Os lufanos subiram as escadas em um silêncio ensurdecedor, Cedrico não sabia muito bem o que dizer a garota. Ao contrário de Catarine que estava contando os segundos para chegarem logo ao quarto do rapaz.
— Ah você está com... — Ane o interrompeu com um beijo, Cedrico ficou surpreso com sua atitude e sorriu — Frio?
— Sim. — Entrou no quarto tirando os sapatos — Vai me esquentar? — Riu fraco.
— Foi péssimo. — Gargalhou entregando-lhe uma coberta.
— Poxa, foi o meu ápice de sedução, Diggory.
— Ah, podemos tentar de outra maneira. — A puxou pela cintura.
— Qual? — Caminhos até a cama em passos lentos e o deitou — Vou adorar descobrir. — Deslizou as mãos para dentro da camiseta do rapaz dando leves beijos em seu pescoço.
— Eu gosto desse. — A apertou contra si tirando sua blusa.
— Acha que seus pais demoram? — O encarou.
— Não se preocupe. — Deslizou a mão para seu bolso tentando pegar sua varinha.
— O que está fazendo?
— Quero minha varinha. — A morena sorriu maliciosa.
— Isso não é sua varinha.
— Desculpe. — Ane o ajudou e pegou a varinha de seu bolso — Abaffiato.
Cedrico sorriu trocando suas posições, não se importavam com mais nada, só queriam se entregar um ao outro. O lufano selou seus lábios, antes mesmo que Catarine pudesse fazer algo ele desceu os beijos com calma por todo seu pescoço.
A garota arfou com a situação, mas não exitou, aos poucos abriu a calça do garoto que fez o mesmo e a tirou por completo.
— Você é linda. — A lufana sorriu deslizando as mãos pelo corpo do rapaz.
Cedrico puxou seu cabelo com calma e voltou a beijá-la, o momento parecia um sonho para os dois, mas logo foi interrompido por uma voz chamando-os.
— Queridos, desçam aqui!
— Fala sério — reclamou beijando os s***s da garota que estava rindo.
— Vamos logo, Diggory.
— Isso é muito injusto. — Levantou-se colocando suas roupas.
— Eu avisei. — Riu fraco enquanto se vestia.
— Podemos terminar isso depois, o que acha?
— Não sei se estou afim.
— Não gostou?
— Bem pouco. — Sorriu maliciosa — Já fez melhor.
— Como?
— Você sabe. — Arrumou o cabelo.
O rapaz sorriu e aproximou-se, não estava nenhum pouco preocupado que seus pais estavam a poucos metros dali. Chupou o pescoço da garota observando sua reação.
— Assim? — sussurrou, a garota apenas suspirou os observando pelo espelho. — Podemos dormir juntos depois.
— Seus pais não vão deixar.
— A intenção não é dormir. — Mordeu seu pescoço com calma.
— Certo Diggory, a não ser que queira t*****r na mesa do almoço, é melhor parar. — O rapaz gargalhou a soltando.
— Boba, vamos descer então.
Assim que desceram, o casal se deparou com uma casa cheia de visitas que eles sequer sabiam que viriam.
— Ah, aí estão vocês! Por que demoraram? — perguntou a senhora Diggory encarando-os.
— Ane perdeu a varinha ontem, estávamos procurando. — O rapaz respondeu sério.
— Acharam?
— Ah sim, está aqui! — Ane puxou a varinha de seu bolso e mostrou para a mulher.
— E inteira! — A loira completou.
— Ah sim... — Riu fraco — É bem resistente, não quebra fácil. — Sorriu encarando o rapaz.
— Encontramos os Weasley durante as compras e os convidamos para o almoço, se importam de me ajudar?
— Ah, claro que não — respondeu Ane rápido.
— Certo, o filho corta as batatas e Ane aqueça o forno.
...
Após quase duas horas preparando o almoço, finalmente todos se juntaram à mesa, mesmo a mesa estando cheia, não estava toda a família Weasley almoçando com os Diggory.
— Então Cedrico, está gostando de ser monitor chefe? — perguntou Arthur Weasley.
— Ah sim, é muito bom! Mesmo sendo um pouco exaustivo por conta dos treinos.
— Cedrico é o melhor! — exclamou Amos. — Eles ganharam o primeiro jogo contra a grifinória.
— Ah, mas isso foi sorte! — disse Fred. — Se não, teríamos ganhado fácil.
— Mas o Ced foi atingido por um raio também. — Ane encarou o ruivo.
— Nem me lembre. — O loiro suspirou.
— Certo crianças, aqui está o prato principal — disse Molly colocando uma tigela na mesa.
— Isso está incrível — disse Jorge encarando o pernil.
— Onde estão os outros? — Cedrico encarou o senhor Weasley.
— Percy está estudando para as provas e Rony ficou em Hogwarts com Harry.
— Ah sim.
— O que tem feito Catarine? — Molly encarou a morena que estava ignorando toda a conversa.
— Ah.
— Tenho ajudado ela com algumas matérias, Ane é ótima em herbologia. — Cedrico tomou a frente da conversa.
— Pretende seguir carreira nessa área?
— Ah não sei ao certo, plantas são adoráveis, mas dá um certo trabalho mantê-las.
— Eu concordo — Gina finalmente disse algo.
— Já estão pensando o que querem fazer no próximo ano? — perguntou Amos os encarando.
— Falta muito para terminarmos — Ane murmurou.
— Sim, mas é bom se planejar para o futuro — disse Molly sorridente.
— Ah! Vocês podem fazer como nós e investir nos nossos produtos. — Fred riu fraco.
— Produtos? — Catarine o encarou.
— Depois nós mostramos.
A conversa entre os adultos continuou no mesmo ritmo, Catarine ficou em silêncio durante todo o almoço apenas ouvindo a conversa dos gêmeos com o lufano.
...
— Está tudo bem? — Cedrico a encarou enquanto estavam caminhando pelo jardim.
— Sim, por quê?
— Está quieta desde o almoço.
— Só estou pensando.
— Posso saber no que está pensando? — Apoiou-se em uma árvore coberta por neve.
— Não. — Sorriu.
— A comida estava r**m? Eu juro que só cortei as batatas. — A garota riu fraco.
— Não é isso bobo.
— O que então? — Segurou suas mãos.
— Aquela conversa sobre o que faremos depois da formatura.
— Faltam quase dois anos até lá.
— Eu sei, mas já pensou em algo?
— Algumas coisas, mas não são relevantes, desde que você esteja ao meu lado, não importa.
— Não seja ingênuo, Ced. — Suspirou encarando o lago ao fundo — Não quero voltar para a casa da minha família depois da formatura.
— Fica comigo.
— Está maluco, não?
— Claro que não, somos amigos, nos damos bem, gostamos um do outro.
— Isso não é o suficiente e você sabe. — Suspirou.
— Não pensa nessas coisas agora. — A abraçou.
— Ced.
— O que?
— Olha perto daquelas árvores. — O soltou devagar — Tem um homem nos encarando. — O rapaz virou-se com calma, mas só viu a capa preta indo embora.
— Tem certeza de que estava nos olhando?
— Absoluta.
— Vamos entrar.
(...)
As festas haviam passado depressa, mesmo quando o casal tentava ficar sozinho os pais de Cedrico sempre os interrompiam. Todos estavam animados com o retorno à hogwarts, mesmo que o trem estivesse em silêncio por conta do cansaço, muitos ainda corriam pelas cabines.
A volta às aulas não tinha uma cerimônia tão grande quanto a recepção que os novatos recebiam em setembro, muitos sequer visitavam suas famílias, preferiam ficar na escola estudando e fazendo trabalhos atrasados.
— Ele foi visto! Ele foi visto! — gritou Justino chamando a atenção de todos durante o almoço.
— Quem? — Os alunos aproximaram-se dos jornais.
— Sirius Black, ele foi visto próximo de Hogsmeade.
— Tenho certeza que está vindo para hogwarts — disse uma garota séria.
— Vocês são uns tolos, o que Sirius Black viria fazer na escola? — Ane os encarou com desprezo.
— m***r Dumbledore? Ele é um lunático.
— Os dementadores pegariam ele antes mesmo de pensar em atravessar o portão.
— Mesmo assim, Ane.
— Não deveriam se preocupar tanto.
A morena afastou-se dos alunos, hoje ela teria uma prova importante de astronomia, finalmente seu castigo estava acabando.
— Oi. — Sentou-se ao lado do lufano que lia um livro apoiado no parapeito que dava acesso ao jardim.
— Oi.
— Está ocupado?
— Apenas revisando para dcat.
— Quer ajuda?
— O que sabe sobre dementadores? — Sorriu a observando.
— São grandes e assustadores.
— Ótima definição, vou gabaritar. — A morena riu fraco.
— Hoje é meu último dia te ajudando na monitoria.
— Hum — reclamou. — Não me lembra disso.
— Ah, também vou sentir falta dos seus sermões.
— Boba. — Ane sorriu e lhe deu um beijo rápido — Achei que não fôssemos fazer isso em público.
— Não importa mais.
— Então se eu quiser, posso fazer isso? — Acariciou seu rosto.
— Sim.
— E isso? — Selou seus lábios lhe dando um beijo mais demorado.
— Se for fazer isso em público, me avise antes... — O puxou pela gravata — Porque vou querer que continue.
— Quer dar uma volta?
— Não tem mais duas aulas?
— Hoje não.
Os lufanos caminharam calmamente pelos corredores de hogwarts, mesmo que alguns olhares incomodassem Catarine, ela tentava ignorar ao máximo. Cedrico reparou seu desconforto com as pessoas murmurando coisas e segurou sua mão.
— Quer ir onde? — A encarou.
— Me diz você.
— Podemos ir na sala dos troféus, juro que lá é bem calmo.
— Tudo bem. — Não demorou muito para chegarem ao salão de troféus, mas não estavam sozinhos como pensaram que ficariam.
— Boa tarde, senhorita Peterson, senhor Diggory. — O homem falou encarando algumas imagens.
— Boa tarde, professor Lupin — disseram em conjunto.
— Estamos atrapalhando? — Ane o encarou.
— De modo algum, Catarine. — Suspirou — Só estou me recordando dos velhos amigos. — A garota encarou a foto e sorriu.
— Essa é minha mãe. — Sorriu.
— Você parece com ela. — Cedrico sorriu.
— Vou ter que concordar. — Lupin riu fraco — Até mesmo a personalidade.
— Como? Minha mãe sempre foi muito calma.
— Depois que você nasceu, sim. — Encarou a garota — Rose vivia na detenção.
— Quem é esse ao lado dela? — Cedrico encarou o professor que exitou em responder.
— Esse é, Sirius Black.
— Como? — Catarine o encarou séria.
— Estudamos todos juntos, antes de tudo acontecer.
— Professor, está mesmo me dizendo que minha mãe e Sirius Black eram amigos?
— Ah senhorita Peterson, é complicado, os dois eram bem próximos, até sua mãe conhecer seu pai e engravidar depois que nos formarmos.
— É estranho pensar que Sirius Black era apenas um garoto.
— Ele sempre foi complicado, senhorita Peterson.
— O senhor acredita nos boatos, professor? Acha que Sirius Black viria à hogwarts?
— Não se preocupem com boatos, estão seguros na escola.
...
— Você está pronta?
— Temos que ir mesmo?
— É seu último dia de monitoria, antes do próximo castigo, não está animada?
— Está brincando, não é?
— Vamos logo, vamos acabar nos atrasando. — Estendeu-lhe a mão.
Os lufanos caminharam calmamente pelos corredores, haviam muitos dias desde que encontraram um aluno perambulando pelo castelo. Após o incidente com o quadro da mulher gorda e os boatos recorrentes de que Sirius estava por perto, muitos alunos pararam de sair sozinhos durante à noite.
— Ah, professor Snape! Isso é apenas um pergaminho um tanto quanto ofensivo. — O homem riu, sequer reparou o casal que se aproximava.
— Posso saber o que estão fazendo aqui? — Snape os encarou.
— Estamos fazendo a monitoria, senhor — Cedrico respondeu sério encarando Harry.
— Voltem todos para seus quartos, não terá monitoria hoje — disse Snape ríspido.
— Pode deixar, eu os acompanho até a comunal — disse Remo guardando o pergaminho em seu casaco.
Os alunos ficaram em silêncio, mesmo que todos estivessem curiosos querendo saber o motivo de Harry estar fora de sua cama, mesmo tendo um assassino querendo vingança.
— Entrem na minha sala, por favor.
— Professor, eu posso acompanhá-los até a comunal — disse Cedrico sério.
— Nos dê um minuto, senhor Diggory. — Sorriu — Potter, por favor.
O professor ficou um bom tempo falando com o grifinório mais à frente, ele parecia um pouco chateado com o garoto.
— Estou com sono — disse Ane o abraçando.
— Daqui a pouco voltamos para a comunal.
— Quero dormir com você hoje.
— Sabe que eles estão monitorando tudo, amor.
— Amor? — sussurrou o encarando.
— Ah, desculpe.
— Sem desculpas, eu gostei. — Sorriu, logo a atenção de Catarine foi tomada por um flash de luz azul que entrou dentro da sala formando um grande cachorro — Que lindo.
— Mas o que? — Lupin encarou o patrono brincando com Catarine — Quem conjurou isso?
— Ninguém, professor.
— Volta aqui! — A garota riu fraco — Parece o cachorro que encontrei na floresta.
— Quando encontrou esse cachorro Catarine?
— Há algum tempo, professor. Por quê?
O homem engoliu seco encarando o patrono que já não via há quase quatorze anos. Ele sabia quem conjurava um cão tão grande quanto um ser humano.
— Senhor Diggory, por favor, acompanhe a senhorita Peterson para a sua comunal, Potter me acompanhe.
— Claro senhor, vamos Ane.
O casal caminhou rapidamente pelos corredores junto ao professor, separando somente quando desceram sentido a comunal dos monitores, Remo parecia um pouco aflito, mas tentou transparecer que estava calmo.
Logo chegaram a comunal e entraram sem dizer nada, apenas desceram para o quarto do lufano e se encararam.
— Isso foi estranho — A garota murmurou.
— Demais. — A abraçou — Quer deitar?
— Perdi o sono, amor. — O apertou.
— Repete. — Sorriu.
— O que?
— Amor.
— Amor. — Sorriu.
Cedrico sorriu e a beijou, mesmo estando assustados com a situação, cada ação e pequeno detalhe que um fazia para o outro era capaz de deixá-los mais calmos.
— Está cansado?
— Não, por quê? — A morena sorriu tirando seus sapatos e algumas peças de suas vestes.
— Toma banho comigo?
— Como? — O garoto sorriu com suas bochechas um pouco coradas.
— Estou te esperando Ced.
Catarine entrou no banheiro e agitou sua varinha, ligando a água da banheira, aos poucos tirou sua roupa em frente ao espelho. O rapaz apenas a acompanhou e encarou seu corpo enquanto tirava seu uniforme, Ane sorriu e virou-se.
— Vai tirar essa roupa ou precisa de ajuda? — Aproximou-se somente de lingerie o puxando pela gravata.
— Ah, vou. — Aos poucos o lufano tirou seu uniforme ficando apenas com sua cueca.
— Vai entrar primeiro?
— Quer que eu entre primeiro?
— Faria isso?
Cedrico apenas a obedeceu e sentou-se na banheira, sentiu seu corpo arrepiar por completo, logo Catarine aproximou-se e entrou na banheira tirando seu sutiã e encarando o rapaz que só a admirava de cima a baixo.
— Ah, tem certeza?
— Que quero tomar um banho? Sim.
— Sabe do que estou falando. — Deslizou para cima da garota.
— Sim, Cedrico Diggory, eu quero ser só sua.
O rapaz sorriu a puxando para seu colo, aos poucos deslizou os beijos para seus s***s, logo os colocando em sua boca e os chupando cada vez mais forte. Catarine arfou e puxou seus cabelos, antes que pudesse fazer algo, ela sentiu o m****o do rapaz ser apertado contra sua i********e.
A morena acariciou seu rosto e sorriu distribuindo várias chupadas em seu pescoço e as descendo com calma. Ced sorriu a observando e logo sentiu sua mão deslizar para dentro de sua cueca sem timidez alguma.
— O que vai fazer?
— Quero te dar prazer, meu amor — sussurrou Ane fazendo movimentos lentos com a sua mão.
O rapaz suspirou fechando seus olhos, quanto mais rápido Ane fazia os movimentos mais ele apertava os próprios lábios, a garota sorriu e o beijou diminuindo os movimentos de novo. Cedrico arfou jogando sua cabeça para trás e deixou um gemido alto escapar.
— Vou levar isso como elogio. — Ane sorriu maliciosa.
— Vem aqui. — A sentou em seu colo, mesmo que estivessem nús, suas roupas íntimas impediam que fizessem algo a mais.
— Me deixa tomar um banho? Juro que vamos nos divertir ainda.
— Eu sei — sussurrou apertando seus s***s.
Cedrico a beijou novamente, uma de suas mãos puxava seus cabelos enquanto a outra deslizava por todo seu corpo, parando apenas no começo de sua calcinha.
Aos poucos o rapaz deslizou sua mão e acariciou sua i********e com calma, Catarine sorriu beijando seu pescoço, o loiro a afastou e chupou seus s***s mais uma vez enquanto fazia os movimentos mais rápidos em sua i********e.
Em poucos segundos a morena contraiu seu abdômen, deixando um gemido escapar e abaixou a cabeça em seu ombro. Sua respiração estava um pouco ofegante, mas isso não a impediu de beijá-lo novamente.
Após um banho rápido, o casal voltou para o quarto do lufano, mesmo estando cansados, eles ainda estavam excitados com a situação, sequer vestiram suas roupas, deitaram-se na cama e continuaram o que começaram na banheira.
(...)