capitulo100

526 Palavras

Emilly Acordei com o sol filtrando pelas cortinas claras e o cheiro inconfundível de... torrada queimada? Demorei alguns segundos para entender onde estava. Meu corpo ainda estava pesado de amor e sono, o lençol desalinhado cobrindo parte do meu corpo nu, e o calor familiar de Arturo ao meu lado. Sorri. Ele dormia profundamente, de bruços, os cabelos bagunçados e o braço estendido em minha direção, como se nem inconsciente quisesse me deixar longe. Toquei levemente as costas dele, desenhando com a ponta do dedo uma linha invisível, só porque podia. Porque agora ele era meu. Meu marido. Minha casa. Levantei, vestindo sua camisa branca que estava jogada no chão — ainda cheirando a nós —, e fui até a pequena cozinha da cabana. E foi aí que eu entendi o motivo da fumaça. — Davi, você co

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