Cap. 13- Bônus Elliot & Kate...

2006 Palavras
...Elliot Holman... Já faz alguns dias que estou de viagem e confesso a todos que não vejo a hora de chegar em casa. Estou louco de saudades da minha Feiticeira e também da nossa prole. - Nunca fiquei tanto tempo assim longe deles. -Mas infelizmente dessa vez foi preciso, pois estava negociando um acordo. - Que trará vantagens milionárias para a empresa. - E por esse motivo, acabei precisando passar uns dias em Vila Rica. Porém, nesses dias lá, acabei conhecendo um pouco mais da cidade. E encantando-me com a beleza do local, tão encantado que acabei comprando um chalé estilo rústico perto do rio. - E já posso imaginar, em breve a nossa família toda ali reunida. - Um lugar cercado pela natureza, próximo ao rio... e o melhor, distante do centro da cidade. - Bem estilo dos locais que eu gosto, pois assim podemos ter a nossa privacidade. Penso enquanto embarcado no jatinho, sobrevoando agora a cidade de Vila Rica, mas com o coração em festa. Pois estou indo para casa, encontra a minha família. (...) Estamos sobrevoando já a cidade de Doce Horizonte, quando o meu celular, começa a tocar. Olho na tela e vejo que é a Kate me ligando. Ela já deve estar uma fera comigo, pois me ligou o dia todo, e de propósito eu não a atendi. - Tá chamem-me, de louco, mas a verdade é que gosto de ver ela brava. - Digamos que torna tudo mais intenso. - Apimenta a nossa relação, rsrsrs. Estou rindo dessa comparação, quando o piloto informa, que já iremos aterrizar. E o meu sorriso se amplia mais, pois já não consigo mais esperar, para correr para a minha casa. Então assim que saio de dentro do jatinho, já entro no elevador, descendo direto para a garagem... e qualquer outro assunto, terá que esperar. (...) - Kate... Vida...? Chego em casa gritando, pela minha linda esposa... mas em resposta, só recebo o silêncio de uma casa vazia. - Maria ... Crianças? Chamo olhando em todos os cômodos, mas estou sozinho em casa. Estou pegando o celular para ligar para ela. Quando o meu celular começa tocar, e o nome do Ricardo aparece no visor. - Fala irmão. Atendo ele, tentando disfarçar a voz de frustrado, por encontrar a casa vazia. - Cara tu é doido, ou está querendo morrer? - A tua mulher tá aqui em casa. - Bufando de raiva, pois passou o dia ligando para você. - Que não se dignou a atender. - Tu tá muito ferrado irmão. Ele fala, já dando um real vislumbre de como ela deve estar furiosa. - Queria fazer uma surpresa. - Mas eu que fui pego na surpresa. - Ao chegar e encontra a casa vazia. Respondo ele, enquanto tenho uma brilhante ideia... - Cara estou indo para aí. - Mas não fala nada, que conseguiu falar comigo. - Quero fazer uma surpresa, para a Kate e as crianças. Peço para ele, já deixando as malas no meio da sala mesmo e saindo, já trancando a porta. - Beleza, irmão. - Vou segurar ela aqui... mas venha logo. - Ou ao menos, mande um oi, dá um sinal de vida para ela. Concordo com ele, e já desligo o telefone... abrindo o, watts, onde tem várias mensagens da Kate. " Oi Vida... desculpa só responder agora. Tive um imprevisto, e não estou podendo falar com vocês agora, mas tarde ligo " Certeza que agora, sim, ela deve estar já imaginando, maneiras de me matar... já que passei o dia toda a ignorando, e agora mando apenas essa mensagem. E sem aguentar mais de saudade. Entro no carro, e o coloco para funcionar... indo rumo a casa do Ricardo. Por ser final de tarde um sábado, o trânsito está bem tranquilo, o que acaba permitindo que consiga dirigir acima do limite de velocidade. E não demora muito tempo, já estou entrando na rua da casa do Ricardo. - Então decido parar o carro e chegar a pé, para não chamar a atenção. - E denunciar-me, antes da hora. - Já estou em frente ao portão, quando ligo para a Kate. O telefone toca... toca até ir para caixa de mensagens… tento novamente, mas apenas chama, e uma terceira tentativa... a ligação vai direto para a caixa de mensagens. - Eita... que deve estar brava mesmo. Murmuro rindo, enquanto ligo agora para o Ricardo, que no primeiro toque me atende. - Fala. Ele atende e escuto ao fundo um monte de vozes... - Está tendo festa aí, e nem me convidaram é. Comento, enquanto escuto o grito das meninas, fazendo o meu coração disparar, estou morrendo de saudades delas. - Tá chegando ? Ele me pergunta em voz baixa, tentando evitar que alguém o escute. - Na verdade, estou ligando para a minha bela esposa. - Mas ela não me atende. Falo para o sacana, que agora gargalha do outro lado da linha. - p***a cara, quase me deixa surdo. - Passa o celular para ela por favor. Reclamo bravo, não vendo humor nenhum, no fato dela não me atender. - Caro ela tá furiosa. - Vi a hora que ela desligou o telefone. Bom eu queria ela furiosa não é, então agora eu que de um jeito e amansar a minha fera. - Ei Kate. - Telefone para você. Escuto Ricardo falando, enquanto ela murmura alguma coisa, que não entendi. - Fala Elliot. Ela já atende deixando claro, o quanto está brava comigo. - Nossa, é assim, que você atende o amor da sua vida? Provoco gostando bem do perigo, enquanto escuto uma risada sem humor, do outro lado da linha. - O amor da minha vida. - O mesmo que ignorou todas as minhas chamadas. - E mensagens o dia todo. - O mesmo, que não se dignou, a se quer se interessar o dia todo, em saber. - Como eu, ou os filhos dele estávamos. - Nossa deve estar ótima a viagem, para te manter o dia todo ocupado. Ela esbraveja do outro lado, e pelo silêncio que se faz atrás dela, posso notar que ela deve ter ido para outro cômodo da casa. - Na verdade, o dia hoje foi bem corrido. - Mas nada se compara a estar em casa, com a minha família. - Estou morrendo de saudades de vocês. Falo tentando amolecer o coração da minha fera. - Sabe não vejo a hora, de ter você em meus braços. - Sentir os seus lábios. - Passar a noite, me afundando dentro de você. Continuo a falar, enquanto o silêncio é a única resposta, que recebo do outro lado. - Não faz isso Elliot. - Sabe que provocar assim não vale. - Não quando, não está perto para dar assistência. Ela reclama do outro lado da linha, quando escuto uma voz familiar. - Mamãe é o papai? Escuto uma das minhas princesas perguntando, para ela que responde, sim, e passa o telefone. - Oi papai... é a Sophi. - Papai, volta logo para casa. - Nós estamos com saudade. Ela fala, me fazendo derramar uma lágrima, enquanto escuto a sua voz. - Está com saudade do papai é? - Então faz assim, vem aqui na frente correndo. - Dar um abraço de urso, no papai. Falo para ela, que grita com a mãe do outro lado da linha. - Mamãe... mamãe o papai. Ela fala chorando, e claro que a Kate não entende nada. - Elliot, o que você falou para ela? Pergunta brava, enquanto tenta acalmar a nossa pequena. - Apenas falei para ela vir abrir a porta. - Que também estou com saudades. Falo e vejo a chamada ser desligada, enquanto já vejo ela vindo com a Sophie, que corre pelo jardim da casa. - Papai....papai... Ela corre na minha direção, enquanto se solta da mão da mãe, pulando nos meus braços. - Princesinha do papai.... Pego ela rodopiando-a nos meus braços, e puxando a minha linda mulher, que nos encara emburrada ao lado. - Amor do pai... vai lá chamar os seus irmãos. -Papai tá com muita saudade, deles também. Falo a colocando no chão, e ela já saí correndo por onde veio. - Então... agora estou perto, para dar assistência. Brinco enquanto Kate, contínua me encarando seria. - Te liguei, o dia todo. - Custava me atender... Poxa amor, eu estava preocupada. - Pensando que poderia ter aconte... A calo, atacando os seus lábios, como anseio há tantos dias... Um beijo que já se inicia, cheio de saudades... necessidade... e urgência. Foram tantos dias, aguardando por sentir os seus lábios novamente, o seu sabor que em deixa louco, o seu cheiro que me deixa calmo, e os seus toques que me transmite paz. - Papai... papai... papai... Interrompi o nosso beijo, quando somos atacados pelos nossos pequenos. E vejo que já não somos mais apenas nós, já que agora todos nos encaram. - Que belo comitê de boas-vindas. Brinco me abaixando e recebendo o abraço cheio de saudades, dos meus bebês... - E eu achando, que iria ver você levando uns tapas. O bastardo o Ricardo comenta, nos fazendo rir... enquanto eu me levanto e puxo a Kate, para, mas um beijo. - Já entendemos, que se amam... Ricardo grita, e apenas abro um sorriso... me afastando da Kate, enquanto sinto os nossos quatro tesouros ainda, abraçando as minhas pernas. (...) ...Kate Holman... Depois de um dia cheio na casa do Ricardo, estamos agora em casa. Enfim, os nossos pequenos dormiram... estavam tão agitados, matando a saudade do pai. Que deram trabalho para dormir. - Enfim a sós... Elliot fala me pegando no colo, assim que entramos no nosso quarto. - Enfim a sós... Repito a fala dele, atacando os seus lábios... pois também estou com muita saudade. E o beijo que se iniciou calmo, logo se incendiou, enviando faíscas para o meu corpo, que já se encontra em chamas. - Que tal um banho... massagem... - E então, amanhecer o dia conectados um ao outro. Ele sussurra no meu ouvido, sabendo bem o efeito que essas palavras causam em mim. - Acho perfeito. Respondo já totalmente entregue ao momento, sentindo a suas carias e beijos. Estamos agora no chuveiro, sentindo as águas cair sobre os nossos corpos. Quando sinto as suas mãos, que antes acariciavam o meu corpo, se concentrando agora na minha cintura. E logo já me pego, com as pernas em volta da sua cintura. - E depois de tantos dias de ausência, é como se eu estivesse completa novamente. Sentindo ele penetrar-me, e quanto mais fundo entra, mas é a sensação de felicidade. - Que saudade... dessa b****a gulosa, que me engole por inteiro. Ele geme no meu ouvido, enquanto nos leva para a cama, sem sair de dentro de mim. Mudamos agora de posição, estou de quatro na cama, enquanto ele me pega por trás. Levando-me as nuvens, enquanto tento conter os gemidos, para não acordar às crianças. A cada estocada, é como se fosse partir-me ao meio... querendo ir cada vez mais fundo dentro de mim. - Isso amor... que saudade… - Saudade de você... mais... mais forte... Falo para ele, que me escutando aumenta a velocidade num ritmo alucinante, dando agora palmadas nas minhas nádegas. O que só faz aumentar mais o fogo que me consome... me fazendo perde todo o juízo. - Elliot, mais...mais rápido... Peço já sentindo o clímax se aproximando... e num ritmo, ele vem junto comigo. E alcançamos o ápice junto... caindo na cama, enquanto em silêncio recuperamos o fôlego. - A noite só iniciou... Escuto ele falando, enquanto sinto ele saindo de dentro de mim... Ainda totalmente esgotada, apenas o encaro enquanto vejo ele indo em direção ao guarda-roupa. E não demora muito, o vejo voltando já me mostrando o plug anal nas suas mãos... venda... chicote e algemas... E só de ver isso, já sinto a minha i********e piscando de desejos... - Pelo jeito, a noite irá ser longa. O provoco, já ansiosa para que as brincadeiras comecem…
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR