3.

1201 Palavras
– Mas que sacada de mestre, mano, além de eliminar o traidor ficou com a filha gostosinha deles. Carlos estava ao meu lado junto com o juiz de paz, ele sempre foi engraçadinho e irresponsável, muito por causa da minha mãe que mimou muito ele. – Cale a boca, Carlos. Minha mãe estava elegante em um vestido preto, sei que ela queria demonstrar seu descontentamento por me ver casar com Marisa, Enzo apareceu com o semblante fechado cumprimentou minha mãe como um perfeito cavaleiro de merda que é e se sentou ao seu lado, Abigail apareceu na porta dizendo que Marisa estava pronta. – Mande a garota entrar. Ela reapareceu com Marisa de cabeça baixa, ela usava um vestido branco que ia até abaixo dos joelhos, a garota parecia uma princesa realmente muito linda, Abigail guiou a menina até a mim, durante toda a cerimônia Marisa ficou olhando para o nada, ela continuava fora da realidade mas não podia negar a beleza dela e como parecia um anjo vestida com aquela roupa. – Pode assinar os papéis. Fui o primeiro a assinar o documento que oficializada meu casamento com ela, Marisa ficou olhando os papéis sem perder a expressão de vazio no rosto. – Assine, garota. Ela continuou olhando para o nada como se não estivesse me escutado. – Se não assinar essa merda, mato você. Marisa nada fazia ou reagia as minhas ordens, logo Enzo apareceu ao lado dela pegando em sua mão de maneira íntima. – Assine, minha menina, vai ficar tudo bem. Como se ele tivesse controle total sob ela, Marisa pegou a caneta e assinou os papéis do casamento, a letra dela é linda possuía uma escrita perfeita e bem desenhada, estávamos legalmente casados, Marisa não parava de olhar para Enzo e aquilo me irritou muito, Abigail já havia colocado a mesa para o jantar e todos se sentaram menos Marisa que ficou olhando Enzo como se pedisse alguma autorização para ele para se sentar, ele sacudiu a cabeça e Marisa se sentou ao meu lado, apertei sua mão com bastante força, estava como muito ódio por Marisa obedecer Enzo como se ele fosse seu dono e senhor e eu não fosse nada. – O jantar como sempre está uma delícia, Abigail. Ainda sequestro você para fazer essas coisas gostosas para mim. Carlos tentou tirar o clima tenso que se instalou na mesa. – Pelo que vejo a garota traidora sabe se portar na mesa pelo menos não é uma garota burra mas ainda assim deveria estar morta como seus pais traidores e ladrões. Minha mãe claramente estava tentando atingir Marisa que continuou comendo educadamente como se não fosse com ela. – Parece que encontrou alguém que ignora a senhora, mamãe. Carlos deixou a situação ainda pior, minha mãe se levantou e jogou vinho no vestido de Marisa, a menina continuou comendo como se nada tivesse acontecido. – Senhora Lúcia, não faça isso, o seu filho que não quis matar Marisa, teve a oportunidade e não fez. Portanto a senhora tem que ser agressiva com seu filho e não com Marisa, esse show de horrores foi promovido por Alexandre. Ela ficou visivelmente perturbada com tudo que ele falou. – Que lindo, Enzo, agora que acabou sua defesa tão fantástica, quero deixar uma coisa bem clara aqui. Quem manda nessa p***a sou eu e não vocês, se me casei com ela, o problema é meu. Cuidem das vidas de vocês porque não sou obrigado a dar satisfação para ninguém, sou o chefe dessa porcaria portanto minhas decisões não deve ser contestadas nem por você e nem por ninguém, Enzo. Olhei para Marisa que terminava seu jantar com bastante calma como se estivesse alheia a tudo que falei ou o que estava acontecendo. – Agora saiam todos daqui, acabou o jantar! Carlos saiu rindo junto com minha mãe visivelmente nervosa apenas Enzo ficou lá olhando para mim sem alterar sua postura. – O convite para sair da minha casa se estende a você também, meu querido subchefe. Marisa olhou para ele com um sorriso meigo e delicado como se estivesse dizendo para ele ir embora. – Marisa, tudo vai ficar bem, já estou cuidando de tudo, minha menina. Ela balançou a cabeça em afirmativo e Enzo saiu sem se despedir, o vestido dela estava sujo de vinho mas ela comia a sobremesa como se tudo que houve não tivesse afetado ela, Marisa se levantou elegantemente subindo as escadas tranquilamente, segui seus passos até que ela foi para o último quarto do corredor, todos os seus movimentos são calculados como se ela tivesse dentro de outra realidade, Marisa entrou no quarto e se deitou de frente com a parede no mesmo canto que encontrei ela no outro dia. – Levante, garota! Marisa se levantou rapidamente enquanto olhava novamente para o nada, sua expressão nunca mudava. – Venha comigo! Puxei ela pelo braço levando até meu quarto. – Por que é tão obediente as palavras de Enzo? Marisa permaneceu calada. – Estou perguntando e quero uma resposta. Nada que falava ou dizia parecia fazer a garota falar, ela continuou olhando para o nada como se não estivesse ali, fui em direção do guarda roupa para pegar o meu cinto, Marisa não ficou assustada em nenhum momento, à coloquei de costas observando que as outras marcas da última surra que dei nela não haviam desaparecido. – Se não falar o motivo de Enzo ter tão controle sob você, vai apanhar! Rasguei seu vestido e esperei alguma reação mas nada foi feito, nem uma única palavra vinha dela, desferi a primeira cintada em suas costas aguardando uma resposta mas Marisa continuava calada. – Sabe, maldita, gosto de causar sofrimento nos meus inimigos normalmente mato suas famílias, roubo seus bens ou os deixou em mais profunda miséria, tirar das pessoas o que elas mais amam é a pior tortura que pode ser promovida contra alguém, as surras tem seu efeito é claro mas nada substitui o fato de destruir um inimigo lentamente não dando absolutamente nenhuma opção para escapatória, ao não ser a morte, devo admitir que anda sendo um desafio delicioso. Terminei de retirar seu vestido deixando ela apenas com uma calcinha de renda branca enquanto falava em seu ouvido. – Gosto de desafios, dá emoção deixando tudo melhor pois assim fico mais curioso em saber qual o ponto fraco do meu oponente. Segurei firme em seu queixo esperando que ela olhasse em meus olhos. – Será um prazer descobrir o seu ponto fraco, querida esposa! Empurrei Marisa na cama esperando ver algo em seus olhos de garota mas nada além do grande vazio de antes. – Como amo f***r sua b****a apertada, pequena traidora! Os cabelos dela cobriam seu rosto novamente enquanto ela esperava que terminasse, já estava ofegante e não queria parar mas logo despejei meu g**o dentro dela, joguei meu corpo para lado oposto da cama tentando recuperar o ar quando fechei meus olhos por alguns minutos de repente já estava mergulhando em um profundo sono, acordei assustado e de uma maneira instintiva passei as mãos onde havia deixado Marisa mas ela não estava lá, senti um aperto estranho no peito como se não estar ali fosse estranho e errado.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR