Capítulo 5

1096 Palavras
Fernanda não conseguia parar de pensar no dia anterior e no toque de Paulo. Ela havia passado o dia todo trancada no quarto, sem vontade de sair. Mas, decidida a não se martirizar mais, ligou para Sabryna para saírem. — Oi, Sabryna! Preciso de uma distração. Quer sair comigo hoje? — perguntou Fernanda, tentando soar animada. — Claro, amiga! O que você quer fazer? — respondeu Sabryna, igualmente entusiasmada. — Não sei, o que você sugere? — perguntou Fernanda, sorrindo. — Podemos ir ao shopping, ou ao cinema. Ou quem sabe, podemos simplesmente passear pelo parque? — sugeriu Sabryna. — Hmm, isso soa bem. Vou me arrumar e encontro você em casa — disse Fernanda, já se sentindo melhor. Quando Fernanda desceu as escadas, Paulo a olhou com surpresa. — Onde você pensa que vai vestida desse jeito? — perguntou ele, sua voz um pouco mais baixa do que o habitual. Fernanda revirou os olhos. — Não é da sua conta, Paulo. Preciso de dinheiro para o Uber e outros gastos. Paulo puxou um cartão black do bolso e entregou a ela. — Você pode usar o meu dinheiro, não precisa se preocupar com isso. O dinheiro do seu pai você só vai usar quando fizer 21 anos, e ainda faltam mais de 3 anos para isso. Fernanda pegou o cartão, mas antes que pudesse se virar, Paulo a segurou pelo braço e a levou para cima. Chegando no quarto ele joga ela na cama e seu vestido justo sobe fazendo-o olhar para ela de maneira impura mas ele se segura ao máximo. — Vista-se direito, ou não vai sair daqui — disse ele, sua voz firme. Paulo abriu o closet e pegou um vestido mais confortável. — Vista isso — disse ele, entregando o vestido a Fernanda. Fernanda olhou para o vestido, surpresa. — Você está brincando? — perguntou ela, mas Paulo apenas a olhou de volta, sério. — Você acha que pode simplesmente me dizer o que vestir? — perguntou ela, sua voz cheia de ressentimento. Paulo deu de ombros. — Sim. Você não parece saber o que é melhor para si mesma. Fernanda sentiu um nó na garganta. — E você sabe? — perguntou ela, sua voz trêmula. Paulo se aproximou dela, seu olhar intenso. — Eu sei o que é melhor para você, sim. E isso inclui não sair por aí vestida como... — ele fez uma pausa, mas Fernanda entendeu o que ele quis dizer. Fernanda sentiu as lágrimas arderem nos olhos, mas se recusou a chorar. — Você não tem o direito de me dizer o que fazer — disse ela, sua voz firme. Paulo sorriu, um sorriso que fez Fernanda se sentir desconfortável. — Ah, mas eu tenho — disse ele, sua voz baixa e perigosa. — E você vai aprender a fazer o que eu digo. Fernanda sentiu um arrepio na espinha. Ela sabia que precisava sair dali, antes que as coisas piorassem. Mas Paulo a segurava firmemente, e ela não conseguia se libertar. — Me solta seu i****a — Fernanda tentava inutilmente se livrar do aperto de Paulo. — Solto sim, pirralha — Paulo solta Fernanda com brutalidade. — Mas, primeiro você vai se trocar como eu mandei. Fernanda ficou com ódio no olhar e resolveu fazer o inusitado. Começou a tirar a roupa ali na frente dele. — Satisfeito? Seu i****a. — Paulo olhou a cena paralisado, estava totalmente em órbita com aquela visão. — Se eu fosse você, pensaria duas vezes antes de ficar só de calcinha e sutiã na minha frente. — ele disse com o olhar pegando fogo — Eu não sou um adolescente que você pode instigar, garota, eu sou um homem que não curte joguinhos. Eu vou f***r você nessa cama se isso acontecer denovo. — Paulo fala isso segurando Fernanda pela cintura enquanto crava a outra mão em seus cabelos, sua respiração quente na altura da orelha. Fernanda sente arrepios e desvia o foco do olhar de Paulo ao sentir um volume imenso sarrar na sua barriga. Ela se assusta, empurra Paulo e pega o vestido no chão. — Você é um pervertido nojento. — colocou o vestido as pressas e tentou sair. — Paulo se põe na frente dela — Fugindo? Você não gosta de provocar? Agora só vai sair desse quarto depois que eu me aliviar garota. — por favor tio, me deixa passar! —Não! — Paulo puxou Fernanda para um beijo feroz, ela não conseguia sair do seu aperto mas foi em vão. As mãos de Paulo deslisavam pelo corpo de Fernanda de maneira impura e quente. Ela sentia tudo queimar. — Tão gostosa! Você me deixa maluco garota. O que você ta fazendo comigo? — Paulo esfrega a ereção nela e desce a alça do vestido, liberando um dos s***s rígidos de Fernanda. Sua língua brinca com o bico do seio de Fernanda, fazendo-a arfar. — M. Me larga! — Fernanda Suga forças de onde não tinha para golpear Paulo com uma joelhada no meio das pernas. Ela sai correndo e o deixa no chão. — Eu vou te matar Fernanda! — gritou se contorcendo, mas achou graça por ficar vulnerável a garota ao ponto de abaixar a guarda e não se proteger com seu reflexo treinado. Nem seus piores inimigos conseguiriam fazer tamanha faceta. — Eu to muito fodido com essa garota. Fernanda sai de casa e pede um uber na outra rua para Paulo não ver onde ela está. Saiu com as amigas e se divertiu a noite inteira. Mal sabe ela que está sendo vigiada em tempo real por um programa hacker no celular dela onde da pra ver tudo pela câmera do celular dela. Ele sabe onde ela está e com quem. Will chega e fala com as meninas. Ele está acompanhado de Viny, os dois são os pegadores da faculdade. Fernanda é caloura, recém chegada na faculdade onde todos eles estudam. — Eae gatas? Podemos sentar com vocês? — Fernanda revira os olhos. Não suporta esses garotos prepotentes. — vai rolar uma festa na minha casa agora, querem ir meninas? De repente uma voz ecoa no lugar. — Ninguém vai a lugar nenhum com vocês. Pelo menos Fernanda não vai. — Paulo chega de surpresa e Fernanda não entende o que ele faz ali. — Amiga, seu tutor é uma delícia. — Sabryna fala baixinho mas Paulo sempre escuta tudo. — Vamos Fernanda, está tarde. — Paulo fala ja segurando o braço de Fernanda. — Sem gracinha Fernanda, temos contas a acertar. — diz baixinho no ouvido de Fernanda .
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