CAPÍTULO 166 SOMBRA NARRANDO Mano… essa mulher vai acabar comigo. Ver ela se contorcendo na minha mão, mordendo o lábio, tremendo toda colada em mim… porrä, foi a melhor visão da noite. Ali, no meio do baile, todo mundo na brisa da música, e eu com minha mulher derretendo no meu toque, sem nem conseguir esconder. Essa porrä que me vicia. Duda pode até tentar bancar a durona, falar de se comportar, de esperar chegar em casa… mas o corpo dela me entrega toda hora. Ela é minha. Toda minha. Encostei a testa na dela depois daquele beijo molhado que eu dei, sentindo a respiração quente dela batendo no meu rosto. — Eu te odeio… — ela falou, rindo baixinho, sem força nem pra disfarçar o g**o que ainda sacudia o corpo. Dei um sorriso de canto, daquele que eu sei que desmonta. — Não odeia

