06 - Sombra

1512 Palavras
Sombra Narrando Hoje foi dia de cão. Reunião atrás de reunião, problema estourando, gente errando coisa básica, cabeça cheia. Quando finalmente consegui parar, já era noite e eu tava pilhado, inquieto, daquele jeito que nem dinheiro nem poder resolvem. Peguei o celular e mandei a mensagem. — Marca com a Jolie. Mesmo hotel, mesmo horário. O Tubarão não questiona quando eu falo assim. Ele só responde. — Fechado. A partir dali, minha cabeça já não tava mais no trabalho. Fui pro Hotel Nacional direto, subi pro flat e pedi tudo do melhor. Champagne do mais caro que eles oferecem, gelado no ponto certo. Chocolate bom, nada desses genéricos. Quero o clima certo. Hoje eu preciso desligar, esquecer de tudo por algumas horas. Fiquei andando pelo quarto, olhando o relógio mais vezes do que gostaria de admitir. Ansioso, coisa rara pra mim. Eu não espero ninguém. As pessoas é que me esperam. Mas com ela era diferente. E isso me deixava püto comigo mesmo. Quando ouvi a batida na porta, meu corpo reagiu antes da cabeça. Abri. Linda pra Carälho. Vestido colado, salto alto, cabelo solto caindo pelos ombros. Cheiro bom, presença forte. Ela entrou e nem deu tempo de falar nada. Eu puxei pela cintura e fechei a porta com o pé. — Boa noite — ela começou a dizer. Não deixei terminar. Beijei. Forte. Faminto. Como se o dia inteiro tivesse ficado preso na minha boca. Imprensei o corpo quente dela contra a porta, sentindo cada curva, cada respiração. Ela correspondeu na hora, sem susto, sem recuar. Isso só me deu mais vontade. Minha mão deslizou pelas costas dela, subindo devagar, como quem conhece o caminho. Apertei de leve, sentindo o corpo reagir. O beijo ficou mais intenso, mais profundo, daqueles que fazem esquecer o mundo lá fora. — Carälho — murmurei contra a boca dela. Ela não respondeu com palavra, só se aproximou mais, como se pedisse sem pedir. Minha mão desceu pela lateral do corpo dela, firme, confiante, marcando presença. Nada apressado. Eu queria sentir, registrar. Afastei a boca só o suficiente pra olhar pra ela. — Tu não faz ideia do dia que eu tive. — Então, deixa eu te fazer esquecer — ela disse, com um meio sorriso. Soltei uma risada baixa. — É pra isso que tu tá aqui. Levei ela pela mão até a cama, puxando de leve, sem soltar. O champagne esperava, o chocolate também, mas naquele momento nada era mais importante do que aquela tensão boa no ar. Fechei a cortina, diminuí a luz e voltei a beijar ela, agora com mais calma, como quem sabe que a noite é longa. Pela primeira vez no dia, minha cabeça finalmente silenciou. E eu pensei, sem gostar da ideia: essa mina mexe comigo mais do que devia. Servi o Champanhe, brindamos e me sentei na poltrona. Puxei ela para o meu colo. Bebemos e nos beijamos. Já estigando a noite que estava prestes a começar de verdade. Eu me levantei lentamente da poltrona, ainda sentindo os resquícios de desejo pulsando no ar, entre nós dois. Peguei o controle da televisão e escolhi a música perfeita para aquele momento. Queria algo que incendiasse ainda mais a atmosfera que havíamos criado. The Weeknd – “Earned It” começou a tocar, sua melodia sensual envolvendo o ambiente com um tesäo quase palpável. Me virei para Jolie. Ela estava de pé, segurando sua taça de champanhe. Seus lábios vermelhos pareciam ainda mais marcantes depois daquele beijo. Seus olhos encontraram os meus enquanto tomava um gole. O brilho em seu olhar me dizia tudo o que precisava saber. — Dance para mim, Jolie — pedi, minha voz baixa, quase um sussurro, carregada de intenção. Ela inclinou levemente a cabeça, como se ponderasse minha sugestão. Então, um sorriso ousado apareceu no canto de seus lábios. Colocou a taça sobre o balcão, ajustou os cabelos e deu um passo em minha direção. Meu coração disparou. Eu sabia que ela não era mulher para recusar um desafio. Jolie ficou bem à minha frente, tão perto que eu podia sentir o calor do seu corpo. Quando a música aumentou sua intensidade, ela começou a se mover. Lentamente, seus quadris começaram a balançar ao ritmo da batida, Seus movimentos eram leves, cheios de uma confiança que parecia natural, mas que era devastadora provocante. Carälho, essa mulher é a minha perdição. Eu a observava, hipnotizado, enquanto ela girava lentamente, jogando os cabelos para o lado de forma sensual, expondo o pescoço como se quisesse me provocar. Minhas mãos formigavam com a vontade de tocá-la, mas resisti. Este era o momento dela, e eu queria saboreá-lo. E gravar na mente. Jolie desceu o corpo suavemente, deslizando as mãos por suas coxas, enquanto mantinha os olhos fixos em mim. Era como se ela soubesse exatamente o efeito que causava. Seus movimentos estavam repletos de uma sensualidade que beirava o proibido, mas havia algo mais: uma entrega sutil, uma vulnerabilidade escondida atrás da confiança. — Está gostando do que vê, Senhor? — perguntou, sua voz baixa e carregada de uma ousadia que me fez praticamente rosnar. Eu sorri, pegando minha taça de champanhe e tomando um longo gole para tentar me recompor. — Mais do que você imagina — respondi, minha voz mais rouca do que eu esperava. Jolie deu uma risada curta, cheia de malícia, e se aproximou mais um passo, ainda dançando. Ela estendeu a mão, tocando o meu joelho com a ponta dos dedos. A música chegava ao seu fim, e sua dança seguia o ritmo, cada movimento dela parecia mais intenso. Eu não sabia se o calor vinha da música, da dança, ou do desejo crescente entre nós. Quando a música começou a desacelerar, Jolie se inclinou para frente, apoiando as mãos em meus ombros. Seus lábios ficaram a poucos centímetros dos meus, mas ela não me beijou. Apenas me olhou, seus olhos brilhando com uma mistura de provocação e convite. — Acho que agora é sua vez de me surpreender, Sr. — murmurou, e o desafio em sua voz foi a gota d’água. Coloquei a taça de lado, determinado a não deixar aquele momento passar sem uma resposta à altura. Mas, naquele instante, eu soube: Jolie é um jogo que eu estava disposto a jogar até o fim. Me levantei, puxei ela pela cintura e a beijei, de um jeito intenso e faminto, esporando sua boca com a língua, e o seu corpo com as minhas mãos. Ela tirou a minha camisa, arranhando meu peitoral e abdômen com as unhas. Jolie, tomou o controle, me empurrou de leve, sentei novamente e ela começou a tirar a roupa, fazendo um verdadeiro striptease, primeiro ela tirou o vestido, devagar, e de forma bem sensual. Fiquei completamente extasiado, olhando aquele corpo perfeito, coberto por uma lingerie fina e pequena. Ela começou a dançar, enquanto virou eu pude ver o seu bumbumm redondinho, perfeito, de costas ela inclinou um pouco o corpo. E tirou a pequena calcinha, fiquei completamente excïtado, sentindo meu paü crescer dentro da cueca. Jolie virou de frente para mim, me dando a visão da sua Büceta lisinha, sem nenhum pêlo. Ela tirou o sutiã, e seus seïos praticamente pularam, me deixando com água na boca. Ela deu um passo em minha direção, tirou os sapatos e subiu no sofá, já entendendo o Jogo. Jolie sem pudor nenhum, botou a büceta no meu rosto, senti o cheiro daquela büceta deliciosa. Não tive outra opção a não ser Cair de boca, naquela Büceta grande, gostosa e cheirosa. Enchi a minha boca, chupei, suguei mesmo, aquela büceta deliciosa, lambi, enfiei a língua, me dediquei ao pequeno lábios, degustando com uma gula que jamais imaginei. Segurei Sua cintura deixando ela mais presa a mim, e a fiz esfregar literalmente a büceta na minha cara. Chupei seu Grëlinho de forma tão deliciosa, Jolie segurou em meus cabelos puxando, enquanto gemia, i**************a no Cio. E, quando a minha boca se concentrou no seu grëlo inchado, já estava durinho, comecei alternando entre a rápida as lambidas e chupadas. Jolie rebolava no meu rosto, esfregando sua büceta me deixando completamente lambuzado. Ela gozou na minha boca, gemendo gostoso e a respiração ficou pesada, quando ela ia sair eu não deixei. Eu queria muito mais, quero tudo dessa mulher. Apertei um pouco mais a sua cintura fazendo com que ela esfregasse novamente a büceta na minha cara. Suguei todo o líquido do seu g**o, uma delícia e Comecei a chupar novamente. Enquanto ela gemia, me chamando de Senhor. — Haaa.... Senhor, delícia , hummmm... Chupei bem gostoso, enfiando a língua dentro da sua büceta, chupei seu grëlo, mordiscando de leve. As pernas de Jolie tremiam, e ela gemia, completamente entregue ao prazer. Enquanto sugava seu Grëlinho, enfiei dois dedos dentro da büceta dela, lubrificando e enfiei no Cüzinho dela, Jolie se soltou ainda mais, esfregando a Büceta no meu rosto, enquanto eu füdia seu Cüzinho com o dedo. Jolie gozou novamente, e dessa vez deixei ela deitar um pouco, mais não a tempo de descansar, quero tudo essa noite. Continua...
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