bc

O poder sem dono

book_age4+
0
SEGUIR
1K
LER
doce
outro mundo
paixÔes infantis
like
intro-logo
Sinopse

Nome 📖 PODER SEM DONO 📌 ApresentaçãoPersonagens principais: Veyra e Kaelen 🌍 O MUNDO — Era AntigaUm mundo vasto e ancestral, de cĂ©us largos e terras profundas. Aqui convivem lado a lado demĂŽnios, sĂșcubos, elfos e outras criaturas antigas que vieram antes de tudo. NĂŁo Ă© um mundo sĂł de reis e palĂĄcios: hĂĄ aldeias de pedra e madeira, estradas de poeira, florestas que respiram, rios claros e montanhas que tocam as nuvens. O poder existe e Ă© real — alguns nascem com ele, outros nĂŁo — mas a maioria das pessoas vive simplesmente: trabalha, come, constrĂłi e ama, dia apĂłs dia. NinguĂ©m escolhe onde nasce — mas Ă s vezes, alguĂ©m comum nasce carregando mais do que o mundo inteiro pode suportar. 🌾 Veyra — A SĂșcubo PlebeiaOrigemNasceu plebeia, de famĂ­lia humilde — sem nobreza, sem linhagem, sem riquezas. Mas veio ao mundo carregando um poder de nĂ­vel absurdo, maior que o de muitos reis e senhores. O poder nĂŁo veio de sangue — veio com ela, ao nascer. NinguĂ©m esperava que uma menina simples tivesse tanta força dentro de si.AparĂȘnciaCorpo: Farto, cheio, curvas generosas e abundantes — tĂŁo belo e intenso que ela mesma sente ser uma maldição em forma de mulher. Tudo nela Ă© quente e visĂ­vel.Estilo: Gosta de roupas leves e frescas, que mostram ombros, colo, pernas e curvas — nĂŁo por malĂ­cia, mas porque se sente livre e quente assim. NĂŁo esconde o que Ă©.Rosto: Angelical, sereno, delicado — contraste perfeito com sua natureza de demĂŽnio.Olhos: Cor Ășnica, rara, brilhante — nĂŁo hĂĄ outra igual em todo o mundo.Cabelo: Tom especial, diferente de tudo que se vĂȘ por aĂ­.PersonalidadeGentil, calma, doce e simpĂĄtica por natureza.Simples e humilde — nunca se acha melhor que ninguĂ©m, mesmo com todo o poder que carrega.IngĂȘnua e inexperiente com o mundo — sĂł conheceu a vida ao lado dele.Exibida mas pura: gosta de mostrar o corpo, mas Ă© aberta, sincera e de bom coração.Fala devagar, age com delicadeza. Leal e de bom coração.O PoderForça colossal, descomunal — capaz de abalar montanhas e reinos inteiros.NĂŁo consegue controlĂĄ-la sozinha: Ă© grande demais para ela, grande demais para uma plebeia que nunca foi treinada.Kaelen absorveu parte dela para mantĂȘ-la segura e ensinar-lhe a equilibrar — nĂŁo para roubar, mas para proteger.Sem ele, o que resta dentro dela Ă© um fogo selvagem que nĂŁo domina.SĂł usava o poder quando ele pedia — na guerra, em batalhas — e tudo se resolvia com facilidade. 👑 Kaelen — O Ser SupremoAparĂȘnciaO mais perfeito e imponente de todos. Alto, ombros largos, porte de quem carrega o peso de todos os mundos.Rosto forte e sereno, traços definidos, olhos profundos e antigos — que parecem ver tudo, desde sempre.Cabelo escuro, com brilho de luz antiga.Movimentos lentos, calmos, poderosos — nunca tem pressa, porque tudo obedece ao seu tempo.SĂł de estar presente, jĂĄ se sente: ele Ă© o mais alto, o mais forte, o primeiro de todos.PersonalidadeO Ser Mais Supremo: o mais antigo, o mais poderoso — acima de reis, demĂŽnios e elfos.Calmo, firme, sĂĄbio. Fala pouco, mas cada palavra tem peso de lei.Protetor: viu nela — plebeia, doce, sem nada — um poder que podia consumi-la e queimar o mundo ao redor, e decidiu segurĂĄ-la com ele.Amou-a de verdade: nĂŁo por ser bela, mas por ser ela — simples, livre, exibida e pura, sem saber o quanto era rara.Controlado e reservado: absorveu parte do poder dela para equilibrar o mundo e protegĂȘ-la, nĂŁo para dominĂĄ-la.Quando terminou... foi duro com ambos. Ele tambĂ©m sentiu, mas nĂŁo mostrou — Ă© supremo atĂ© na dor.O Poder DeleAbsoluto. O mais alto que existe. Tudo responde a ele.Segurou parte da força de Veyra para que ela nĂŁo se perdesse nem queimasse tudo ao redor.Quando a soltou... deixou o fogo dela livre — e sem freio.Â đŸ–€ A HISTÓRIA COMPLETANum mundo antigo de demĂŽnios, elfos e estradas de poeira, nasceu Veyra — uma sĂșcubo plebeia com um poder imenso dentro de si. Tinha rosto de anjo, corpo farto que gostava de mostrar em roupas leves, e um coração doce e simples. Mas a força dentro dela era grande demais para ela mesma — grande demais para o mundo. AtĂ© que Kaelen, o Ser Supremo, o mais alto de todos, a encontrou. Ele a amou. Ele segurou parte do seu poder para que ela nĂŁo se consumisse. E por um tempo, ela esteve segura e protegida ao lado dele. AtĂ© que ele a soltou. Sem dinheiro, sem casa, sem ninguĂ©m para conter o fogo dentro dela. Agora Veyra caminha sozinha pelas estradas — plebeia de nascimento, deusa em poder, e sem dono.

chap-preview
Pré-visualização gratuita
O fim
📖 PODER SEM DONO CapĂ­tulo 1 — O Fim A noite havia coberto o reino. No topo da montanha mais alta daquela regiĂŁo, erguia-se o castelo de Kaelen. Era impossĂ­vel confundi-lo com qualquer outro lugar. As torres ultrapassavam as nuvens, as muralhas pareciam ter sido construĂ­das para resistir ao prĂłprio tempo e centenas de janelas iluminavam-se na escuridĂŁo. Grandes jardins cercavam a construção, enquanto fontes antigas corriam silenciosamente entre estĂĄtuas de criaturas que jĂĄ nĂŁo existiam. Aquele era o castelo do Ser Supremo. O ser mais poderoso daquele mundo. Reis o respeitavam. DemĂŽnios o temiam. Elfos conheciam seu nome desde os tempos antigos. Nenhuma criatura ousava desafiar sua autoridade. E, durante algum tempo, aquele lugar tambĂ©m havia sido o lar de Veyra. Mas naquela noite, alguma coisa havia mudado. Veyra estava no grande salĂŁo. Parada diante de Kaelen. Ela nĂŁo entendia por que ele havia pedido que ela fosse atĂ© ali. Kaelen permanecia diante do enorme trono de pedra n***a. Seu rosto estava sereno. Calmo. Frio. Veyra conhecia aquela expressĂŁo. Era a expressĂŁo que ele usava quando precisava tomar uma decisĂŁo que ninguĂ©m poderia fazĂȘ-lo mudar. — VocĂȘ queria falar comigo? — perguntou ela. — Sim. Veyra esperou. — Aconteceu alguma coisa? — Aconteceu. Ela deu um pequeno passo para perto. — O quĂȘ? Kaelen ficou alguns segundos em silĂȘncio. EntĂŁo disse: — Nosso relacionamento termina hoje. Veyra simplesmente ficou olhando para ele. Como se nĂŁo tivesse entendido. — O quĂȘ? — VocĂȘ ouviu. — NĂŁo. A resposta saiu imediatamente. — NĂŁo ouvi. Kaelen nĂŁo mudou de expressĂŁo. — Veyra. — NĂŁo. Ela balançou a cabeça. — VocĂȘ deve estar brincando. — NĂŁo estou. O sorriso que havia surgido no rosto dela desapareceu. — EntĂŁo... vocĂȘ estĂĄ terminando comigo? — Sim. A palavra foi curta. Definitiva. Veyra ficou imĂłvel. — Por quĂȘ? Kaelen nĂŁo respondeu. — Eu fiz alguma coisa? — NĂŁo. — EntĂŁo eu errei em alguma coisa? — NĂŁo. — VocĂȘ estĂĄ cansado de mim? — NĂŁo. Veyra sentiu os olhos começarem a arder. — EntĂŁo por quĂȘ? Kaelen respirou lentamente. — Porque isso precisa terminar. — Isso nĂŁo Ă© uma resposta. — É a Ășnica que vou dar. Ela ficou alguns segundos em silĂȘncio. EntĂŁo seus olhos percorreram o enorme salĂŁo. As paredes. As colunas. As escadarias. Tudo naquele lugar lembrava os anos que havia passado ao lado dele. — Depois de tudo? Kaelen permaneceu calado. — Depois de tudo que nĂłs vivemos? — Sim. — VocĂȘ simplesmente decidiu que acabou? — Sim. Veyra soltou uma pequena risada nervosa. — VocĂȘ Ă© c***l. Kaelen nĂŁo respondeu. — Eu fiquei ao seu lado. A voz dela começou a tremer. — Quando todos tinham medo de vocĂȘ, eu fiquei. — Eu sei. — Quando ninguĂ©m entendia quem vocĂȘ era, eu fiquei. — Eu sei. — Quando vocĂȘ me ensinou a controlar meu poder... Ela respirou fundo. — Eu confiei em vocĂȘ. Kaelen fechou os olhos por um instante. — Eu sei. — EntĂŁo por que estĂĄ fazendo isso? Ele abriu os olhos. — Porque nĂŁo quero mais continuar. Aquelas palavras foram ainda mais dolorosas. Veyra ficou em silĂȘncio. — VocĂȘ nĂŁo me ama mais? Kaelen demorou alguns segundos. — Isso nĂŁo importa. — Para mim importa! Ela finalmente elevou a voz. O som ecoou pelo enorme salĂŁo. — Para mim importa, Kaelen! Ele permaneceu imĂłvel. Veyra respirou fundo, tentando controlar as lĂĄgrimas. — Olhe para mim e diga que nĂŁo me ama. Kaelen a encarou. SilĂȘncio. Ele nĂŁo disse. Veyra percebeu. — VocĂȘ ainda me ama. Kaelen desviou o olhar. — Isso nĂŁo muda a minha decisĂŁo. — EntĂŁo vocĂȘ me ama e mesmo assim vai me mandar embora? — Sim. Veyra ficou sem palavras. Foi entĂŁo que Kaelen caminhou atĂ© uma das mesas prĂłximas e colocou uma pequena bolsa sobre ela. Veyra olhou para o objeto. — O que Ă© isso? — Algumas roupas. Ela lentamente olhou para ele. — Roupas? — E algumas moedas. — Para quĂȘ? Kaelen respondeu sem emoção: — VocĂȘ vai deixar o castelo esta noite. Veyra sentiu o coração apertar. — VocĂȘ estĂĄ me expulsando? — Sim. Ela ficou completamente imĂłvel. — VocĂȘ estĂĄ me colocando para fora? — Sim. — Da sua casa? — Do meu castelo. Veyra olhou ao redor. Aquele lugar tinha sido sua casa durante tanto tempo. Ela havia caminhado por aqueles corredores. Dormido naquelas cĂąmaras. Sentado nos jardins. Rido. Chorado. Vivido. E agora Kaelen estava simplesmente dizendo que ela precisava sair. — Para onde eu vou? — Para onde quiser. — Eu nĂŁo tenho casa. — EncontrarĂĄ uma. — Eu nĂŁo tenho dinheiro suficiente. — HĂĄ moedas naquela bolsa. — Eu nĂŁo conheço ninguĂ©m. Kaelen ficou em silĂȘncio. Veyra aproximou-se dele. — VocĂȘ realmente vai fazer isso? — Sim. — VocĂȘ vai abrir aquelas portas e me mandar embora? — Sim. Ela começou a chorar. — Kaelen... Ele nĂŁo se aproximou. Talvez porque soubesse que, se o fizesse, poderia mudar de ideia. — Eu nĂŁo quero ir. — Eu sei. — EntĂŁo nĂŁo me mande. — Preciso mandar. — NĂŁo precisa! A energia dentro de Veyra começou a reagir. As janelas vibraram. As chamas das tochas cresceram. Pequenas rachaduras apareceram no chĂŁo de pedra. Kaelen imediatamente olhou para ela. — Controle-se. Veyra apertou os punhos. — Eu estou tentando! — Respire. — VocĂȘ estĂĄ me expulsando e quer que eu fique calma?! O poder aumentou. As paredes estremeceram. Kaelen caminhou atĂ© ela. — Veyra. — NĂŁo! — Olhe para mim. Ela olhou. — VocĂȘ n******e deixar sua dor controlar seu poder. As lĂĄgrimas continuavam descendo pelo rosto dela. — Eu nĂŁo sei como fazer isso sem vocĂȘ. Kaelen respondeu: — EntĂŁo aprenda. Veyra ficou em silĂȘncio. Ele havia sido seu apoio. Seu equilĂ­brio. Durante tanto tempo, uma parte de sua força havia permanecido dentro dele, mantida sob controle para impedir que aquela energia a consumisse. Agora tudo estava voltando. E ela teria que aprender sozinha. Kaelen estendeu a mĂŁo. Uma luz surgiu entre os dois. A energia que ele havia mantido dentro de si começou a retornar para Veyra. Ela levou a mĂŁo ao peito. — NĂŁo... — É sua. — Eu nĂŁo quero! — VocĂȘ precisa. O poder entrou nela. Veyra caiu de joelhos. O chĂŁo tremeu. As janelas estremeceram. O ar ficou pesado. Kaelen permaneceu diante dela. — Levante-se. Veyra respirou com dificuldade. — Por favor... — Levante-se. Ela ergueu o rosto. — VocĂȘ realmente quer que eu vĂĄ? Kaelen ficou em silĂȘncio. — Quero ouvir da sua boca. Ele finalmente respondeu: — Sim. Aquela Ășnica palavra destruiu o Ășltimo pedaço de esperança que ela ainda segurava. Veyra levantou-se lentamente. Pegou a pequena bolsa sobre a mesa. Olhou para Kaelen uma Ășltima vez. — Eu te amei de verdade. Kaelen nĂŁo respondeu. — Espero que um dia vocĂȘ se arrependa. Ela virou-se. Começou a caminhar pelo salĂŁo. Cada passo parecia mais pesado que o anterior. Quando chegou Ă s enormes portas, elas se abriram. O vento frio entrou no castelo. Veyra parou por alguns segundos. Talvez esperando que Kaelen a chamasse. Que dissesse seu nome. Que mandasse fechar as portas. Que voltasse atrĂĄs. Nada aconteceu. Ela atravessou. As portas se fecharam atrĂĄs dela. Veyra havia sido colocada para fora. Sozinha. Sem casa. Sem famĂ­lia nobre. Sem p******o. Sem Kaelen. Ela desceu os primeiros degraus do castelo com os olhos cheios de lĂĄgrimas. AtrĂĄs dela, as enormes portas permaneceram fechadas. Veyra olhou para trĂĄs. O castelo parecia ainda maior agora. E ela parecia pequena diante dele. — Adeus, Kaelen. EntĂŁo começou a descer a estrada. Enquanto isso, no interior do castelo, Kaelen permanecia sozinho no grande salĂŁo. Ele continuava imĂłvel. Mas, quando as portas se fecharam completamente... seus olhos perderam aquela frieza. Por apenas alguns segundos. Ele fechou os punhos. Porque havia acabado de mandar embora a Ășnica pessoa que havia conseguido permanecer ao lado dele sem temĂȘ-lo. E mesmo sendo o Ser Supremo... Kaelen sabia que havia acabado de perder Veyra. LĂĄ fora, Veyra caminhava sem saber para onde ir. O vento batia contra seu rosto. As lĂĄgrimas ainda nĂŁo haviam parado. Mas havia algo diferente dentro dela. O poder. Todo o poder que Kaelen havia segurado durante anos. Agora estava novamente dentro dela. Livre. IndomĂĄvel. Sem ninguĂ©m para contĂȘ-lo. Veyra parou no meio da estrada. Olhou para as prĂłprias mĂŁos. Uma pequena onda de energia surgiu ao redor de seus dedos. Ela respirou fundo. — EntĂŁo agora eu estou sozinha... A energia aumentou. As ĂĄrvores prĂłximas estremeceram. Veyra fechou os olhos. — Tudo bem. Ela enxugou as lĂĄgrimas. E continuou caminhando. Sem saber que, naquela mesma noite, criaturas antigas espalhadas pelos diferentes reinos haviam sentido o despertar daquela força. Uma força que nĂŁo pertencia a nenhuma famĂ­lia. Nenhuma coroa. Nenhum rei. Nenhum senhor. Veyra era uma sĂșcubo plebeia. Mas agora carregava dentro de si um poder que ninguĂ©m mais controlava. Ela havia se tornado um poder sem dono.

editor-pick
Dreame-Escolha do editor

bc

Unscentable

read
2.1M
bc

He's an Alpha: She doesn't Care

read
833.5K
bc

Claimed by the Biker Giant

read
2.1M
bc

Holiday Hockey Tale: The Icebreaker's Impasse

read
1.0M
bc

A Warrior's Second Chance

read
385.8K
bc

Not just, the Beta

read
362.3K
bc

The Broken Wolf

read
1.2M

Digitalize para baixar o aplicativo

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook