70- Franciele

1090 Palavras

Franciele Narrando Quando vi a mensagem do Carlos dizendo que ia passar aqui, meu coração acelerou de raiva. Ele não ia respeitar o combinado, queria vir aqui impor a vontade dele como sempre fez. Respirei fundo e tentei manter a calma. Não podia deixar ele me desestabilizar. Olhei pra Luiza, que tava no sofá vendo desenho, totalmente alheia a essa guerra entre os pais. Peguei o celular e respondi curta e direta: — Se aparecer aqui, não vai ver a Luiza. Ele visualizou na hora, mas não respondeu. Conhecendo o Carlos, eu sabia que isso não significava que ele tinha desistido. Fui até a janela e olhei pra rua, tentando me preparar pra qualquer coisa. Alexandro tava na boca, mas se Carlos resolvesse vir, eu não duvidava que o morro inteiro ia saber. Aqui, ninguém deixava ele subir fácil

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