Pov's Laura Nova York City Apartamento/ de madrugada. Relato toda situação do Arthur, e Dmitry parece se "sensibilizar " ao presenciar com os próprios olhos a condições debilitadas. Quando Arthur cambaleia para trás quase caindo, o outro o ajuda, sentando-o no sofá. A cuidadora aparece, e leva o meu ex-marido que m*l consegue andar direito pro quarto. Fico a sós, com o russo. — Você viu. — Vi. — Acredita em mim agora?— interrogo, e nossos olhos entram numa onda de conflito. — Talvez. — Eu não quero a sua aceitação, Dmitry.— falo.— E nem preciso disso, mas eu não sou uma traidora. — Tem certeza que não, Laura? — Por que está dizendo isso? Ele me puxa bruscamente pelo braço, arrastando-me até próximo a varanda. — O que a DEA está fazendo de frente ao seu prédio?— aponta

