POV: JONAH MONTENEGRO Eu não sentia mais nada por ela. Minha alma tinha ficado em uma das selas de isolamento que o Nate me colocou, mas o meu corpo... o meu corpo ainda tinha memória. A fricção dos dedos dela por cima do tecido do meu short mandou um choque direto para a minha espinha. A ereção dolorosa latejava, exigindo alívio, exigindo domínio absoluto. Ela não era qualquer mulher. Era um demônio envolto em seda carmesim e perfume de grife. Extremamente atraente, com aquela pele que parecia implorar por marcas de dedos. E eu lembrava. Lembrava muito bem do gosto dela na ponta da minha língua. Tinha gosto de pimenta e cereja. Uma mistura doce e ardente que viciava mais que a droga pura que eu vendia lá embaixo. Arranquei a mão dela de cima de mim com um movimento violento, segura

