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688 Palavras

PERSEFONE NARRANDO A noite avança no bar, um ponto de encontro agitado antes do famoso baile do morro do Atibaia. Este é o momento em que a área se enche de forasteiros, ansiosos para experimentar a fama do baile e a energia vibrante do morro. Estou atrás do balcão, ajudando Olivia a servir os clientes, quando avisto a entrada de Atibaia, Castro e Joé. O simples avistamento deles me provoca um frio na espinha, um pressentimento de que algo não está certo. — Ei — Castro me chama, e sinto meu coração acelerar. Eu me aproximo deles, tentando manter a compostura. — Boa noite, o que vão querer? — Pergunto, tentando esconder a tensão na minha voz. Os três me observam com olhares que parecem penetrar a alma. — O mesmo de sempre — Joé responde, sua voz carregada de uma familiaridade que aument

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