Novas Amizades

1597 Palavras
Connor Eu estava em meu quarto fazendo tudo o que eu fazia todos os dias desde que eu havia me mudado: nada. Já era a 5° vez que eu trocava de cidade e eu não aguentava mais isso, sempre que eu começava a fazer amigos, meus tios vinham com a notícia que a gente ia se mudar, acho que eles estão treinando para serem nômades, só pode. E eu não duvido que daqui uns dias eles apareçam com um motorhome, e eles já fizeram tanto por mim e pelo meu irmão, que eu não conseguia dizer ''não'' ou desobedecê-los. - Posso entrar? - Perguntou Logan. Logan era o meu irmãozinho, ele tinha 8 anos e nós sempre fomos muito grudados. Eu tinha uns 9 anos quando ele nasceu, e eu adorava ajudar meus pais a cuidarem dele, ajudava a trocar a fralda, a dar banho nele e no dia que ele nasceu, eu sabia que não estava ganhando apenas um irmão, mas também um amigo pra vida toda, e de fato, ele é meu melhor amigo. - O que foi? - Quer jogar fifa comigo? - Ah, pode ser. Vai ligando o play, que eu já vou. - Tá bem. - Deu um sorriso e saiu correndo. De repente a campainha tocou, nem sai do meu quarto, pois eu sabia que minha tia atenderia, e foi o que aconteceu. Em seguida, ela se dirigiu até meu quarto, e entrou após a minha permissão. - Querido, tem um rapaz e uma moça lá embaixo, falaram que são seus amigos. - Meus amigos? - Pensei por um instante. - Ah, claro… Vou lá falar com eles. - Fico feliz que esteja fazendo amigos, meu bem. Ela me deu um beijo no rosto e eu me dirigi até a sala, onde avistei Daphne e Nicolá sentados no sofá. - Oi. - Falei. - Que bom vê-los. Querem uma água? Um suco? Ou talvez um pouco de whisky… - Eu aceito whisky. - Falou Daphne prontamente. - Daphne! - Falou Nicolá repreendendo-a. - Eu estava brincando. - Falei com um leve sorriso. - Mas no que posso ajudá-los? - Como assim? Não marcamos de sair? - Perguntou a garota. - Ah, claro, desculpa, eu tinha me esquecido. - Tudo bem se você não puder ir, não ficamos chateados. - Falou Nicolá. - Ah, eu posso sim, eu só preciso pedir permissão para minha tia. - Tem total permissão. - Falou tia Susan aparecendo sei lá de onde. - Vai e se divirta, meu bem. - Obrigado. - Lembrei do Logan. - Só um segundo, vou falar com meu irmãozinho e já venho. Deixei os dois na sala e fui até o quarto do meu irmão, que estava com um controle de videogame nas mãos. - Já coloquei no jogo. - Falou. - Puxa maninho, eu esqueci que fiquei de sair com uns amigos. Podemos jogar quando eu voltar? - Tá. - Falou cabisbaixo. Dei um beijo na cabeça dele e sai de seu quarto. Fui até meu quarto, coloquei meu boné virado para trás, peguei minha carteira e meu celular, coloquei os dois nos bolsos da minha bermuda, e então me dirigi até a sala, onde estavam Daph e Nico e em seguida saimos de casa. A garota era super legal e extrovertida, eu gostei bastante dela. Já, Nicolá… Bom, ele parecia não gostar muito de mim, só não entendia o porquê, eu nunca tinha feito nada para esse maluco, pelo menos não que eu saiba. Fomos ao shopping mais próximo, vimos um filme de terror super legal e depois fizemos um lanche na praça de alimentação. Ah, eu estava gostando de fazer amigos, pena que só duraria até eu me mudar de novo. Não aguento mais isso, só queria ter uma vida normal como qualquer outro adolescente da minha idade, por que isso tem que ser tão difícil, caramba? - E você mora com seus tios? - Perguntou Daphne. - Aham. - Respondi. - O que aconteceu com seus pais? - Nicolá perguntou pela primeira vez naquela tarde. - Ah, eles morreram em um acidente de avião há cinco anos. Desde então, meu irmão e eu moramos com nossos tios. - p**a que pariu, sinto muito. - Falou o garoto. - Valeu… Nós três ficamos conversando um pouco e foi tão legal, pareciam ser bem bacanas, estava gostando tanto de conhecê-los, e seria bom ter amigos por… sabe se lá quanto tempo, não sei quando meus tios inventariam de se mudar de novo. (...) Nicolá acabou indo para a casa da Daphne, acompanhei os dois até a casa da garota e depois segui para a minha, porém quando eu estava chegando em casa, escutei uma voz familiar que eu conhecia muito bem. - Connor! Me virei e a vi. Estava tão linda como da última vez que nos vimos, talvez até mais bonita ainda. - Sophie? A garota sorriu, o mesmo sorriso que eu tanto gostava. Corri até ela e lhe abracei, lhe dando um intenso beijo em seguida. - O que você faz aqui? - Perguntei surpreso após o nosso delicioso beijo. - Vim visitar o meu namorado. Gostou da surpresa? - Eu… Gostei, claro. - Me apresenta teu quarto? Digo, sua casa... - Claro, vem cá. Peguei em sua mão e entramos em minha casa. Tia Susan logo que viu Sophie correu para cumprimentá-la, e então nos dirigimos para meu quarto. Logo que entramos no local, eu tranquei a porta para ter certeza de que ninguém nos interromperia e já fui logo beijando-a como se não houvesse amanhã. A peguei no colo e logo a segui beijando, isso já estava me deixando louco. Joguei Sophie em minha cama, porém, com cuidado para não machucá-la. Voltei a beijá-la e começamos a nos despir até ela ficar apenas de lingerie e eu com minha calça. Coloquei Sophie de pé, encostada na parede, segurei ela pelo queixo de forma firme, mas com cuidado para não a machucar, e dei alguns chupões em seu pescoço, pude vê-la se arrepiar. Logo Sophie me afastou, e me empurrou fazendo eu cair em minha cama, ela me olhou de forma sexy e se ajoelhou no chão. Passou a alisar meu peito ao mesmo tempo que ela ia pra frente e para trás, fazendo eu não tirar meus olhos da sua b***a. A loira desceu suas mãos até chegar em minha virilha, o que me deixou com muito t***o. Ao perceber isso, ela começou a mexer em meu m****o por cima da calça, me deixando cada vez mais louco, então, Sophie desabotoou os botões de minha calça, abriu o ziper e de forma brusca a tirou. Em seguida, se deitou por cima de mim e me beijou, eu já podia sentir meu pênis duro dentro da minha cueca. Me virei e a coloquei por baixo, dei alguns beijos em seu pescoço enquanto apertava um dos seus s***s, que ainda estava escondido embaixo do sutiã, logo tirei seu sutiã, deixando seus lindos s***s à mostra. Chupei um deles enquanto descia minha mão até sua v***a, que ainda estava coberta com a calcinha. Ao ver minha namorada tentando se controlar para não gemer, eu desci enquanto a olhava, e ao chegar até o meio de suas pernas, baixei suavemente sua calcinha, a tirei jogando-a em um canto qualquer e comecei a lhe fazer um s**o o**l, pude notar Sophie agarrar e puxar o lençol enquanto ela se controlava para não gritar. Em seguida, me deitei na cama e a garota fez questão de tirar minha cueca, expondo meu m****o já completamente duro. - Isso é para mim? - Perguntou. - Só pra você. Ela me olhou de forma maliciosa e começou a me c****r, me deixando todo arrepiado e louco de t***o. Tentei me controlar para não gozar naquele momento, porque do jeito que eu estava poderia gozar naquele instante na boca da Sophie. - Ah, p***a. - Falei. A loura parou de me c****r, abriu uma gaveta da cômoda que tinha ao lado da minha cama e pegou um p**********o. Colocou entre os dentes, e eu peguei com os dentes também, abri e o coloquei em meu m****o. Logo a garota se sentou em meu pênis, e comecei a penetrá-la, primeiro fiz levemente, mas fui aumentando a velocidade. p***a, como eu senti falta dessa garota. E de repente… - Mais baixo, tem criança em casa. - Disse minha tia ao bater à porta do meu quarto. Parei por um segundo sem saber o que fazer, enquanto Sophie ria. - Desculpa. - Falei. Ouvi os passos de minha tia se afastando e voltei a penetrar a loura, porém, dessa vez tentei não fazer muito barulho. E que m***a, isso era tão bom, ela me deixava louco. E ela rebolava me deixando doido, essa garota sabia como enlouquecer um cara. - p***a, eu vou gozar. - Goza então, gatinho. - Puxou levemente o meu cabelo. Lhe penetrei mais um pouco e logo acabei gozando. Jesus, como eu consegui ficar tanto tempo sem f********o? A garota se deitou ao meu lado, eu tentei pegar um pouco de fôlego e logo tirei a c*******a, a levando até a lixeira do banheiro do meu quarto. Ao sair do banheiro, deitei ao lado de Sophie e lhe dei um breve selinho, enquanto descansava um pouco. Sophie me contou que ficaria alguns dias na cidade, pois sua mãe estava visitando uma prima que morava em um bairro próximo. E isso de fato, era uma excelente notícia, pois eu poderia colocar em dia todo o meu atraso, e eu queria aproveitar ao máximo.
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