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1413 Palavras

MT narrando Ela encostada no meu peito, com a cara de quem quer fugir… mas o corpo entregue igual presente de natal. Eu sentia a respiração dela tremida, o cheiro do perfume subindo, o coração batendo rápido encostando no meu. A pele dela arrepiada respondendo mais do que qualquer palavra que saísse da boca. Manuelle é minha. Mesmo quando finge que não é. Mesmo quando tenta sair, se afastar, bater o pé. O corpo dela me reconhece, p***a. Se molda no meu. O quadril dela encaixa no meu como se tivesse sido desenhado pra isso. — Vamos pra casa, bebê… só nós dois. — falei baixo, com a boca roçando a orelha dela. — Só um tempinho nosso, pô. Aproveita que o Cauã tá com tua mãe… Ela respirou fundo. Eu conheço esse suspiro. Conheço até o jeito que ela pisca. Tava brigando com ela mesma por dent

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