Vocês tinham que ter visto o sorriso que se abriu no rosto de Sakura, e não foi a única coisa que se abriu. Você nunca viu uma mulher realmente feliz até ver essa cena, ela nem estava acreditando que ele tinha mesmo dito aquilo.
– Eu iria adorar. – sussurrou ela. Alguma coisa lá embaixo tinha vibrado, acho que tinha alguém ali que estava gostando.
E com um beijo suave em seu pescoço, ela foi sentindo algo a invadir lentamente. Ah como sentiu falta disso, seu antigo marido não era muito presente nessas questões. Devagar ele entrava cada vez mais, ela já estava achando que aquele p***o não tinha fim.
Ele começou a se mexer, ainda bem devagar. Ele tinha tanto pênis que ela já estava achando que ele tinha enfiado uma mangueira nela. A boca dela se abria, m*l tinha começado e o prazer já estava fazendo ela revirar os olhos, com certeza ele estava indo mais fundo do que qualquer outro já tenha ido.
– Ta legal, vamos começar. – disse ele. Ela tinha certeza que já tinha começado.
Foi com essa frase que ele deu início a uma série de entocadas muito mais rápidas e mais fortes, força o suficiente para ela o sentir chegar ao seu útero. A garganta já não se continha mais e os gemidos começavam a querer sair, é, ela tinha se arrependido de ter dito que ele talvez fosse r**m de cama.
Com a força dos braços, ele a puxou para frente, colando seus corpos, era delirante sentir os s***s dela se esfregarem em seu peitoral. Um beijo se iniciou enquanto as mãos passeavam por todo o corpo, sentindo cada pedacinho. Ela se sentou de vez em seu colo, com ele parado dentro dela, daquela forma a rosada sentia o quão fundo ele estava, mesmo sem nenhum movimento a sensação de prazer era imensa.
Mas ela não queria ficar apenas parada, pôs as mãos nos ombros dele e se apoiando começou a subir e descer. Sasuke tinha a visão privilegiada dos s***s da mesma praticamente em seu rosto, a aproveitava para beijar aquela região do corpo enquanto ela se mexia. Sakura ia cada vez mais rápido, arfava e desejava ficar ali para sempre.
– Devia ter feito isso antes. – falou Sasuke no meio de um suspiro, com os olhos fechados de tanto prazer.
– Eu falei isso pra você. – ela respondeu, não estava ligando se estava certa ou errada, ela só queria o sentir ainda mais dentro dela. Cada vez mais.
Sasuke a empurrou, mas sem sair de dentro dela, e a encostou na borda da banheiro Abocanhou um dos s***s, e com a outra mão ele massageava o outro. A mordia e chupava, com certeza muitas marcas iriam ficar ali por um bom tempo, ela nem ligava para esses pequenos detalhes. O amor deixa marcas.
Ele desceu uma das mãos até a i********e da mesma, mesmo que m*l houvesse espaço, ele conseguiu introduzir dois dedos ali, junto com o pênis. Sakura sentiu-se quase como se a estivesse rasgando, mas estava gostando daquilo tudo. Mas não durou muito tempo, logo ele já havia tirado os dedos, e a puxado novamente, para uma nova posição.
Agora era ele que estava com as costas escoradas na banheira, enquanto ela fazia o seu trabalho, o arranhava, e aquilo era maravilhoso. Ele apertava as nádegas da mesma com bastante força, beliscava e apalpava. Ela subia e descia cada vez mais rápido, aquilo já estava durando muitos minutos. Ela já estava ficando cansada.
– Vamos para outro lugar. – sussurrou ele. Se levantando da banheira levando ela junto com ele.
Em nenhum momento ele saiu de dentro dela, e agarrada ao corpo do moreno, ela foi levada até a pia, e ele a colocou sentada lá. Ela nunca tinha transado encima de uma pia antes. Novas experiências, não é mesmo?
A pia ficava na altura da cintura do mesmo, o que tornava a situação mais “favorável”. Com os braços um em cada lado do corpo dela, ele a penetrou novamente. Sakura abriu a boca quando o prazer a invadiu de novo. Ele não estava preocupado se quebrariam a pia ou não, tudo o que queria era acabar de vez com essa época de seca.
– Mais rápido, mais rápido! – ela gritava. Aquilo era excitante, fazia uns meses que ele não ouvia esse gemido – Ai Sasuke! – ela gritou cravando as unhas nas costas do moreno, doeu, mas mesmo assim ele não se incomodou.
Sakura estava delirando, aquela de longe estava sendo uma das melhores transas da vida dela, quem dirá até a melhor. Os cabelos grudavam na testa pelo suor, os músculos começavam a relaxar, estava na beira de um orgasmo.
Mas ele não queria acabar ali naquela pia, naquele banheiro. Mais uma vez se agarrou ao corpo da mesma, só que dessa vez eles saíram do banheiro. Parecia que ele queria trepar por todos os cantos que ainda aguentasse. Não houve pausa nem enquanto ele caminhava indo em direção a cama.
A jogou ali naquela cama grande e macia, pronto para inaugurá-la com estilo. Ficou parado diante dela, enquanto Sakura o examinava, as respirações estavam completamente descompassadas, suados e despenteados, mas ainda não havia acabado.
Sasuke se jogou por cima do corpo da mesma, continuando a penetrá-la, ele parecia uma máquina de f********o, como se nunca fosse parar, um touro!
Bolavam na cama de um lado para o outro, saliva se misturava com suor, que se misturava com g**o, ou com o que mais aparecesse por ali. Os beijos cada vez mais selvagens e uma vontade imensa de chegar ainda mais fundo.
Lentamente foram se conduzindo a uma posição mais romântica, enquanto Sakura deitava com a cabeça do travesseiro e ele se mantinha no meio de suas pernas, mais lentamente. Ela chegou ao orgasmo se despejando com ele ainda dentro dela, era uma sensação maravilhosa, o melhor orgasmo de sua vida.
Ele não parou, e ela já estava mais do que cansada. Quem mandou ela querer dar? O mundo dá voltas queridinha. Os minutos iam se passando, e o moreno não parada, ela já estava quase pedindo pra ele parar.
– Você não cansa? – ela perguntou enquanto tentava buscar ar, se é que isso era possível.
– Não era.. – ele parou para respirar – Que queria t*****r?
– Sim, eu queria t*****r, mas com um ser humano, você é um animal! – ela teria gritado se tivesse fôlego pra isso.
É, ele viu que ela desmontaria se ele não parasse, então decidiu por fim naquele ato tão prazeroso, mas até para finalizar, tinha que ser com estilo, aquela era a primeira transa do casal, tem que ser especial.
Ele a puxou junto com seu corpo e a deixou por cima, porém muito bem juntinhos, relaxou e por fim se derramou dentro dela, não estava se importando com o que aconteceria ou não, se estavam com camisinha ou não, com 29 anos e nenhum filho, ela com certeza tomava pílula.
A beijou pela ultima vez, dessa fez um beijo calmo e romântico, acariciou os cabelos da mesma, e saiu de dentro dela, a encaixou direitinho sobre seu peito, e ela finalmente descansou.
– Foi bom pra você? – ele perguntou da maneira mais cafajeste e clichê possível.
– Alguém anotou a placa do caminhão que me atropelou? – foi a ultima coisa que ela disse antes de adormecer.
Sasuke a abraçou, ela era estranha, mas estava começando a se acostumar com aquilo, era o casamento mais louco que poderia existir, porém era o casamento dele, do jeito que ele menos esperava. Sakura Haruno Uchiha, não era a melhor esposa do mundo, mas ela parecia se encaixar tão bem com ele.
[...]
Quando Sakura acordou, parecia que tinha uma parede de tijolos encima dela, não sabia o que doía mais, se eram as pernas ou... Eras as pernas mesmo! Pareciam que estavam quebradas, ela tentava se mexer, mas parecia que estava pregada na cama. Vai já se desesperar.
Sem roupas, com os cabelos bagunçados, uma cara amassada, os olhos pequenininhos pela claridade e aquele cheiro de suor, ela não estava nada sexy naquela manhã. Ao seu lado não tinha ninguém, e ela ficava se perguntando onde Sasuke havia ido parar, ele tinha mania de sumir todas as manhãs, parecia até que estava fugindo dela, que cara trabalhoso!
Ela se levantou, mas suas pernas estavam mais bambas do que varas verdes em dia de ventania. Voltou pra cama esperando a força voltar, mas parecia que isso iria demorar um bocado, com uma transa daquelas ninguém precisa cair de um prédio, ou ser atropelada.
Passou alguns minutos olhando para o teto, pensando na vida, nas loucuras que se metia, em como Sasuke era bom de cama, na sorte que ela tinha, na confusão que ele era, no jeito esquisito dele ser bipolar, nela mesma, pensando em como o mundo dava voltas, em como os seres humanos descobriram que a Terra era redonda e em como ela estava quebrada. Sakura gostava muito de pensar, pensar não exige muito esforço e nem quebra suas pernas. Coitada.
– Ainda na cama? – vocês tinham que ver o susto que ela levou quando ouviu a voz dele de repente ali no quarto. Como é que ele surgia daquele jeito? Brotou do chão?
– Eu não consigo levantar, você quebrou minhas pernas! – ela reclamou – Como é que eu vou sair da cama se nem consigo andar, cara você precisa ser mais carinho, eu sou sua esposa e não uma vagabunda que você compra num bordel e esfola! – ela era meio sentimental.
Sasuke estava rindo por dentro, porém sabia que se risse por fora isso seria fatal. É, estava na hora de ser um pouco mais romântico com ela, quem sabe ela se acalmava e não tentava mata-lo enquanto ele dormia, ou algo pior, ela poderia castra-lo! Gente que maldade!
Ele foi até ela, e a pegou no colo tirando ela da cama, Sakura estava nua, mas como nós já citamos aqui, ela não estava nada sexy. E com delicadeza ele a levou até o banheiro e a colocou dentro da banheira – banheira, queria banheira – e ligou as torneiras para que ela enchesse. Sakura estava olhando pra ele com aquela carinha que mulher faz quando ta se achando a rainha da Inglaterra em pessoa. Tem gente que não nasceu pra ser humilde mesmo.
– Eu vou te dar um banho. – disse ele, e desligou as torneiras, pois a banheira já estava cheia, Sakura continuava toda alegrinha. Toda quebrada e ainda estava no pique, o que é isso mulher?
Ele pegou a esponja e o sabonete líquido, fez até uma espuminha e começou a passar nos ombros dela, Sakura estava sentindo uma sensação maravilhosa. Aquela esponja passeando pelo corpo dela, descendo pelos s***s, se perdendo no meio de suas pernas, a água morninha, a espuma, os cheiros, mil sensações.
No calor do momento ele acabou entrando na banheira junto com ela, não tirou a roupa toda, ainda estava de cueca, só para ter certeza de que não terminaria de quebra-la.
Estava sendo muito gentil enquanto passava o sabonete por todo o pequeno e frágil corpo da rosada, ela apenas se deliciava com os toques. Depois veio o shampoo e ele a enxaguou, ela estava com o cheiro ótimo na pele.
Depois ele a vestiu com um roupão e a levou no colo de volta para a cama, até penteou os cabelos longos da mesma, ela já estava se sentindo uma bonequinha, e quando ele passou perfume nela então, vocês nunca viram uma Sakura tão satisfeita. Ela já estava cheirosinha.
– Pronto, ta limpinha e pronta pra outra. – disse ele, sim, isso teve um grande duplo sentido.
– Pronta pra outra não, querido, eu ainda tenho que me recuperar da de ontem! – ela tinha entendido o duplo sentido.
Casal que nem esse, nem na China.
– Eu fiz um achocolatado pra você, deixei no fogão, eu já volto.
Aí ele sumiu de novo pela porta que dava caminho para a cozinha. Sakura ficou sentadinha na cama só esperando – folgada né? – enquanto Sasuke ia até a cozinha pegar. Ele não demorou muito, logo já estava de volta, com um copo enorme de achocolatado. Sakura adora chocolate!
– Aqui, meu amor, você deve estar com fome. – disse ele enquanto entregava. Por sorte o copo era um daqueles térmicos, senão ela teria se queimado todinha.
– Obrigada.
Ela estava muito satisfeita enquanto tomava, parecia uma criança tomando leite com nescau na mamadeira. Estava bastante quente, então ela acabou demorando um pouco, mas Sasuke estava com uma paciência surpreendente naquele dia. Se fossem casados a mais tempo, ela perguntaria o que ele tinha feito de errado para estar assim.
Uns dez minutos depois ela terminou e devolveu o copo, e ele com muita paciência foi deixa-lo na cozinha. E depois voltou, ela ainda estava no mesmo lugar, do mesmo jeitinho que ele tinha a deixado.
– Sasuke, você está sendo um ótimo marido. – ela o elogiou, ela estava sendo sincera, realmente não esperava que ele fosse agir daquela maneira.
Ele sentou ao lado dela, e beijou seus cabelos, ela até fechou os olhos com o afago. Ele estava tão carinho que ela ficava impressionada, nada parecido com seus ex maridos. Nada mesmo.
Aos poucos ele foi se deitando, e a levando junto. Quando se deram por si, já estavam deitados abraçadinhos na cama. Ambos de roupão, ambos cheios de coisas para pensar, ambos surpresos consigo mesmo, ambos achando que as coisas não estavam como eles mesmo esperavam. A gente cria tanta expectativa, mas as coisas nunca são exatamente como nós imaginamos.
– Estamos casados a quatro dias, mas parece que te conheço a um tempão. – ela sussurrou para ele.
– Eu sinto a mesma coisa. – ele sussurrou de volta.
Era estranho, mas em tão pouco tempo, aquele casamento começava a fazer sentido, como se no fundo ele fosse de verdade, como se existe alguma coisa que não fosse dinheiro, que fosse... Sentimento.
(...)
Enquanto estava sentado na mesa, o moreno não imaginava o que viria a seguir, tinha acabado de casar com ela, e o momento mais tenso da relação havia chegado.
Ela estava fazendo o jantar.
Sasuke não estava gostando nada dela mexendo em sua cozinha, ele tinha tanto ciúme de seus utensílios de cozinha, não queria ter deixado ela ali, mas a rosada era muito insistente e disse que ele precisava provar da comida dela, o casamento não seria um casamento sem que ele comesse o que ela havia preparado.
E quando aquele prato estranho foi servido, ele teve absoluta certeza de que não estava nenhum pouco afim de provar.
– Você achou isso aonde? – ele perguntou fazendo a maior careta. Estava se referindo à travessa que estava bem no meio da mesa com um objeto não identificado dentro.
Sakura não gostou nada do que ele tinha dito.
– Isso é lasanha, e eu não achei em lugar nenhum preparei exclusivamente pra você!
Ela estava com aquela cara de que nem ela estava com vontade de comer aquilo. Ah, ela sabia que não sabia cozinhar, nem os cachorros comiam o que ela fazia. Coitado do Sasuke, ele já estava ficando verde.
Ela serviu um pratão bem cheio. E quando ele colocou a primeira colherada na boca sua única reação foi cuspir tudo de volta no prato.
– Isso ta com gosto de bota velha que alguém vomitou dentro! – ele não escondia de ninguém que não tinha gostado nada.
– Seu insensível!
Começou o drama.
Ela saiu correndo com as mãos no rosto e parecia estar chorando. É, todo aquele amor de hoje de manhã estava descendo pelo cano. Oh mulher sentimental!
Ele saiu correndo atrás dela, estava se sentindo péssimo por ter dito aquilo, não sabia que era tão importante assim pra ela. Era só uma lasanha m*l feita, ele não achou que ela fosse chorar com aquele simples comentário.
Sakura estava deitada na cama, toda encolhida e chorando, deu até um aperto no peito quando ele viu ela daquele jeito. Devagar e com medo de perder a vida, ele foi até o lado dela, foi se deitando de trás dela sem fazer muito barulho, era preciso muita calma naquela hora.
– Sakura, desculpa. – ele sussurrou com aquela voz que homem faz quando faz merda e tenta resolver.
– Não desculpo não. – ela respondeu fazendo birra.
Oh mulher difícil.
– Eu não queria ter sido tão rude, desculpa. – agora já não adianta chorar o leite derramado – Olha pra mim, Sakura.
Ela se virou com aquela cara de quem estava bastante chateada, mas no fundo do fundo ela só estava fazendo cena mesmo.
– Desculpa. – ele não cansava.
– Ta, mas você não pode mais falar que a minha comida tem gosto de sapato velho. – ela estava com aquela voz infantil de criança chateada. Só mulher faz isso direito. Era cada uma que ela inventava.
– Ta bom, eu não falo mais. – ele respondeu.
Ele era do tipo sensível, insensível.
Eles já estavam bastante próximos suas respirações se misturavam. Aquele olhar, aquele velho olhar que sempre surge em momentos assim. Quando a gente quer, não tem nada que segure. E mais um beijo aconteceu entre eles, mas dessa vez era diferente, era algo que tinha... Sentimento, nem que fosse só um pouquinho.