Rodolfo digitou com um aceno e seguiu em frente. Duas horas depois, já com os afazeres resolvidos, ele estacionou sob a sombra de uma árvore e discou o número recém-gravado. — Isa, você já terminou? — perguntou, sem perceber que a chamou pelo diminutivo. —Foi bem rápido. Tô te aguardando numa padaria, do outro lado da praça — respondeu ela com um tom tranquilo, como se aquele apelido não a tivesse atingido em cheio. Ele soltou um "tá bom" e seguiu em direção ao local. Rodolfo avistou Isabele pela vitrine da padaria, de costas, sentada com elegância e serenidade. O vestido florido se derramava pela cadeira, e os cabelos soltos balançavam conforme a brisa que atravessava o ambiente leve daquele fim de tarde. Ela tomava uma limonada, distraída com o celular na mão. Mas o que ele viu log

