Capitulo102

567 Palavras

Emilly O barco deslizou sobre as águas cristalinas como se fizesse parte do oceano. Arturo pilotava com um sorriso no rosto, os cabelos bagunçados pelo vento e os olhos escondidos atrás dos óculos escuros. Mas eu sabia — por dentro, ele estava leve. Feliz. — Confia em mim? — ele perguntou, quando apontou para um pequeno pedaço de terra cercado por palmeiras e um anel de areia branca como açúcar. — Sempre — respondi, sentindo o coração bater mais rápido. Não de medo. De expectativa. Descemos do barco descalços, com a água morna nos tornozelos. A ilha parecia saída de um sonho esquecido. Nenhuma construção. Nenhuma alma. Só o mar, o céu, a areia... e nós dois. Arturo estendeu uma canga no chão e tirou da bolsa térmica duas garrafas d’água e frutas tropicais. Ele sempre pensava nos detal

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