosta simplesmente para agradar o appa, Jisung, você me entendeu? — Por que? — Porque você tem que encontrar alguém que te ame, Jisung, alguém que vá caçar um animal feroz só para mostrar aos seus pais o quanto estão dispostos por você, alguém que te corteje e que te faça sorrir, eu sei que um dia você vai receber muitas capas e muitos alfas vão fazer juras de amor pra você, e você vai amar um deles, você será feliz com quem amar de verdade. O sorriso de Chittaphon era triste, ele estava nervoso e com medo. Com medo de Kunhang não ser um alfa doce e gentil, com medo de tudo dar errado no fim das contas, com medo do que poderia lhe ocorrer, com medo de nunca ser amado... e de nunca amar. No fim de tudo nada era mais tão simples, não, as coisas saíram do controle. Uma batida na porta, ele não respondeu, nem precisava, era Taeyong. O ômega entrou mesmo sem receber uma resposta, se jogando no espaço que ainda havia na cama, pronto para começar a tagarelar sobre qualquer assunto, mas parando no momento em que notou os olhos tristes do amigo, que estavam fixos no vazio. — Jisung. — chamou o menor — Vá brincar lá fora um pouquinho, por favor, eu e o seu irmão precisamos ter uma conversa de ômega grande, tá bom? O pequeno não queria sair, mas sabia que seria obrigado de uma forma ou de outra, deixou o quarto resmungando um “eu nunca posso ouvir, eu já sou um ômega grande”. Fechou a porta. — Agora me fala o que tá havendo, — pediu, baixando seu rosto para fazer com que o outro olhasse para ele — Vamos, Chittaphon, eu sei que tem algo errado, você não é assim. O mais velho coçou a nuca, parecia indeciso, respirou fundo como se fosse cuspir palavras desgostosas e difíceis, ele não estava bem, algo que estava estampado em seus olhos e em sua testa. — Não quero me casar com Kunhang. — soltou, suas bochechas se inflaram e soltaram o ar, seu pescoço coçava quando ele ficava nervoso. — Você sempre disse que isso não era importante, que iria se acostumar com Kunhang de todas as formas. — ele não estava jogando na cara, estava apenas revendo as coisas — O que mudou, Chitta? O ômega mais velho ficara ainda nervoso, se já era difícil admitir que não desejava sua união com seu noivo, era mais difícil ainda admitir o motivo disso. Ele poderia ter dito simplesmente que estava com medo, que se sentia inseguro ou que simplesmente não gostava de Kunhang e nem conseguia o enxergar como seu alfa, mas sabia que no fundo aquilo nem passava perto do verdadeiro motivo. Jurara para si que jamais seria, que não passaria de um passatempo, mas falhou miseravelmente. — Eu... — era tão difícil — Eu não posso me casar com Kunhang, eu sou completamente apaixonado pelo Young Ho.       [... Doçura de Beta ...]       — No que tanto pensa, irmãozinho? Yuta não se deu ao trabalho de abrir os olhos, não era como se fosse difícil acertar a voz de Young Ho. — Lembrou onde fica a sua casa, Young Ho? — Você fala como se eu nunca viesse aqui. — Desde que saiu de casa eu só o vejo no porto, omma vive perguntando sobre você e reclamando porquê nunca aparece para vê-lo. Não era mentira, desde que passara a morar sozinho o alfa andava pouco em sua velha casa, passando mais tempo na própria cabana ou no porto. Mas não era como se não gostasse de estar com a família, ele apenas queria se distanciar um pouco, ter um tempo para si mesmo, onde não precisasse lidar com mais pessoas. Já lhe bastava suas próprias histórias m*l contadas. — Sei bem disso, não lembrava o quanto doía quando ele apertava as minhas bochechas. — o alfa mais velho passou as mãos pelo rosto lembrando dos apertos que seu omma havia acabado de lhe dar — Mas eu mereci, deveria vir mais aqui, passar mais tempo com o meu irmãozinho. — Não fale como se fosse muito mais velho que eu, apenas 1 anos, Young Ho, appa não brincava em serviço. Os dois acabaram rindo, era engraçado lembrar das histórias que Yixing contava quando eram crianças, de quem Junmyeon estava grávido de Yuta e passava quase o dia inteiro batendo no marido e reclamando de ter que passar por duas gravidezes consecutivas. — Vai sair para caçar? — o mais velho perguntou. Se ganhasse uma moeda sempre que alguém lhe perguntasse isso, Yuta já teria comprado todos os barcos que atracavam no porto. — Já cacei mês passado, temos carne para passar o inverno. — Sabe que não é disso que estou falando. Revirou-se sobre o feno, Young Ho era de longe o que mais o incomodava a respeito disso, ele parecia não ter sossego enquanto não tirasse toda a paz que havia em seu irmão. — Não tenho nenhum ômega em mente, isso não me interessa. — Compreendo. — soltara o ar preso, abanava-se com a camisa, os últimos dias antes da chegada do inverno sempre eram os piores — SiCheng já é louco por você. Yuta riu sem humor, SiCheng já estava o deixando louco, fazendo com que perdesse a sua sanidade a cada dia, todos pareciam querer ajuda-lo nisso, deixando o alfa cada vez mais perdido quanto ao que faria. SiCheng era simples, mas o seu em redor era tudo uma imensa complicação. — Não o vejo dessa maneira. — Quem não o vê dessa maneira? Aquele ômega é uma imensa tentação. — soltou, estava quase rindo também — Se eu não fosse tão apai... se eu não tivesse tanto medo do Yifan já teria o levado pra minha cama. — Você ia dizer “se não fosse tão apaixonado pelo Chittaphon”, não ia? — Não estamos falando de mim. — desconversou, Yuta conhecia bem seu relacionamento com o filho do líder, e era próximo o suficiente para entender a confusão que ambos estavam se metendo. Young Ho dizia não amar, mas Yuta sabia, que bem lá no fundo, o mais velho guardava um sentimento pelo ômega, seja lá que sentimento fosse esse. — Você sempre foi o mais teimoso. — o mais novo riu baixo, erguendo-se do amontoado de feno — Fique aí com seus pensamentos, Young Ho, tenho outras coisas para fazer. Saiu do estábulo deixando o mais velho sozinho, e talvez fosse isso que Young Ho precisasse, pensar. Yuta sempre fora o mais responsável, o mais calmo e o que sempre foi mais confiável, sempre teve tudo o que pedia, todos sempre o enxergavam como um bom moço, mas poderia ser que ele não fosse tão bom moço assim, no fim das contas Young Ho conhecia muito bem o seu irmão e sabia que no fundo o mais novo estava a um passo de jogar a confiança de Yifan fora, e jogar SiCheng em uma cama. Mas quem o culparia? Entrou em seu quarto deixando a porta semiaberta, a camisa o incomodava, pedaços de feno haviam ficado presos no tecido e pinicavam, além de que não estava cheirando muito bem. Tirou a camisa e a deixou largada na cama, resolveu que tomaria um banho, remexia em suas coisas procurando por algo para vestir quando ouviu um barulho vindo da porta, alguém havia entrado. Aquele cheiro era inconfundível. — Yuta. — a voz o chamara em baixo tom, aquele maldito tom — O que está fazendo? O alfa se erguera de onde estava, vira a expressão do menor mudar quando o mesmo notou que ele estava sem camisa. SiCheng o fitou por muito tempo, os olhos tão fixos em seu corpo que chegava a ser invasivo. O alfa não disse nada, apenas continuou a observar a forma como o ômega o olhava, o encarando como se necessitasse muito daquilo, SiCheng deu alguns passos em sua direção, ainda admirando seu peito em silêncio. Achou estranho, mas não conseguiu segurar a mão do ômega quando o mesmo a ergueu e tocou em seu abdômen e deslizou os dedos. SiCheng subiu os dedos, os parando na altura do peito. — Não faça isso, pequeno. — pediu, a voz contida como se fosse difícil falar. Yuta nem respirava, se sentisse ainda mais o cheiro doce do menor, acabaria enlouquecendo. — Por que não, Yuta? — a forma inocente como ele perguntava as coisas era a última gota para fazer com que as coisas transbordassem. — Porque está me fazendo perder o controle. — não tinha outra resposta para dar, essa era a verdade. Esperava que o ômega fosse embora, que o soltasse, mas SiCheng continuava ali, descendo seus dedos por seu peito e abdômen, como se gostasse da sensação que a pele do alfa lhe trazia. Ele estava fazendo de propósito, estava testando os seus limites, o fazendo ficar cada vez mais louco. Aquilo era um absurdo. — O que acontece quando um alfa perde o controle com um ômega? — perguntou, e dessa vez Yuta não conseguia mais ouvir a inocência, aquela pergunta era totalmente proposital para tonar as coisas ainda piores para ele — Eu quero que você perca o controle comigo, Yuta. — O que...? — Eu quero trepar com você, Yuta.       [... Doçura de Beta ...]       Jungwoo limpava uma das mesas quando sentiu uma mão tocando em seu braço, ficara assustado de início, era o seu primeiro dia ali e não imaginava o que poderia acabar acontecendo, mas de certa forma se acalmou ao notar que era Lucas, a forma como ele segurava o seu braço levemente para não o machucar entregava tudo. Lucas sempre era delicado com ele, por mais irritado que estivesse. — O que está fazendo aqui? — perguntou, aparentemente sem paciência nenhuma. Jungwoo se irritara, não era como se devesse satisfação para ele. — Eu trabalho aqui, e não te devo nenhuma satisfação. — o beta soltou seu braço, irritado demais para ter qualquer conversa civilizada com o alfa. — Esse lugar não é pra você, aqui não é seguro. — o respondeu, estava a ponto de arrastar o menor para o lado de fora — Faz ideia do tipo de pessoa que frequenta esse lugar? Alguém pode te machucar por simplesmente olhar para ele. Jungwoo inflara as bochechas, odiava quando alguém questionava suas decisões. Era seu primeiro dia trabalhando naquele bar, aparentemente o salário era bom e o serviço não era muito pesado, estava tão encantado com a ideia de ter um trabalho que não havia parado para reparar na aparência daquele lugar e muito menos na fama. Lucas continuava a encara-lo como se esperasse que ele se defendesse mais uma vez. O beta não sabia como. — Olha ao redor, me diz, quantos betas e quantos ômegas você vê por aqui? — perguntou, e o menor ainda olhou ao redor como se procurasse — Não há nenhum, só alfas andam aqui para encher a cara e brigar, não é um bom lugar para ômegas e nem para betas. Estava irritado, Lucas aparentemente tinha razão, precisava admitir que haviam manchas de sangue pelas mesas, aos quais tentava ignorar, mas parecia tudo evidente demais, até mesmo o dono não possuía um dos olhos. — Conheço um lugar onde pode trabalhar, é mais seguro, frequentado por famílias. — falou calmo, não querendo deixar o beta ainda mais irritado — Vem comigo, por favor. Não queria dar seu braço a torcer, simplesmente aceitar que Lucas tinha razão e que ele havia feito uma péssima escolha, mas no fundo sabia que era o melhor a se fazer. Bateu o pé com força no chão, fazia isso quanto precisava fazer uma coisa que não queria, e ceder para Lucas era de longe uma das coisas que mais detestava. Ele não era o seu alfa, para mandar nele assim. Não, nunca seria nada mais do que um vigia. — Só me deixa falar com o dono. — respondeu baixo, chegava a soar meio infantil. — Eu vou com você. Era perca de tempo pedir para que ele não fosse. Nem mesmo abrira a boca direito para falar, o dono do local parecia ficar estranho na presença de Lucas, os ombros baixos indicavam o quanto se sentia intimidado, e ao parar para olhar para o lúpus em suas costas, o menor notara o quanto Lucas olhava irritado para aquele homem. Fez menção de falar, mas não conseguiu terminar nem a primeira palavra. — É o primeiro e o último dia dele aqui, sabe que não pode colocar betas ou ômegas nesse lugar, Wong, Jungwoo não vai correr esse perigo. — disse, segurando na mão do beta e o levando para fora. Em certos momentos a proteção que o Wu tinha com ele chegava a amolece-lo, Lucas sempre o tratou muito bem, sempre esteve lá zelando por ele, cuidando para que estivesse a salvo de tudo. Jungwoo sabia o quanto a proteção daquele alfa era importante e que muitos invejavam aquilo. Muitos ômegas e betas queriam ter o coração de Lucas, assim como ele tinha. Soltou sua mão, mas continuou acompanhando o alfa enquanto o mesmo lhe levava ao local prometido. Sabia que o lúpus era alguém influente, mas não que poderia lhe conseguir o que quisesse, na hora que quisesse. Por alguns segundos o beta queria saber como era estar na pele de um alfa lúpus, ter o mundo em seus pés, ver os ombros dos demais se abaixarem para ele, ser respeitado e ao mesmo tempo temido. Lucas era forte, tinha uma presença incrível e assustadora em alguns momentos, deixava os demais alfas em estado de desvantagem, fazendo com que todos quisessem estar por ele e não contra ele. Ao mesmo tempo era muito bonito, dono de um sorriso encantador, gestos encantadores, o alfa por quem todos os ômegas suspiravam. Chegaram ao local, entrando em um lugar um pouco pequeno, porém aconchegante e bastante diferente do outro, esse tinha um cheiro bom de comida feita naquele instante, e era quentinho. Além de haverem ômegas e betas por ali, famílias com filhos pequenos. — Bom dia, Sr. Lee. — viu quando o alfa sentou próximo ao balcão, cumprimentando um senhor de cabelos brancos — Como vai o movimento? — Vão muito bem, Lucas, eles sempre falam que vieram pela sua indicação, eu agradeço muito. — o senhor era dono de uma voz cansada, porém de um sorriso meigo e gentil. — Poderia me agradecer um fazendo um pequeno favor. — o alfa olhara para ele, o puxando para perto pela ponta dos dedos — Este é Jungwoo, um beta ao qual eu quero muito bem, ele precisa de um emprego. O senhor olhou para ele, sorriu gentil e olhou para as pessoas em volta, pensava. — Preciso de ajuda com as mesas, são muitos pedidos e meus netos nem sempre podem ajudar. — o disse, deixando Jungwoo muito animado. O beta podia ver claramente o quão aquele lugar parecia seguro, certamente deixaria seus pais bem mais tranquilos, e parando para pensar por um instante, parecia obvio o quanto Lu Han e Sehun desaprovariam o antigo lugar e o obrigariam a sair de lá. Mas que merda! Lucas parecia estar sempre certo. — Você pode começar hoje, rapaz. — Eu agradeço muito, senhor. — sorriu e fez uma reverência curta e breve, estava muito animado. — Se quer agradecer alguém, agradeça a este alfa. Lucas sorriu baixo para si mesmo, erguendo-se do banco em que estava sentado, passou por Jungwoo afagando seus cabelos, porém sem falar nada. Jungwoo apenas o viu saindo daquele lugar, se sentiu um pouco envergonhado, o Wu sempre fazia de tudo por ele e sequer ouvia um “obrigado” direito, sempre o tratava de forma seca, a verdade era que se sentia culpado por agir assim, queria que o mesmo entendesse de uma vez que ele não o queria, mas ao mesmo tempo não queria que aquela proteção acabasse. Se sentia um egoísta. Saiu atrás dele o encontrando do lado de fora, andava devagar, por isso o menor conseguiu acompanha-lo. — YukHei. — chamou, vendo o alfa se virar para ele — Eu... eu queria te agradecer. — Não precisa agradecer. O menor balançou a cabeça, viu quando o alfa deu as costas novamente. Por dois segundos optou por esquecer que não queria dar ainda mais esperanças, Jungwoo queria vê-lo feliz, nem que fosse por apenas alguns segundos. Correu até o mesmo, abraçando-o pelas costas. — Obrigado por cuidar de mim, mesmo que eu não mereça. O alfa passou sua mão por cima da do beta, acariciando seus dedos, ele nunca havia o abraçado daquela maneira. — É isso que as pessoas fazem quando gostam de outras, elas cuidam.  
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