O aniversário dos filhos do líder era sempre um grande evento no vilarejo, mas naquele ano acontecia de uma forma diferente. Os alfas comemoravam com Jaehyun sua passagem para a vida adulta, enquanto os ômegas mais próximos de Chittaphon passaram seu aniversário com ele em sua casa, o ômega já estava com uma barriga saliente e seus pais optaram por não o expor até que se casasse com Young Ho.
Não houveram protestos vindos de Chittaphon, o ômega não se sentia em ânimo para uma festa, preferindo ficar apenas a sós com seus amigos, recendo deles o apoio que tanto precisava em um momento como aquele.
— Eu sei que você será muito feliz no seu casamento. — Taeyong era de longe o que mais tentava deixar o amigo confortável com aquilo, mesmo que falhasse miseravelmente — Por favor, Chi, hoje é seu aniversário, fique animado.
— É meu aniversário, mas em três dias é o meu casamento. — chegava a ser impressionante a forma como Chittaphon passara a tratar aquilo.
Mas quem o culparia? Depois de pedir sua mão em casamento, Young Ho voltou poucas vezes e dessas poucas, menos ainda foram as vezes que conversaram por mais de dez minutos, sempre usando a desculpa de estar muito ocupado com os preparativos do casamento. Young Ho tivera que resolver tudo sozinho, fora um castigo que Jongin lhe deu, mesmo que Kyungsoo não concordasse com aquilo e ajudasse o alfa em segredo. A verdade era que as coisas não estavam nada boas para o casal, que ainda não entendiam muito bem tudo o que estava acontecendo naquele momento.
Quem estava pior era Chittaphon, o ômega se sentia rejeitado por seu parceiro, o que para um ômega grávido era terrível, seus amigos tentavam de todas as formas o ajudar, mas o mais velho só se sentia cada vez pior, se distanciando de tudo o que tivesse a ver com aquele casamento tão apressado e fora dos eixos.
Dejun, que ficara próximo do mesmo nas últimas semanas, se aproximou do Kim devagar, quase como se estivesse com medo de fazê-lo fugir.
— Não olhe dessa forma para o seu casamento, você passou por muita coisa para ficarem juntos, não desperdice isso por um simples medo. — o mais novo amigo passou a mão por seus cabelos lentamente, tirando a mexa que havia ficado em seus olhos — Pense em como o tempo vai concertar todos os maus entendidos.
Dejun sorriu pequeno esperando que Chittaphon sorrisse também, mas foi algo lento, o mais velho m*l tinha forças para um sorriso naquele momento, todavia ele conseguiu, mesmo sem mostrar os dentes, demonstrar que aquelas palavras haviam confortado ao menos um pouco o seu coração tão inquieto e amedrontado.
— Obrigado, Dejun.
Taeyong não gostou.
— Por que você agora só escuta ele e não me escuta mais? — com ciúmes, o melhor amigo protestou, esquecendo de que o momento era de consolar Chittaphon e não de ficar com ciúmes bobos.
O Kim já sabia a resposta na ponta de sua língua.
— Dejun é mais sensato. — respondeu — Pelo menos ele não se apaixona por alfas babacas.
— Eu não tô apaixonado por nenhum alfa babaca! — protestou.
— Se o meu irmão não for um babaca, eu não sei mais o que ele é.
— E quem disse que eu ainda sou apaixonado pelo Jaehyun?
Todos pararam até mesmo de respirar naquele momento. Por mais que isso devesse ter acontecido pela lógica, era difícil de acreditar que Taeyong passaria um dia de sua vida sem amar Jaehyun. Chegava a ser inimaginável algo assim, principalmente para Chittaphon, que ouvira seu amigo declarar seu amor para Jaehyun desde que eram bastante pequenos.
A verdade era que Chittaphon sentia pena de Taeyong por amar alguém como Jaehyun.
— Não, Tae, você não pode desistir do meu irmão, ele é... — não podia contar.
Há alguns dias atrás, dias estes de completo desespero vindo do alfa, ele lhe contou sobre Taeyong ser sua alma gêmea, implorando ao irmão para que não deixasse que Taeyong desistisse dele. A verdade era que Jaehyun estava a um passo de enlouquecer sem Taeyong do seu lado, passando a ter que conviver com fortes dores no peito, pois sem o Park, o lobo do alfa se sentia traído de abandonado.
— Por que eu não posso desistir do seu irmão? — indagou, se sentindo confuso pela atitude de Chittaphon, que nunca apoiara esse sentimento.
— Ora porquê... porque ele tá tentando mudar por você. — dissera a primeira coisa que veio em sua cabeça naquele momento.
— Mas você acabou de me dizer que ele é um babaca!
— Ele é! — se enrolou — Quer dizer, ele era. — precisava morder a língua para não jogar na cara de Taeyong que ele precisava ficar com Jaehyun de um jeito ou de outro. Não entendia o motivo do ômega não sentir nada com relação ao que Jaehyun sentia, já passara da hora do Park ter os mesmos sintomas — Ele é meu irmão acima de tudo e eu tô tentando apoiar os sentimentos dele.
Isso só piorara as coisas, agora Taeyong se sentia frustrado.
— Mas os meus sentimentos você nunca foi nada de aceitar! — quase gritou naquele momento — De repente seu irmão aparece todo arrependido do m*l que me fez e você quer que eu simplesmente esqueça de tudo e corra pros braços dele?
— Não foi isso que eu quis dizer, Tae.
Já era tarde, Taeyong já havia passado pela porta a ido embora. Estava irritado e a ponto de chorar pela raiva que sentia. Chittaphon não tinha o direito de passar para o lado do irmão tão repentinamente, ele precisava lhe apoiar em esquecê-lo e não em fazê-lo amar mais ainda. O ômega Park estava chateado com seu amigo, Chittaphon tinha que ajuda-lo a esquecer Jaehyun de uma vez por todas.
Ele não queria amar mais Kim Jaehyun, aquilo era injusto.
Mas seu coração saltou quando sentiu a presença do alfa, quando passara ao lado do quarto do mesmo e sentiu seu cheiro, seu corpo quase se derreteu completamente ali. Todavia aquele sentimento de euforia foi substituído por um de preocupação ao notar a porta quase aberta e o alfa sentado sozinho em sua cama. Não era para ele estar ali, muito menos sozinho, aquele deveria ser o dia mais feliz da vida de Jaehyun, ele deveria estar lá fora bebendo com seus amigos.
Tomado pelo sentimento mútuo que carregava no peito, abriu lentamente a porta do quarto do alfa, que parecia tão perdido em seus pensamentos que sequer o notou entrando ali. Sentou ao seu lado na cama, ainda recluso e se perguntando o motivo de estar tão preocupado.
Jaehyun virara seu rosto, era nítido o espanto ao vê-lo ali.
— Tae...
— Aconteceu alguma coisa, Jaehyun? — o indagou nitidamente preocupado com ele — Você deveria estar lá fora comemorando o seu aniversário.
O alfa não dissera nada até então, permanecendo calado como se evitasse até mesmo respirar demais. Observou o rosto preocupado de Taeyong, ele ficava lindo com qualquer expressão, mas aquela não era nenhuma das suas favoritas. Se dera conta de que já calculara tudo a respeito do ômega em seu pensamento, tinha nele até suas mexas de cabelo favoritas.
— Eu... — soltou devagar, como se sentisse dificuldade em falar — Eu não consigo me divertir.
Taeyong ficou confuso.
— Como não consegue se divertir? — se exasperou — Hoje é seu aniversário, você estava ansioso pra isso, você sempre dizia que queria fazer 30 anos logo e sair de casa e esse dia finalmente chegou!
— É que eu não gosto de... de ficar sozinho. — revelou, parecia desconcertado.
— Você é Kim Jaehyun, você tá sempre rodeado de ômegas. — respondeu, seu tom era de puro deboche, como se sentisse incômodo ao dizer aquilo.
De fato, ele sentia.
— Mas o único ômega que eu quero por perto não quer ficar perto de mim.
Já com o coração doendo, Taeyong não aguentou mais ver Jaehyun tão m*l daquela maneira, passando seus braços em redor da cintura do alfa e afundando o rosto em seu peito. O coração de Jaehyun batia tão forte que chegava a ser assustador de ouvir, como se fosse sair pra fora a qualquer momento. O cheiro dele ainda era o mesmo, estranhamente mais forte de sentir a cada dia que se passava, como se vivesse em um eterno cio. O calor de Jaehyun era tão bom de sentir, podia se viciar nele em um primeiro toque e assim querer viver para sempre.
Era estranho, mas Taeyong se sentia dominado pela felicidade ao abraçar Jaehyun, mesmo que sua consciência pesasse.
— Eu ainda não posso te perdoar, Jaehyun, você ainda não sofreu o bastante. — sussurrou.
— Pode me castigar pelo tempo que seu coração desejar, desde que no final possamos ficar juntos.
[... Doçura de Beta ...]
Jungwoo passara a observar Lucas de longe enquanto o mesmo bebia com seus amigos, era o aniversario de Jaehyun, amigo próximo dele, então Jungwoo não via motivos para se intrometer naquilo. Mas era um pouco estranho, já estava começando a se acostumar em ter a atenção de Lucas totalmente para ele, que ver o alfa com outras pessoas chegava a ser estranho. Era somente nessas horas que se dava conta de que YukHei tinha uma vida além dele, de que tinha amigos e que também podia agir como os demais alfas.
Era isto, Lucas era um alfa livre.
— Você é bem ciumento, não é?
Demorara até se dar conta de que era com ele.
— Eu? — até pedira uma confirmação — Por que está dizendo isto?
— Vigia seu alfa como se tivesse medo de que ele fugisse.
Medo de que ele fugisse. Chegava a ser engraçado, nunca parou para pensar nisso. Talvez estivesse mesmo com ciúmes de não ter Lucas colado nele, mas ao mesmo tempo estava feliz em vê-lo se divertindo. Seu estomago estava formigando, sempre se sentia assim quando alguém se referia a Lucas como sendo o seu alfa, ambos ainda estavam se acostumando com aquilo.
— Mas sabe, tem razão em vigiar, o Lucas é bastante concorrido.
Algo ferveu dentro de si, Lucas era só seu.
— Como assim bastante concorrido?
O outro, beta como ele, ajeitou-se na cadeira.
— É só olhar ao redor, a quantidade absurda de ômegas e betas que olham para ele. — o mais velho até se aproximara mais, quase se debruçando sobre a mesa — É como se comessem ele com os olhos.
Foi a vez de Jungwoo se ajeitar na cadeira, não era de ficar dando ouvidos a estranhos, mas aquele beta parecia estar certo. Ao olhar ao redor podia notar as pessoas olhando. Deveria ter ficado perto dele, maldita hora em que se afastou por estar incomodado com a conversa alta dos outros — além deles estarem conversando sobre assuntos que só interessavam a alfas mesmo.
— Eles estão comendo o meu alfa com os olhos?
— Com certeza todos estão imaginando o quanto ele deve trepar bem. — nessa hora Jungwoo até se engasgara com a própria saliva — Aliás, ele trepa bem?
Nessa hora seus olhos quase saltaram para fora, nunca havia visto aquele rapaz em toda a sua vida e ele simplesmente surgira como se os dois já tivessem alguma i********e. Mas quem estava na chuva era pra se molhar mesmo. O rapaz o olhava esperando uma resposta, Jungwoo não queria falar a verdade, mas nunca não era bom em mentir.
Bebeu todo o resto que tinha na caneca de uma só vez.
— Eu nunca trepei com o Lucas! — soltou uma vez.
Fora a vez do então estranho esbugalhar os olhos, soltando imediatamente um:
— Ah, mentiu!
— Tô falando a verdade, Lucas tá até agora esperando, mas eu tenho muito medo.
Nessa hora o outro puxou a cadeira mais para perto, falando mais baixo para que a conversa ficasse apenas entre eles. Parou por um momento para olhar bem para o Wu, era como se o analisasse por cima da outra.
— Você não se sente atraído por ele?
— Claro que sinto. — era incerta a sua resposta — Mas sei lá, eu nunca fiz isso com ninguém antes e até ontem eu tinha certeza de que ficaria com um ômega, Lucas é o primeiro alfa da minha vida.
Não sabia o motivo de estar se abrindo tão facilmente com um desconhecido, mas aquele rapaz de sorriso tão bonito parecia tão confiável que ficava fácil de dizer qualquer coisa. Enchera o copo mais uma vez, já fazia tempo que não bebia e sentia a fermentação da cerveja lhe subindo a cabeça.
— No começo vai parecer estranho e você vai “Por Frayja, ele vai me matar”, mas você se acostuma fácil, mas se bem que com um lúpus deve ser pior.
— Você está me assustando... Qual é o seu nome mesmo? — Só percebera naquele momento de que ainda não perguntara seu nome.
— Lee Jeno. — sorriu satisfeito, seu nome era a única coisa que Jeno tinha para se orgulhar.
— Eu sou-
— Oh Jungwoo, todo mundo conhece você, o famoso filho de dois alfas e o famoso amor da vida de Wu YukHei, o alfa lúpus que todo mundo quer, mas que só ama uma única pessoa.
Jungwoo se sentiu um pouco envergonhado, não gostava de ser famoso por isso, a maioria da vila enxergava seus pais como algo anormal entre eles, mas o que mais o deixava sem jeito era a forma como todos diziam o quanto Lucas o amava acima de qualquer um.
Sempre amou.
— Prazer em conhecer! — já meio bêbado, ele até levantou o copo.
— Sabe, você deveria ter mais cuidado com o Lucas. — o disse como quem não queria nada — Quer dizer, eu só tô te dando um conselho, tem muita gente de olho no seu alfa e você fica aí deixando ele transitar sozinho por onde quer e ainda me diz que não está nem dando pra ele, alfas não são bons em se segurar muito tempo sem sexo, especialmente os lúpus.
— Você acha que o Lucas pode perder a paciência comigo?
— Eu com um alfa desse faria de tudo para prendê-lo a mim pra sempre.
A essa altura os dois já se encontravam bêbados, conversando coisas que não falariam em dias comuns. Pelo menos, não Jungwoo. O beta Jeno já falava como se fossem amigos de infância e Jungwoo o acompanhava como se confiasse sua vida a ele.
— O que você acha que eu devo fazer pra prender o Lucas?
— Você tem que começar a dar pra ele! — respondeu alto, com certeza fora ouvido da mesa dos alfas — Mas dar com vontade, engravida logo de uma vez e garanta a vida, eu faria isso.
Jungwoo simplesmente começou a rir sem limites, em sua cabeça se passava uma cena ridícula dele tentando fazer amor com Lucas, mas sem conseguir fazer entrar e logo em seguida se imaginava com uma barriga enorme — mas enorme mesmo — e depois com um bebê gigantesco.
— Mas parir dói, e um bebê lúpus é grandão!
— Mas você tem que pensar no seu futuro. — já totalmente íntimo, o beta de cabelos negros passou seu braço ao redor dos ombros de Jungwoo o chamando para conversar baixo — Se imagine casado com alfa lúpus que pode te proteger de qualquer perigo e ainda por cima tem dinheiro pra que você possa viver de pernas pra cima.
— Eu não penso no Lucas assim, eu amo ele.
— Amor é um bônus.
— Isso, eu tenho que prender ele!
— Prender quem?
Jungwoo saltou da cadeira ao escutar a voz em suas costas, era como se Lucas houvesse pego seu plano secreto. Olhou para o alfa e sorriu amarelo, a essa altura era bastante nítido o quanto estava bêbado. Mas Lucas não via motivos para reclamar daquilo, Jungwoo era livre para beber o quanto ele quisesse.
— Lucas! — gritou seu nome, abrindo os braços para ele como quem pedia para ser posto no colo — Me pega! — disse já sem paciência.
O Wu o catou pelos braços o pondo no ombro como um fofo — e pesado — saco de batatas.
— Tchau Jeno! — se despediu do mais novo amigo — Lucas se despede dele também.
— Tchau Jeno.
Lucas passou a carregar Jungwoo para longe do movimento, enquanto o menor lhe contava a respeito de seu mais novo amigo e sobre o quanto ele era legal. Pela voz e pelo jeito enrolado o alfa podia notar o quanto o beta estava completamente fora de si e isso chegava a ser engraçado, nunca esperou por ver o Oh daquela maneira, era como se ele fosse outra pessoa.
Outra pessoa que não parava de falar.
— Pra minha casa não, Lucas, eu quero ir pra sua casa!
— Mas já está tarde e seus devem estar preocupados.
— Eu disse a eles que dormiria na sua cabana hoje.
O alfa não disse mais nada sobre isso, com Jungwoo bêbado daquele jeito seria perca de tempo tentar discutir e de certa forma não seria bom devolver o beta aos pais naquele estado, onde ele sequer conseguia andar direito. Caminhou até sua casa no fim da rua, percebendo que Jungwoo estava ficando mais pesado, já havia carregado ele antes e ele era mais leve.
Jungwoo era engordando, mas não era hora para discutir algo do tipo.
Chegaram em casa e o beta foi posto no chão, Lucas foi seguindo até seu quarto e sendo seguido pelo mais novo que de uma hora para outra lhe abraçou pela cintura.
— O que foi?
— Você tem um cheirinho tão bom. — o disse, passando a mão pelo corpo e tentando tirar sua camisa — Tira a roupa, Lucas.
— Jungwoo...
— Vamos fazer! — ele estava tão convencido daquilo que chegava a ser engraçado.
— Jungwoo, você tá caindo de bêbado, nós vamos dormir! — o beta ainda tentou protestar mas foi posto sentado na cama — Levanta os braços pra eu tirar sua camisa e tira esse sorrisinho da cara porque nós vamos dormir.
— Mas Lucas!
— Sem mais Lucas!
[... Doçura de Beta ...]
— Yifan!
Zitao tentava acordar seu marido, que depois de mais velho adquirira um sono bastante pesado. E depois de tanto o sacudir o alfa finalmente abriu os olhos. Olhou para o ômega sem entender, mas agoniou-se no momento em que notou sua expressão preocupada.
— O que aconteceu?
— SiCheng sumiu.
O lúpus ergueu-se da cama rapidamente, deixando o lençóis pelo meio do caminho. Correu para o quarto do ômega encontrando sua cama vazia e bem feita, ele sequer havia deitado para dormir nela antes.
Passou direto pela porta dos fundos, o cheiro de SiCheng era nítido e bem perto, seu sangue ferveu nas veias ao sentir outro cheiro junto ao dele. Pulou a cerca que dividia o terreno das duas casas, indo direto para o estabulo da casa de Yixing. No fundo rezava para estar certo, sentia seu corpo inteiro começar a ferver. Quase perdeu a cabeça no momento em que seus olhos captaram a imagem de seu filho completamente nu deitado sobre o corpo também nu do alfa a quem tanto confiava.
— Isso só pode ser algum tipo de brincadeira sem graça!